Consultor Jurídico

Colunas

Nova Justiça

O Supremo, a Corregedoria do CNJ e a prática

Comentários de leitores

4 comentários

NÃO HÁ JULGAMENTO ENTRE PARES

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Só pode existir imparcialidade de julgamento quando quem é julgado não o é por seus próprios pares, como acontece nas Corregedorias de Justiça. Já no CNJ, um órgão amalgamado de juízes promotores e advogados, o sítio dos embates encontra-se balanceado, de forma a permitir, de maneira mais justa, a apreciação dessas pendências, em especial quando os protagonistas são desembargadores.

O Supremo, a Corregedoria do CNJ e a prática

Paulo A. M. Filomeno (Advogado Associado a Escritório - Civil)

Me pergunto qual a razão de não ser sancionado o Corregedor que não apura um caso nos TJs?
Se existe para isso e não cumpre com a sua obrigação, deveria era ser punido.

Nova Justiça ... CNJ ... a prática

Paulo Magalhães Araujo (Advogado Autônomo)

Muito lúcido o texto. Importante fosse divulgado entre os leigos, nos meios de comunicações tradicionais para acesso geral.

Regra Geral e Exceção

Rui Costa Gonçalves (Juiz Federal de 1ª. Instância)

A pretensão (com resistência, como em qualquer Democracia que mereça ser reconhecida como tal) é no sentido de a exceção se transformar em regra geral.

Comentar

Comentários encerrados em 21/10/2011.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.