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Fisco devedor

Mantega evita falar sobre dívida da Receita com bancos

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, evitou comentar o pedido do presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, feito nesta terça-feira (10/4), para que a Receita Federal pague uma dívida de aproximadamente R$ 300 milhões que o Fisco tem com o setor, devido à prestação de serviços. “Eu pensei que eles viessem trazer R$ 300 milhões”, disse o ministro, demonstrando bom humor, ao chegar ao Ministério da Fazenda, em Brasília, vindo de São Paulo.

De acordo com Portugal, além da dívida de R$ 300 milhões, contraída no ano passado, foram discutidas, com o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, mudanças na operação de arrecadação de impostos, incluindo o estabelecimento de taxas mais baratas.

O tema do spread bancário — diferença entre o custo do dinheiro que os bancos captam dos investidores e as taxas aplicadas nas operações de crédito oferecido aos clientes — foi discutido à tarde, com o secretário executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo Henrique de Oliveira.

Seguindo o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal anunciou, na semana passada, que irá reduzir as taxas de juros cobradas dos clientes nas operações de crédito. Assim, a Caixa também passa a reforçar a política do governo de pressionar o sistema financeiro para que reduza o spread bancário. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 10 de abril de 2012, 22h31

Comentários de leitores

1 comentário

E o PROER???????????????

Carlos Eugenio Giudice Paz (Advogado Autônomo - Consumidor)

Só uma perguntinha: a FEBRABAN cobrando do Governo uma pretensa dívida de só 300 milhões, mas quando vai pagar o que recebeu do Governo esquerdista do Fernando Henrique Cardoso (que não podia ver banqueiro triste que cortava o coração) com o PROER??????? Essa dívida com o Governo nunca foi paga e a ajuda foi infinitamente superior a que agora é cobrada. Banco tem uma desagradável mania de lembrar-se de créditos a seu favor, mas tem Alzheimer quando tem de pagar o que deve. Detalhezinho importante é dizer que o pagamento para o Governo era de muitos e muitos anos de prazo sem os juros que costuma usar para seus clientes. Um negócio de marido infiel e amante caprichosa!

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