Consultor Jurídico

Notícias

Investigação Patrimonial

CNJ investiga juízes acusados de grilagem de terras

Comentários de leitores

5 comentários

Parabéns!

Daniel André Köhler Berthold (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Gostei muito do comentário do Sr. Consultor Deusarino de Melo.
É bem isso que precisa ser feito. Nessa ordem.
Infelizmente, muitas vezes, noticia-se bombasticamente o início de uma investigação contra meia dúzia e se dá a entender que milhares de magistrados foram condenados por atos indevidos.

Investigar é preciso, mas concluir é muito mais...

Deusarino de Melo (Consultor)

Não é necessário só investigar, tem que ir fundo, descobrir, tornar público, PUNIR...

corporativismo ideológico é cego

ILDEFONSO DOMINGOS (Advogado Autônomo - Consumidor)

Ser corporativista com um fim em sí mesmo é ser corporativista ideológico, objetivo, sem atentar pelo princípio da equidade de cada fato e ato do colega. Defende-se o bandido travestido de Juíz porque ele exerce a mesma profissão do que eu. Infelizmente, é o que sempre ocorreu com a maioria dos Magistrados. Ora, vamos acabar com esta barreira, tratando o Juíz como funcionário público que é, que deve satisfação de seus atos ao patrão, o jurisdicionado.

BANDIDOS DE TOGA DE 1º E 2º iNSTÂNCIAS

Xarpanga (Advogado Autônomo - Civil)

"... colocou outro e em poucos meses o outro estava no mesmo esquema"..."corporativismo ideológico perigosíssimo" nas corregedorias do Poder Judiciário, que favorece a infiltração de "bandidos de toga"...
É assim mesmo que funciona, a combativa e escorreita ministra tem razão, o juiz criminoso de 1ª inst. se declara impedido e em seguida a banda podre do Tribunal nomeia um outro juiz ainda mais bandido que continua cometendo as mesmas bandalheiras do primeiro impedido e mais, com a missão de defendê-lo e transformá-lo em anjo.

Ditadura jurisdicional indo pro espaço sideral

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Como advogado, já fui processado mais de uma dezenas de vezes (mas nunca condenado) por lançar críticas fundamentadas contra deslizes e irregularidades graves cometidas por magistrados e servidores do Judiciário. Não há defesa a ser feita. Nada do que se diga ou que se deixe de dizer é levado em consideração por quem quer que seja, vez que para eles o que interessa tão somente é a condenação visando impedir que outros também lancem críticas e a coisa mude. A única arma contra tais ataques é demonstrar perante a sociedade que a conduta imputada como crime é também realizada pelos acusadores e julgadores, demonstrando que a acusação é feita visando se atender às contingências do corporativismo. Quando a situação se torna insustentável eles baixam a guarda. Assim, as críticas que tem sido lançadas pela Ministra Eliana Calmon são na verdade um grande salto em busca de melhores dias, uma vez que nós advogados, quando acuados podemos usar como exemplo a própria fala da Ministra, demonstrando que no mesmo contexto ela não foi processada ou condenada.

Comentar

Comentários encerrados em 6/12/2011.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.