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Segunda Leitura

Os desafios de Ayres Britto à frente do STF

Comentários de leitores

4 comentários

Luzes da Ribalta

Danilo Sávio Rocha Cavalcante (Advogado Autônomo - Criminal)

Pelo, conquistou comenários elencados, nosso bom poeta conquistou um presente de grego. Luzes da Ribalta. ... é reinar, mas não governar.

Só existem

Cid Moura (Professor)

2 instancias. Primeira e segunda. Stf não é 3 instãncia. Ademais, se não mudou... O Rext e o Resp não são de admissibilidade obrigatória.

Muito alem

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Sob meu ponto de vista, os problemas do novo Presidente vão muito além dos apontados pelo Articulista. O atual modelo de Suprema Corte no Brasil se encontra desgastado. Criado como Corte Política, visando defender os interesses dos detentores do Poder, o STF foi implodido com a democratização das fontes de informação trazidos pela internet. Apesar de gastar mais com propaganda de baixa qualidade do que com julgadores propriamente, hoje toda a população brasileira sabe que ali não há julgamentos no rigor da palavra (no sentido de aplicar o direito ao caso concreto), mas decisões de natureza político partidária, a maior parte prolatada por servidores, agravada pelo grande número de Ministros nomeados pelo Partido dos Trabalhadores (problema que nunca existiu porque no passado não havia reeleição). De um lado os Ministros são forçados a decidir do jeito que o Executivo manda. De outro, vem a pressão popular, tornando-se cada dia mais difícil administrar a situação, embora a quantidade de marketeiros pagos para jogar penumbra sobre a situação seja grande. Se os problemas de Ayres Britto fossem somente os apontados pelo Articulista, o Ministro estaria nos ceús.

Foro por prerrogativa de função.

Leitor1 (Outros)

Como de costume, o professor Vladimir elabora um rico e lúcido comentário. Apenas uma discordância. O foro por prerrogativa de função não é causa de impunidade. Ao menos, não nesse caso apelidado de 'mensalão' (por sinal, é interessante o apelo e as consequências jurídicas que têm decorrido da atribuição de apelidos a ações penais ou operações policiais, não?). Caso esse processo tivesse tido origem em primeira instância, não teria sido julgado ainda, dada a sua complexidade. E, além disso, ainda seriam necessárias outras 04 instâncias...

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