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Comentários de leitores

4 comentários

Democracia

caiubi (Outros)

Muita Democracia é a base da porcaria. Democracia sem cultura é o alicerçe para a falsa democracia, ou seja a ditadura da midia, quem tem a chave co crofre manda e desmanda.

Os fins justificam os meios contábeis!

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

É de se crer que nenhum operador do direito seria contrário a instituição da interessante Central. Agora, uma suposta "contadora" atacar leviana e irresponsavelmente a preclara Ministra Eliana Calmon, é outra sissomia, que desmerece qualquer consideração. Talvez, no balanço dela, valha muito mais o "débito" da ética, da moral, e da própria sensatez. Claro, que por cavalheirismo não mandaria ela e nem ninguém "lamber sabão", até porque, creio que deva ser indigesto prá caraca, porém, deveria se apegar mais as saudáveis regras do bom direito, e daí, então, emitir opiniões mais ponderadas e lógicas. Contudo, para quem, pelo visto, defende "apaixonadamente" a passagem do arrogante sr. Peluso pelo CNJ, demonstra por si só que não tem qualquer afinidade e preocupação com as normas jurídicas, e para ela, basta um "viva" para o despotismo do sr. Peluso.

vai lamber sabão

Helena Meirelles (Contabilista)

a ideia da Central é boa. Foi aprovada pela quase totalidade dos conselheiros. Três assumiram as dores da dona Eliana (belo apartamento o seu, hein Ministra?) para se vingar do Peluso. E para isso resolveram adiar um belissimo projeto. Tenham a santa paciência. Não tiveram a coragem de enfrentar o ministro quando ele estava no conselho e, covardemente, atacam-no pelas costas agora. Isso se chama avacalhação.

Vaidade e arrogância estéreis!

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

Esse é só o começo das incríveis revelações que estão por surgir em relação à nefasta passagem do sr. Peluso pelo preclaro CNJ. O que se conclui de toda essa "ditadura" fomentada pelo então presidente CNJ, é que esta depuradora instituição - para ele! - não passava de uma capitania hereditária. Isso mesmo, ele se achava o "senhor absoluto" do CNJ. Não bastando, em ofendendo e maltratando, às escâncaras, o Estado Democrático de Direito, desrespeitou e constrangeu Conselheiros e, também, Ministros tanto do STF, quanto do STJ, a começar pela insigne Ministra Eliana Calmon. A sua péssima e danosa passagem pelo CNJ já foi tarde, deveria ter ido muito antes, para o bem da cidadania! Quem viver verá, a história se encarregará de denunciar o quanto significou de malefício para o Poder Judiciário, a " déspota administração" do sr. Peluso frente ao CNJ.

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