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Rapidez nas demandas

Encontro em Brasília discutirá processo eletrônico

O Conselho Nacional de Justiça irá sediar debate sobre o andamento do Processo Judicial Eletrônico (PJe) nos tribunais onde o sistema foi implantado. O evento ocorrerá em Brasília, em maio, e dele participarão os presidentes dos 25 Tribunais Regionais do Trabalho, dos seis Tribunais Regionais Federais, e dos 27 Tribunais de Justiça dos Estados. Participará também o novo presidente do STF e CNJ, Carlos Ayres Britto, que deverá fazer a abertura do evento. 

A criação do PJe aumenta a celeridade das demandas judiciais e da resolução dos conflitos. O sistema atende a uma necessidade de unificar com segurança e racionalização os esforços dos tribunais. Com a digitalização dos processos, o sistema permite o acesso à rotina e ao acompanhamento dos processos jurisdicionais e administrativos no Judiciário possibilitando maior transparência e rapidez no andamento dos autos. Atualmente, nenhum tribunal funciona de forma 100% digital. Os Tribunais de Justiça e Tribunais Regionais do Trabalho já aderiram ao processo eletrônico, mas ainda não estão com todas as varas instaladas.

“A intenção do evento é conhecer as dificuldades encontradas pelos gestores que já estão trabalhando com o software e, com isso, podermos  aperfeiçoar o sistema”, explicou o conselheiro Jefferson Kravchychyn, membro da Comissão Permanente de Eficiência Operacional e Gestão de Pessoas. Atualmente, 15 tribunais já utilizam a ferramenta criada para acelerar o andamento dos processos judiciais promovendo a substituição das ações judiciais de papel para o sistema eletrônico. O software foi desenvolvido no ano de 2011 pelo CNJ, em parceria com os tribunais.

Na avaliação do conselheiro José Lúcio Munhoz, presidente da Comissão Permanente de Eficiência Operacional e Gestão de Pessoas do CNJ, essa troca de informações entre os tribunais, proposta no encontro, servirá para incentivar a implantação do PJe em todo o Judiciário. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 22 de abril de 2012, 15h04

Comentários de leitores

1 comentário

Pm-sc

PM-SC (Advogado Autônomo - Civil)

Não há dúvida sobre a necessidade do procedimento judicial eletrônico.
Mas também não há dúvida sobre o seguinte: se o juiz não julgar rapidamenteo a ação, as peças processuais irão se multiplicar de forma assustadora e mais tarde [talvez com autos que corresponderiam a muitos volumes de papel), será "Deus acuda o julgador" diante de tantas telas por abrir no vídeo do processo digital. Alguém tem alguma ideia a respeito disso? Será que vão discutir isso no evento?

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