Consultor Jurídico

Comentários de leitores

4 comentários

Nuóóóósa!

Richard Smith (Consultor)

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O pessoal da BESTA ("Blogosfera estatal", para os não-iniciados) deve estar desesperado mesmo! Pois não é que foram ao sarcófago aonde havia se encerrado após memoráveis surras e espancamentos aqui neste democrático espaço, e reintegraram à "frente de batalha", o "fessô" PeTralha, etc.
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E para não variar, o tipo chegou cheio(?) da sua vacuosa verve!
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Chega até a citar um dos principais aliados do (des)governo que nos assola há uma década, o facinoroso "ex-caçador de maracujás", sinhozinho das Alagoas!
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É de se mijar de rir!
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O bom é que, como na história do Cardeal surdo do Concílio Vaticano II (*), o nosso inefável "fessô" funciona como uma "bussola", se aponta para Oeste devemos imediatamente seguir, para...Leste!
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(*) Perguntaram ao Cardeal como fazia para votar nas questões Conciliares se não conseguia seguir as aulas por causa da surdez. Ele disse "É facil, observo D. Fulano, se ele vota "NÃO", imediatamente voto "SIM", e vice-versa!".

Quem precisa se explicar??

Armando do Prado (Professor)

Esse senhor e sua esposa precisam explicar o porquê ficaram sentados em cima de evidências por quase 3 anos no caso Cachoeira. Resposda às acusações do Sen. Collor, "procurado"!

As relações de poder e a Republica federativa

LHMR (Professor)

Sao históricas as viciadas relações de poder no Brasil, desde os tempos coloniais até os dias atuais. As leituras de José Lins do Rego ou de Érico Veríssimo nos mostram que a ficção imita a vida real e os destinos do pais desde sempre foram decididos nas salas das fazendas dos coronéis, do Sul ou do nordeste, não importa, sempre coronéis e a mesma concentração de poder e dinheiro em suas mãos. Se a Republica Federativa do Brasil saísse do nome para ser de fato federativa, e a concentração do dinheiro de todo o pais não acabasse tão concentrado em poucas mãos, quem sabe não haveria melhor distribuição do dinheiro publico, maior transparencia no seu uso e menos chance de poucos terem tanto poder de manipulação e desvio do mesmo. Que a suprema corte consiga recuperar um pouco da nossa vergonha na cara!

E o PGR, não está a direita do STF?

Justiça não é sinônimo de igualdade para desiguais (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Abrindo um parênteses, observo que o Procurador-Geral acusa os réus do mensalão sentado à direita do Presidente do STF. A vingar a tese de que o Ministério Público não pode estar a direita do juiz, os ministros deveriam ter solicitado ao ilustre PGR que deixasse o seu lugar. Ou realmente o lugar onde se senta alguém é realmente irrelevante para se determinar o resultado de um julgamento? Seria esta uma sinalização de que o STF não acolherá este questionamento?

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