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Serviços de advocacia

Publicação vai divulgar escritórios para empresas

Uma nova publicação promete apresentar a estrutura, os sócios e as áreas de especialidade dos principais escritórios de advocacia do Brasil. Com tiragem prevista de 37 mil exemplares, a “Análise DNA – Diretório Nacional de Advocacia” será entregue em janeiro de 2013 aos executivos de departamentos jurídicos e aos diretores das maiores empresas brasileiras, além de integrantes dos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo em todas as esferas.

Produzida pela Análise Editorial, a publicação será dividida em duas seções. A primeira apresentará o perfil da banca, em ordem alfabética, de acordo com o nome do escritório. A segunda relacionará as bancas de acordo com suas áreas de atuação, para facilitar a busca de escritórios pelas empresas.

Os escritórios têm até outubro deste ano para comprar um dos três módulos de publicação das suas informações, de acordo com o destaque e tamanho. A inserção mais simples custa R$ 1.250, e proporciona a publicação de informações básicas, como o nome, endereço, telefone, site e nome do principal sócio.

O módulo completo custa R$ 7.500 e, além de oferecer as condições do pacote básico, dá ao escritório o direito de publicar o nome de até dez sócios, com informações como formação acadêmica, áreas de atuação, idiomas e cargos ocupados em outras entidades, além de um texto sobre o diferencial do escritório, de até 650 caracteres.

Também é possível adquirir o pacote básico e complementá-lo com itens pagos à parte, de acordo com a necessidade de cada escritório.

A publicação também contará com uma reportagem especial, produzida a partir de levantamento inédito feito pela equipe da Análise Editorial sobre a regionalização e a especialização dos serviços de advocacia no Brasil.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3201-2300 ou pelo e-mail dna@analise.com.

Revista Consultor Jurídico, 25 de abril de 2012, 16h58

Comentários de leitores

2 comentários

Concorrência desleal e estatuto da advocacia

Citoyen (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Eis aí uma DIVULGAÇÃO que, sem dúvida, fere o Estatuto da Advocacia e a própria e adequada concorrência entre os Advogados.
Na verdade, os Advogados, que NÃO PARTICIPAM de grandes escritórios, há muito tempo já sofrem a CONCORRÊNCIA DESLEAL dos MAGISTRADOS que, aposentados, retornam à Advocacia e, normalmente, incluem no seu cartão profissional a expressão - INEXISTENTE no CONTEXTO LEGAL BRASILEIRO - "ex-Magistrado" ou "ex-Juiz". E digo INEXISTENTE, porque, pela LOMAN, uma vez MAGISTRADO SEMPRE MAGISTRADO, já que, com a APOSENTADORIA, o TÍTULO NÃO É PERDIDO e as PRERROGATIVAS se TRANSFORMAM em PRIVILÉGIOS.
Agora, com uma publicação que afirma que " Também é possível adquirir o pacote básico e complementá-lo com itens pagos à parte, de acordo com a necessidade de cada escritório.", o que se manifesta INEXORAVELMENTE é a existência de um CONTEXTO MIDIÁTICO ADREDEMENTE ELABORADO, IMPRESSO e DIVULGADO com apoio no custeio feito pelos Escritórios. O FATO é que a PUBLICAÇÃO se destina a PROFISSIONAIS que, dissimuladamente, pretendem CONTORNAR as PROIBIÇÕES e PRINCÍPIOS CONSTANTES dos princípios da competição sadia, constantes do ESTATUTO dos ADVOGADOS.
Os ADVOGADOS, individualmente, buscam proteger-se, proibindo tais meios, mas os ADVOGADOS, reunidos em EMPRESAS, esquecem-se de suas ATUAÇÕES e PRISMAS INDIVIDUAIS, passando a BUSCAR, através de MEIOS CONDENÁVEIS, porque só alcançáveis por alguns poucos, que dispõem de RECURSOS FINANCEIROS, REDUZIR a CONCORRÊNCIA e EXTINGUIR os PRECEITOS que defendem com tanto ardor, quando se sentam, como CONSELHEIROS, no plenário da própria ORDEM dos ADVOGADOS do BRASIL.
É hora do MINISTÉRIO PÚBLICO reprimir a prática que se avizinha, porque ela fere os DIREITOS do CONSUMIDOR, e o EXERCÍCIO de uma PROFISSÃO!

Vitrine da Soberba

MV70 (Advogado Autônomo - Civil)

Auto bajulação antiética.

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