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TJ-SP dispensa assistentes judiciários de bater ponto

Comentários de leitores

10 comentários

padronização

Rodrigues (Advogado Autônomo)

Ao contrario do se afirmam, a dispensa do registro de ponto é que fere o principio da isonomia, pois enquanto a maioria dos servidores esta sujeita ao registro de ponto o que é correto, os amigos do Rei sao dispensados.
Outrossim, esta na hora do Tj/SP padronizar os serviços dos cartorios, alguns servidores preguiçosos nao entendem que publicações lacunosa,dúbias apenas causa prejuizos a todos os en volvidos, Adv. Estag. que são obrigados a se deslocarem ate o cartorio e ao servidor que deixa de realizar outras tarefas p/atender ao balcão.

Reclamam de tudo e nem conhecem o sistema

Fernanda Fernandes Estrela (Assessor Técnico)

Considerando o novo sistema de informação implantado no TJSP em outubro do ano passado, já funcionando plenamente desde então, não só o TJ, mas também o CNJ, enquanto órgão de controle tem controle absoluto sobre produtividade, uma vez que todo e qualquer serviço processual é feito digitalmente e para tanto, o servidor, seja ele Assistente, Escrevente, Supervisor, etc, não precisa ser controlado pelo ponto biométrico, haja vista que o login no sistema é feito mediante uso de matrícula e senha, o que registra minuto a minuto todos os serviços realizados diariamente.
Assim meus caros, procurem um tema concreto para reclamar e deixe-nos trabalhar.

Ponto por Ponto

ca-io (Outros)

Ponto por Ponto tá na hora de regulamentar a petição, com nome das partes, numero do processo portanto padrão. Protodolo, confere e devolve no ato as incompletas ou desacompanhadas dos anexo, ai sobrará tempo aos assistente jurídicos, lógico com fila no protocolo, parece piada mas a qualidade das petições é coisa ridículo, lógico não generalizado mas a quantidade segundo me informaram é grande. Processo no TJ encaminham petição ao juízo de 1ª instância, segundo me falaram parece piada reclamar que o Judiciário é lento sem fazer a lição de casa.

Ponto

ca-io (Outros)

Aqueles que dizem que os servidores não trabalham generalizando com certeza têm problemas, deveria consultar um bom psiquiatra, não posso generalizar um advogado "meia boca" como que toda classe fosse muito pelo contrario o “meia boca” são poucos, e a Ordem está ai para defender o sigilo os direitos e prerrogativas deles. Quanto aos Assistentes Jurídicos não vai mudar nada em termos de celeridade eles já trabalham e muito sem receber um tostão, única coisa que vai acontecer é regulamentar o que já acontece e eles ganharão o tal tostão..

Discordância

Marcio Vinicius J. de Lima (Procurador do Município)

Discordo daqueles que dizem que os servidores não trabalham. O servidor que não trabalha está submetido ao órgão disciplinar de sua instituição. A regra é o trabalho, a exceção são aqueles que desvirtuam, aí são submetidos ao órgão disciplinar.
Márcio Vinicius
Presidente da Associação dos Procuradores da Prefeitura de Campinas.

Ao SERVIDOR DO TJ (Assessor Técnico)

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Lógico que tem.
Afinal, em alguns casos, se tiver de bater ponto, não poderá pegar carona com o nomeante, etc, etc.

Fora sartori!!!!!

Ética e Justiça (Outros)

Além de esse cargo ter sido criado com escreventes (cujo cargo exige apenas ensino médio), para outro que exige ensino superior e, ainda, SEM CONCURSO, esse Sartori ainda quer reinstituir o NEPOTISMO e a total falta de controle de horário e frequência????!!!
O que é isso??? Vamos acompanhar e não permitir essa palhaçada!!!

Será que ai tem?

SERVIDOR DO TJ (Assessor Técnico)

Somemos os fatos:
1- O TJ-SP dispensa os assistentes judiciários (somente estes servidores) de registrar presença pelo ponto biométrico.
2- O Presidente do TJ-SP quer mudanças na lei, para permitir que estes cargos sejam providos sem restrições de parentesco (vejam outroas matérias neste site a respeito).
3- Anteriormente, o mesmo Presidente do TJ, queria que tais cargos fossem DE LIVRE NOMEAÇÃO.
Feita esta matemática, pergunta-se: SERÁ QUE AÍ TEM INTERESSES ESCUSOS?? Será que haverá apadrinhamento?? Será que estes cargos serão providos pelo critério competência???
E ainda tem gente que acha que o CNJ e a Eliana Calmon não serviram para nada.

Absurdo

Luciano Alves Nascimento (Advogado Autônomo - Administrativa)

Salvo raras exceções, quem não pretende trabalhar ingressa no serviço público, já que lá não há quase nenhum controle. Essa medida, dispensa de o servidor comprovar que foi trabalhar, é mesmo característica deste país ridículo, no qual os funcionários do Estado fingem que trabalham , enquanto o povo que os paga não ta nem aí. Juízes e demais servidores (todos) deveriam ser obrigados a bater o ponto, como os funcionários da iniciativa privada, já que recebem para trabalhar. Quem sabe um dia o povinho deste país adquira vergonha na cara, pare de se interessar somente por samba e futebol, e passe a cobrar aquilo que é certo. Enquanto isso, quem não quiser compromisso com o trabalho, pode ingressar no serviço público. Dá para ganhar sem trabalhar e ainda arranjar uns belos trocados através da corrupção.

Tradição

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O servidor público brasileiro, em regra, não gosta de trabalhar. Veja-se o número de inscritos em concursos para se perceber facilmente a grande procura por um cargo público, porque é justamente nessas funções que se pode trabalhar menos, ou até mesmo não trabalhar. Se o cidadão comum brasileiro tivesse um pouco de vergonha na cara, não tolelaria tal tipo de absurdo e exigiria um enorme rigor quanto à frequência de todos os servidores, inclusive magistrados e membros do Ministério Público. Porém, preferem reclama que o processo não anda porque o advogado não da andamento...

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