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A Justiça e o Direito nos jornais deste domingo

Dois integrantes de um suposto esquema de desvio de recursos do Ministério do Esporte acusam o ministro Orlando Silva (PCdoB) de participação direta nas fraudes, segundo reportagem publicada pela revista Veja. O soldado da Polícia Militar do Distrito Federal João Dias Ferreira e seu funcionário Célio Soares Pereira disseram à revista que o ministro recebeu parte do dinheiro desviado pessoalmente na garagem do ministério.  Clique aqui para ler mais na ConJur.


Aulas de religião
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, deve sancionar ainda neste mês o projeto de lei recém-aprovado pela Câmara que prevê a contratação de até 600 professores para darem aulas de religião em escolas municipais. Em texto publicado neste domingo na Folha de S.Paulo, Hélio Schwartsman diz que a escola pública não deveria ensinar religião. "É claro que pais são livres para educar seus filhos na fé de sua preferência, mas isso deveria ser feito no contexto de seus lares e templos. Assim como igrejas não têm o hábito de ensinar física e aritmética em seus cultos, a escola pública não deveria ensinar religião."


Carta à Venezuela
O governo brasileiro enviou carta à Venezuela ratificando o apoio à política de "direitos humanos" do país vizinho, após um aparente mal-estar provocado por uma fala da embaixadora do Brasil na ONU em Genebra, Maria Nazareth Farani Azevedo. Em reunião no Conselho de Direitos Humanos da ONU, a diplomata fez discurso dirigido à Venezuela sobre a independência do Poder Judiciário e liberdade de imprensa no país. A informação é do Estadão.


Dia de votação
Os bolivianos vão às urnas hoje para a primeira eleição de juízes supremos no país. A votação, justificada pelo presidente Evo Morales como uma tentativa de democratizar a escolha dos magistrados, ganhou caráter político e corre o risco de se transformar numa espécie de referendo sobre o governo. De acordo com reportagem do Estadão e da Folha de S.Paulo, trata-se de uma manobra para permitir que Evo controle também o Poder Judiciário, além do Executivo e do Legislativo.


Véu do discórdia
Uma muçulmana foi impedida de fazer prova do Detran em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, por se negar a retirar seu véu, usado por mulheres islâmicas por motivo religioso, de acordo com a Folha de S. Paulo. A dona de casa Ahlam Abdul El Saifi, 29, teve seu exame para renovar a CNH bloqueado, chamou a PM e registrou queixa na delegacia. "Houve discriminação religiosa", protestou Jihad Hassan Hammadeh, xeque da União Nacional das Entidades Islâmicas no Brasil.


Corte de gastos
Um mês depois de a organização não governamental Contas Abertas ter divulgado levantamento dos gastos do Conselho Nacional de Justiça com passagens aéreas, diárias, festas, homenagens e publicidade, nos oito primeiros meses de 2011, o presidente do órgão, ministro Cezar Peluso, baixou portaria disciplinando o ressarcimento de despesas efetuadas por conselheiros e funcionários. A notícia é do Estadão. Clique aqui para ler mais na ConJur.


Abuso de autoridade
A atriz Thalma de Freitas, 37, registrou queixa contra dois policiais militares do Rio por abuso de autoridade. Ela foi levada para a 14ª DP para fazer revista íntima após ser abordada pelos policiais na favela do Vidigal, na zona sul, de acordo com a Folha de S.Paulo. Segundo o advogado da atriz, Arthur Lavigne, ela havia deixado minutos antes a casa de seu namorado na Chácara do Céu, favela vizinha.

Revista Consultor Jurídico, 16 de outubro de 2011, 11h40

Comentários de leitores

1 comentário

Islão

D4NieL (Servidor)

Postaram esse link aqui, no OGloglo, e achei ótimo. Segue: http://infielatento.blogspot.com/2011/06/lei-islamica-sharia-para-os-nao.html

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