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Magistratura deve ser preservada em benefício do povo

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32 comentários

Desequilibrio

Gabriel Matheus (Advogado Autônomo - Consumidor)

E o que você pretende em 18/05/2012, magistrado? Dar porrada? Comportamemnto desequilibrado o seu, que sai logo xingando participantes de cretinos, diferente de outros magistrados que opinam com elegância. Espero nunca ter um caso meu sendo julgado por você!

Você disse que sou covarde?

Directus (Advogado Associado a Escritório)

Ok. São José do Rio Preto, 18 de maio. Marque o lugar e a hora. Vamos ver quem é que se esconde, palhaço.

Não adianta falar de moral a um verme

Directus (Advogado Associado a Escritório)

Risível e passível de chacota é a sua triste figura, pobre Trinchão. Você é só um fracassado moral que gosta de atacar quem não conhece - de longe, é claro.
Recolha-se à sua insignificância - já não bastou a surra retórica que levou outro dia de uma jornalista aqui?

SR LEITOR ASO - OUTROS-

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Desculpe se lhe ofendi. Absolutamente não foi essa a minha intenção. Apenas,reiterando tudo o que disse, acho que,até para expressar o sagrado direito da 'crítica',como fez, num espaço técnico,se torna imprescindível, algum conhecimento da matéria. Os que aqui opinam, pelo menos a expressiva maioria, podem 'e têm' ideias divergentes,podem e 'se expressam com maior ou menor aspereza' e até mesmo 'batem boca'. Tudo é admissível dentro do campo da defesa de teses,mas....sempre sobre determinado tema e com 1 mínimo de fundamento.Repito,de minha parte o Senhor é MUITO BEM VINDO neste espaço,como qquer. um e pode falar o que bem entende,criticar,citar nomes etc., só que para tanto seria interessante que tivesse alguma argumentação para embasar as críticas, pois a 'crítica pela crítica' não se sustenta sozinha. Não adianta reclamar de colegas advogados e de mim (embora não tenha citado o meu nome nem de ninguém),apenas pelo direito de fazê-lo.Não ficaremos zangados consigo,apenas devolveremos na mesma moeda. Quando falamos com colegas pertencentes a área jurídica coisas que lhe parecem 'cabeludas', 'infamantes' ou 'inusitadas', não se fie tão somente nas conotações; são fatos que têm,sim, fundamento (pode não ser do seu conhecimento, mas têm). Se perceber discussões acirradas entre um e outro; troca de 'gentilezas' e até 'sopapos virtuais',não se preocupe, é inerente a profissão (n/confundir c/falta de educação).Á quem está fora da profissão pode lhe parecer insultos gratuitos,arrogância, etc., mas isso é justamente por não vivenciar o nosso ofício.Recomendo que vá assistir a um plenário do juri. Verá que depois das teses defendidas 'a ferro',todos saem 'juntos' para o merecido cafezinho. Capice? Não me queira mal, por que n/custa nada. Boa Páscoa.

Muito pertinente!

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

Não querendo interferir, contudo, interferindo, peço vênia, para fazer minha a pertinente e providencial manifestação do colega Fernando José Gonçalves. Por óbvio, todos têm assegurado o pétreo direito de manifestação, porém, nada é absoluto e ilimitado, inclusive, quando não se tem a necessária experiência profissional para tal envergadura. Vez por outra, assistimos aqui neste espaço, comentários tendenciosos e por vezes, irresponsáveis, cujo escopo único é o de atacar impiedosamente à classe dos advogados. Evidente, como qualquer atividade profissional, tem os bons e os maus, os honestos e os ímprobos, mas daí à generalização, é pura má-fé. No corolário da questão, a impressão que se colhe desses levianos e inconsistentes comentários, é que seria o advogado, na ótica caolha e hipócrita, não imprescindível - constitucionalmente - à própria justiça, mas, no revés, um profissional "figurativo" e, portanto, sem muita importância. Mas, graças a Deus, a ressonância é outra, pois, em quadro hipotético, o que seria a justiça ou o próprio Poder Judiciário, sem a providencial intervenção do advogado? Reflitamos...

FERNANDO JOSÉ GONÇALVES (Advogado Sócio de Escritório)

Leitor - ASO (Outros)

Apesar de toda a distorção dos seus comentários, tenho certeza que você entendeu o que eu escrevi.
Obs. Não seja tão arrogante na auto-imagem que faz de si mesmo e nas conclusões depreciativas em relação às demais pessoas que frequentam este espaço. A opinião de todos é importante, tanto quanto a sua. É só isso.

EM TEMPO - ASO - OUTROS

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

TODOS NÓS TEMOS RESPEITO, SIM, POR TODAS AS PESSOAS QUE SE """MANIFESTÃO"""" AQUI. VERBORREIA MAIS EXALTADA É COMUM NO DIREITO, QUE É FEITO E EXERCIDO POR PESSOAS ENÃO MÁQUINAS. PERCEBEU O QUE É PRECISO COMO BÁSICO ATÉ PARA EMITIR OPINIÃO ?

LEITOR ASO (OUTROS)

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

É verdade. Muita coisa realmente incomoda. Á mim, por exemplo, incomoda muito quando pessoas não ligadas ao Direito expressam a sua opinião sem saber do que estão falando (quero dizer não conhecem os bastidores mas apenas assistem ao espetáculo na 1ª fila do teatro). Não que eu tenha qualquer preconceito, afinal esta é uma coluna livre (graças a Deus) e , por incrível que pareça, vários dos "OUTROS" que aqui comentam, sem serem advogados, juízes, etc, têm bastante discernimento,coerência e 'entendem as mensagens nas entrelinhas', mesmo em contraponto a formação jurídica que não possuem. Não raro se sobrepõem, pela acuidade e perspicácia e inteligência e bom senso, a muitos colegas advogados. Todos são muito bem vindos a este pequeno espaço nesta revista eletrônica. Agora quando um sujeito critica 'críticas' sobre o que não conhece, ou, pior, faz delas (as críticas) sua bandeira como única expressão de linguagem,aí então é porque nunca entrou num Fórum; jamais participou de uma audiência (ainda que como mero espectador) e desconhece totalmente o que é defender posições (característica que está no DNA de qualquer advogado); tão teve sequer a curiosidade de assistir, no conforto da sua poltrona, as sessões diárias do STF, discussões acirradas em plenário e outros que tais, (que tornam o mundo jurídico tão interessante), de sorte que, para esses, a única coisa certa que fizeram, foi terem optado por OUTRA PROFISSÃO, como no seu caso. Sds.

O impostor de juiz(magist_2008) apareceu minha gente!

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

Finalmente o impostor de juiz deu as caras! Na penumbra covarde de falacioso pseudônimo, torna-se muito cômodo atacar leviana e covardemente os advogados que neste espaço se manifestam. Trata-se de um verdadeiro factóide virtual, as suas opiniões de tão grosseiras e reles, que passaram a servir de risíveis chacotas. E, viva o histrião "magist_2008"(até que poderia ser mais atual: 2012?)!

Questão

Robson Candelorio (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Àqueles que discordaram da ideia central do artigo, que pode ser sintetizada no título “MAGISTRATURA DEVE SER PRESERVADA EM BENEFÍCIO DO POVO, NÃO DOS JUÍZES”, assinale a opção que julga correta:
( ) Magistratura não deve ser preservada, mas sim eliminada, entregando-se a resolução dos conflitos ao duelo com pistolas ou espadas;
( ) Magistratura não deve ser preservada, mas sim eliminada e os conflitos devem ser julgados por líderes tribais;
( ) Magistratura não deve ser preservada, mas sim subordinada à OAB e seus membros serão demissíveis ad nutum pelo advogado perdedor da demanda;
(x) Todas as alternativas acima (em especial a última).

É preciso ter respeito pela pessoas que se manifestão aqui

Leitor - ASO (Outros)

Uma coisa que tem me incomodado muito ao ler os comentários postados neste espaço é a forma descortês e grosseira com algumas pessoas se referem a outras pessoas. E pelo simples fato de discordar de suas ideias.
Qualquer pessoa que se propõe a divulgar seu pensamento neste espaço, seja por meio de um artigo ou de um comentário, tem direito de ser respeitado.
Vamos agir de forma civilizada e democrática, pois estamos em um espaço frequentado por operadores do direito.
Há! o articulista está de parabéns. O grande número de agressões, infelizmente, neste espaço, se tornou o termómetro de argumentos irrefutáveis.

TALVEZ AINDA EXISTAM JUÍZES SÉRIOS

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Do jeito que as coisas andam (culpa da mallllldita imprennnnsa), logo os honestos, em qualquer cargo público serão autênticas exceções (se é que já não são). Os nobres Magistrados que tanto enaltecem e se vangloriam de passado num concurso público (onde diversas vagas já têm dono, desde a abertura das inscrições - e não é de hoje não)esquecem-se de que tudo que temos presenciado (outra vez a inescrupulosa imprennnnsa), é fruto dos acontecimentos. Nada foi inventado; nada foi desmentido e ninguém foi punido. A 'pseudo' democracia em que vivemos (sim pque. democracia moderna longe está de se fazer perceber pela força, pela intransigência ou mesmo pelo poder ditatorial, como d'antes)não passa, na verdade, de uma 'anarquia', onde quem está levando vantagem (normalmente os de sempre),não tem interesse nenhum em mudar esse estado podre e corroído. Interessa, e muito, a poucos, a mantença dessa bagunça, inde facilmente se confunde tudo e dentro desse caos, sempre fica mais fácil tirar o 'rabo da reta'. Caia na real, preclaro julgador e lute pelo enobrecimento da classe e não pelo acobertamento das mazelas de seus pares indignos.

Ainda existem advogados sérios!

Directus (Advogado Associado a Escritório)

Parabéns ao articulista. Tudo o que escreveu é fruto da percepção sensata da realidade, da dedicação aos estudos de Teoria do Estado e, claro, de isenção e caráter, atributos cujas definições são desconhecidas pela maioria dos "comentaristas" daqui.
Aliás, para quem tem SÓ UM POUCO de vergonha na cara, a legitimação da posse na magistratura, pelo concurso (não se inventou instrumento mais democrático), decorre DIRETAMENTE da Constituição Federal. Então, na opinião de alguns, ela seria ditatorial só nessa parte, certo?
Ora, deixem o despeito de lado e parem de ser cretinos. Aprendam a ser bons advogados e cidadãos com o nobre articulista (se bem que isso será difícil, pois educação é algo que se recebe desde o berço).

Magistratura: "nobreza republicana", pois na redoma, s/voto

Procurador Raulino (Procurador Federal)

O articulista, ao fazer registros sobre a crise de legitimidade nos poderes republicanos, espercialmente nos dois que, bem ou mal são instituídos pelo voto livre e desimpedido da cidadania - o Executivo e o Legislativo, óbvio -, em que pesem todos os paradoxos e as contradições de uma sociedade como a nossa, perde a oportunidade de focar no desequilíbrio que há com apenas dois dos três poderes sendo autenticamente republicanos, e democráticos, pois crivados pelas urnas.
Assim, ao invés de apelar às forças vivas da nacionalidade, representadas pelo próprios povo e suas lideranças autenticas, especialmente para aquelas representativas e extraparlamentares, o articulista tenta "preservar" da crítica democrática um poder posto na redoma da vitaliciedade, essa peça de museu que é figura esdrúxula e ridícula para o nosso tempo, de absoluta transparência de busca de uma convergência, cada vez maior do povo com as suas instituições.
Essa atual crise das instituições políticas, mais uma ou apenas um interminável ciclo de crise, ouso afirmar que ela reside justamente no desequilíbrio do tripé formado pelos três poderes, onde apenas dois são republicanos e democráticos, e o terceiro, o Judiciário, no caso, é um poder aristocrático, quase monaárquico, posto que foi na redoma da vitaliciedade e distante do crivo das urnas. Essa deformação teria que contaminar as instituições, quando o povo cada vez mais exige transparência e legitimidade.
No modelo democrático brasileiro, não apenas o da Carta Política mas também o que a dinâmica do dia a dia constrói, quase sempre até melhor que o Supremo, o voto é impresncindível, mas no Judiciário sem partidos políticos, com financiamento público de campanha(para o mesmo sim),mantido o concurso público(PEC-526/2006)

rivotril para o articulista

Leneu (Professor)

e já, pois parece que este advogado (que deve com certeza querer alçar voo para a magistratura em breve) não tem convivido com juízes - que se recusam diuturnamente a receber as partes para despachar, sempre com desídia e falta de educação.
vamos jogar a criança fora da banheira e salvar a água suja.

SONHADOR

João Szabo (Advogado Autônomo)

Louve-se o raciocínio do Ilustre articulista, mas entendi que o título do tema é uma pretensão a ser buscada, mas que não existe, ainda, na realidade, mais, ainda, na brasileira. Acho que o articulista deveria pensar, inclusive, nas dúvidas, já de início, que os concursos públicos para a magistratura causam na população, quando somente, ou pelo menos a grande maioria, são extraídos daqueles que tem mais QI, circunscritos a parentes, amigos, filhos de políticos, filhos desembargadores, filhos de ministros etc. Então quando a transparência, em grande maioria, for vencida, então podemos entrar no mérito do texto do articulista. Ele fala do político eleito, que no dia seguinte vira bandido, no entanto não fala na corrupção que é o próprio sistema político, possibilitando que bandidos, antes de eleitos possam ser candidatos. Coisas como: um menor de 18 anos, e maior de 16, tem capacidade para decidir os rumos da nação, através da “sagrada obrigação do voto” (outra excrescência), mas não tem discernimento para entender o caráter criminoso do seu ato. E vai por aí afora. Prazos de 24 hora, ou 48 horas, do CPC, entre a intimação e a decisão pode levar meses, quando não anos. Então aconselho o Ilustre articulista a propor mudanças, no sistema, para que tenhamos realmente políticos sérios, bem como magistrados que sejam respeitados, não pelo poder da caneta que carregam, mas por sua postura e dignidade, e aí terá o meu apoio integral. “Ora (direis) ouvir estrelas! SONHAR, DOUTOR, PODE, MAS NÃO RESOLVE.

Esta faltando artigos?

Manente (Advogado Autônomo)

Juacilio Pereira Lima (Outro)
É o fim dos tempos. E ainda tem gente escreve esse tipo de artigo. Pior, gente que perde tempo em ler. Como eu. (02)
Só uma perguntinha: "O articulista foi ou pretende ingressar na magistratura?"
Ô Conjur, precisamos de artigos mais interessantes e que de fato, nos conceda a satisfação de lê-los.

MEU DEUSSSSSSSSSSSSSSSSSS

claudenir (Outros)

ESSE DR. PROVOU QUE NÃO SE FOGE A REGRA. EM TODAS AS FUNCÕES EXISTEM OS BONS PROFISSIONAIS E OS MAUSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS.
AINDA BEM Q NÃO É DA MINHA CLASSEKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Quanta estultice!

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

Incrível,mas o surpreendente e deletério artigo foi escrito, deveras, por um advogado, ou ululante puxa-saco de um Poder corroído por sérias e graves denúncias de desvio de conduta de parte de seus componentes? O que pretende o ilógico e parlapatão articulista, defender e levar para a sua casa os juízes malfeitores? O risível de todo o escopo "defensivo", é que ele , talvez, queira dar atestado de incautos a tudo e a todos, como se em um passe de mágica pudesse reverter a lei de gravidade, e com isso, tampar o sol com peneira grossa! Quanta excrescência. Não, não, o país tem um Poder judiciário à prova de corrupção e desvios de conduta, mas de qual país está-se a falar honestamente?

Leu e não entendeu

rode (Outros)

Tem gente comentando o artigo, parecendo que o leu mas não o entendeu. O argumento de alguns é criticar mais ainda, sem se ater à essência do artigo. Muito lúcido, aliás. Mas fazer o que em um País com pífia formação educacional?

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