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Imagens e história

TV Justiça estreia programa sobre ex-ministros

Estreia, em abril, a série de documentários cujo nome provisório é "Personalidades". Os filmes contarão a vida de ex-ministros do Supremo Tribunal Federal, com imagens de arquivo e depoimentos de amigos, colegas e familiares.

A primeira cinebiografia a ser exibida será de Victor Nunes Leal, que foi ministro do STF de 1960 a 1969. Ele foi afastado do Supremo pelo Ato Institucional 6, promulgado pelo governo militar em fevereiro daquele ano.

Participam do documentário sobre a vida de Leal os ex-ministros do STF, Sepúlveda Pertence (antigo colega de escritório) e Carlos Velloso, o ministro Celso de Mello e o ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça, Eduardo Ribeiro. Com informações da Assessoria de Imprensa da TV Justiça.

Revista Consultor Jurídico, 10 de abril de 2012, 14h41

Comentários de leitores

5 comentários

Necessidade real

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Acredito, prezado Juacilio Pereira Lima (Outro), que se faz necessário sim a existência de uma TV estatal para tratar de assuntos específicos, que são repudiados pela mídia. Apenas para exemplificar, eu que sou advogado da área previdenciária sei o suplício que milhões de segurados da previdência social vem sendo submetidos, dia a dia, enquanto o assunto é reiteradamente negligenciado pela grande mídia, uma vez que essas empresas não querem tratar do assunto temendo a saída de patrocinadores importantes, como a Caixa Econômica, Banco do Brasil, ou mesmo do próprio INSS. Quando o assunto é tratado, mais das vezes são reportagens fajutas, preparados mediante paga visando inculcar na populaçao a ideia de que todos os advogados são bandidos perigosos, e no momento da concessão dos benefícios se deve sempre acreditar na decisão do servidor autárquico. Fato é que uma TV pública deve tratar de assuntos que interessam à coletividade, não a um grupinho de privilegiados como vem ocorrendo, dando atenção a todos os temas que interessam, o que também não vem ocorrendo.

Independência não rima com burocracia

Eduardo R. (Procurador da República de 1ª. Instância)

Data vênia, penso que a iniciativa deve ser prestigiada, pois é altamente educativo conhecermos mais de perto os grandes vultos do STF e da República. Equiparar os juízes, membros do STF e parlamentares, p.ex. aos demais agentes do Estado em verdade reduz a função judicial e parlamentar à dimensão de Administração Pública - e daí burocracia - que eles só tem muito parcialmente, pois sua função primeira - judicial e política - é de muito maior envergadrua do que a administrativa. É inegável que em todos os níveis e setores do Estado há o fenômeno da liderança pessoal.

O miserável Povo brasileiro não precisa disso.

JPLima (Outro)

Sempre me pergunto se vale a pena o alto investimento na TV Justiça? Qual o real benefício para o Povo Brasileiro dessa TV? Porque não fazer um convênio com a TV Câmara e TV Senado para divulagação dos atos jurídicos que interessa a população? Sinceramente, isso é brincadeira com dinheiro público. Aliás, no Brasil últimamente...vou te contar...ôoo paíszinho desgraçado. Muitos "intelectuais" do Brasil não sabem nem o que é STF e muito menos conhecem Ministros. Basta de biografias para magistrados, juristas e advogados. O Brasil precisa 1º de dignidade, coisa que o homem público brasileiro não tem, 2º de educação, escola para o povo. Por fim, não precisamos TV para se fazer Justiça. Basta apenas que os Magistrados trabalhem...e com dignidade.

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