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Procurador-geral

Alckmin nomeia Márcio Rosa como chefe do MP paulista

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin nomeou nesta quinta-feira (5/4) o procurador Márcio Fernando Elias Rosa para o comando do Ministério Público do estado. O novo procurador-geral de Justiça do Estado, na eleição feita entre os membros do MP para o cargo, no dia 24 de março, havia sido o segundo colocado, com 838 votos. Em primeiro, ficou Felipe Locke Cavalcanti, com 894 votos. Mário Papaterra ficou em terceiro, com 445 votos.

É a segunda vez na história do estado que o mais votado pelos membros do MP não é o escolhido pelo Palácio dos Bandeirantes. A primeira foi em 1996, quando o então governador Mário Covas indicou para o cargo Luiz Antônio Marrey, segundo lugar na eleição.

Em nota no site oficial do Governo, Alckmin elogiou o currículo dos três candidatos ao cargo. “Extremamente preparados, todos honram o Ministério Público paulista com suas atuações e biografias”.

Márcio Rosa já esteve nos cargos de diretor-geral do MP e, até novembro passado, era subprocurador-geral de Gestão do órgão. Atuou também no Centro de Apoio das Promotorias de Justiça Criminais e foi um dos primeiros integrantes da então Promotoria de Justiça da Cidadania. Com informação da Assessoria de Imprensa do Governo de SP.

Revista Consultor Jurídico, 5 de abril de 2012, 19h43

Comentários de leitores

11 comentários

Exercício de uma prerrogativa III

Eliseu (Cartorário)

O que está se comentando não é a capacidade intelectual e o notável saber jurídico dos candidatos, que com certeza fazem jus a indicação. Não fui cabo eleitoral de nenhum dos candidatos, porém toda a imprensa noticiou a ESTRANHA escolha e eu também. Covas foi o precursor. Ao VENCEDOR QUE NÃO LEVOU. Digo uma coisa: "O mundo da volta e como dá...."

Liberdade de expressão e opinião.

Museusp (Consultor)

O Sr. Flávio (funcionário Publico) tem direito a expressar a sua opinião. E não precisa provar nada poque é seu direito expressar-se. Realmente merece respeito o MP de São Paulo pelo duro e profícuo trabalho que realiza. Mas também merece atenção o silencio do MP na fiscalização das ações do governo do Estado. O governo alardeia realização de programas de saneamento ambiental e os rios de São Paulo continuam contaminados por lançamento de esgotos de troncos coletores constuidos pela SABESP. O Rodoanel Sul foi construido sob a direção de um bandido conhecido com práticas de crimes ambientais recorrentes, entre outros tantos, e não se viu nem se vê nem atuação do MP nem divulgação da midia "parceira". A sociedade clama pela ação "incondicionada" do MP que é um alicerce importante da democracia.

Prerrogativa sim (assim como outras tantas)

Bruno Nolasco (Procurador do Estado)

Primeiramente não se discute a competência institucional e acadêmica do Dr. Márcio Fernando. Segundo: qual o sentido de uma lista tríplice se o chefe do executivo não puder escolher o PGJ. Se fosse para ter eleição direta sem lista, o mais correto seria modificar a legislação aplicável.
Parabéns Dr. Márcio e suceeso para manter o MP/SP como uma das mais respeitadas instituições do Brasil.

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