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Quebra de decoro

Vídeo mostra briga entre promotor e advogado em SP

Um vídeo mostra parte da confusão entre um promotor de Justiça e um advogado, durante sessão de julgamento no Fórum Criminal Central Ministro Mário Guimarães, em São Paulo. As imagens captaram troca de ofensas entre acusação e defesa, e depois mostram que um partiu em direção ao outro, para agredi-lo.

De acordo com a ata lavrada pela juíza da sessão, Patrícia Inigo Funes e Silva, o promotor Fernando Albuquerque Souza agrediu moral e fisicamente o defensor Claudio Márcio de Oliveira. Mas a câmera estava fixada no rosto do réu, e o vídeo captou apenas o som da troca de ofensas entre os dois. Mostra que o promotor foi para cima do advogado depois de ouvir xingamentos direcionados à sua mãe.

Os dois começaram a discutir por causa da forma com que o promotor se dirige ao réu, questionando a veracidade de seu depoimento. O advogado, então, questiona o fato de a juíza não ter se manifestado, ao que o promotor chama o defensor de “bandido” e o acusa de ter ligação com a facção criminosa PCC. É aí que começa a briga, conforme o vídeo abaixo, gravado no dia 22 de setembro:

Revista Consultor Jurídico, 30 de setembro de 2011, 11h50

Comentários de leitores

45 comentários

QUE VEXAME!!!

prof. (Advogado Autônomo)

Vejam como está a nossa Justiça! QUE VEXAME!!! Necessário se faz uma reforma no sistema Processual Penal brasileiro, a fim de que os crimes da competência do Tribunal do Júri, passem a ser julgados pelo Juiz singular, pois, a liberdade ou a condenação do réu fica a mercê de um "bate boca" entre a defesa e acusação, chegando, às vezes às vias de fato, como é este caso. Muitas vezes, o Jurado é levado a condenar ou absolver, de acordo com sua relação de amizade com a defesa ou acusação, ou até pelo que ouviu falar fora dos autos. Se no crime de Latrocínio (que é pior), é o Juiz singular quem julga, porque não deixar, também, o Homicídio? Quando o Juiz pronuncia um réu e o manda à Júri, é porque tem dúvidas de sua inocência,caso contrário, absolveria sumariamente; então, porque não sentenciar uma vez que o Juiz é um técnico em Direito? VEXAMES IGUAIS A ESTE NÃO MAIS ACONTECERIAM.Já houve uma corrente que defendia esse posicionamento,entretanto, não vingou. É uma pena!

VIDEO. NADA.

André Eiró (Advogado Autônomo)

De video não tem nada. Só audio. Agora a cara de medo do réu, é ilário. Quase ele diz, me leva de vota pra cadeia, lá é mais seguro.

Recato intelectual

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O que chama a atenção na discussão de muitos temas de interesse coletivo no Brasil é o grande número de "pitacos" de quem nada sabe sob os pontos em discussão. Ora, quem entende da questão da maturidade dos magistrados e membros do Ministério Público somos nós advogados, que estamos no "front" de batalha todos os dias, e os demais profissionais que também estão na labuta junto dos magistrados. Os demais, que eventualmente travam contato com a atividade judiciária, podem até estar na melhor das intenções, mas lhe falta, mais das vezes, o contato necessário a exarar conclusões.

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