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Contrato com correspondentes

Bancas se cercam de cuidados ao terceirizar serviços

Comentários de leitores

5 comentários

DESPACHANTES JURÍDICOS - LEMBRETE-

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

São esses pequenos escritórios que realmente trabalham para os figurões que emprestam apenas seus nomes, ganham credibilidade e muito dinheiro, para depois ainda tacharem os colaboradores de "despachantes' jurídicos.
Lembrem-se, "despachantes jurídicos", se o contrato de prestação de serviço for entre essas "empresas de advocacia",verdadeiros "rolos compressores" (no mais das vezes comandados por algum filho de juiz/promotor, político,etc) e advogados (pessoa física) cabe, quando lhes meterem o 'pé na bunda', uma bela RECLAMAÇÃO TRABALHISTA para reconhecimento do vínculo empregatício, pois, o advogado que não tem autonomia,(pressuposto indissociável da profissão) fazendo apenas e tão somente o que e como lhe é determinado, PELA JURISPRUDÊNCIA PREDOMINANTE DO TST É CONSIDERADO EMPREGADO. Sendo assim, tem garantido todos os direitos do advogado empregado no próprio local físico do escritório contratante.

DESPACHANTES E NÃO ADVOGADOS

Hudson Resedá (Advogado Sócio de Escritório - Trabalhista)

CADA EMPRESÁRIO TEM O ADVOGADO QUE MERECE.
COMO DESTACADO POR UM DOS SÓCIOS DAS GRANDES BANCAS MENCIONADAS NO ARTIGO EM COMENTO, OS ADVOGADOS TERCEIRIZAOS ATUAM COMO "DESPACHANTES", CXONSIDERANDO O FATO DE RECEBEREM NÃO APENAS AS PETIÇÕES JÁ REDIGIDAS (NA MAIORIA DAS VEZES, DESTAQUE-SE, MAL REDIGIDAS), MAS TAMBÉM GRAMPEADAS "PARA EVITAR ERROS". UM ABSURDO. UM DESRESPEITO PARA COM ALGUNS ESCRITÓRIOS QUE ATÉ APARENTAM PORTE RAZOÁVEL E SE SUBMETEM A TAL JUGO, COMO OCORRE EM RELAÇÃO A "ADVOGADOS-DESPACHANTES" QUE MILITAM NO ESTADO DA BAHIA, MAIS PRECISAMENTE EM SALVADOR.
È VERDADE.
OS "MEDALHÕES" QUE EMPRESTAM SEUS NOMES ÀS GRANDES BANCAS, E QUE POSSUEM ENORME INFLUÊNCIA E LIGAÇÕES COM POLÍTICOS DE TODA ESPÉCIE, GANHAM OS MILHÕES E DISTRIBUEM AS MIGALHAS PARA OS SEUS DESPACHANTES NAS VÁRIAS CIDADES DO NOSSO PAÍS.
E ASSIM CONTINUARÁ, ATÉ QUE OS BACHARÉIS DESPACHANTES DEIXEM DE SE APRESENTAR COMO ADVOGADOS E SE SUBMETAM AOS VÁRIOS CONCURSOS PARA INGRESSAR NAS CARREIRAS DE NÍVEL MÉDIO PERANTE ORGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, OU MESMO JUNTO A BANCOS E SIMILARES.

QUEM CONTRATA ESSAS EMPRESAS DE ADVOCACIA MERECE SE DAR MAL

Olympio B. dos S. Neto (Advogado Autônomo)

As empresas que contratam esses grandes escritórios que ao invés de trabalhar diretamente com seus funcionário, substabelecem poderes para diversos correspondentes merecem passar aperto.
E muito bom ver essas empresas perdendo, pois muitas vezes é difícil esses correspondentes entenderem o que acontece nesses processos que eles recebem pela metade.
Talvez os embates judiciais enfrentados por muitas empresas tivessem mais resultados positivos se eles contratassem diretamente advogados onde estão suas filiais, ao invés de terceirizarem esses serviços, pois a seleção desses profissionais, e até o serviço seria muito mais fácil de serem realizados.
Além disso, não precarizariam tanto a advocacia, pois o advogados de pequenas localidades, que em outras situações seria melhor remunerado, acaba sendo derrubado por esses grandes escritórios que cobram um valor mais interessante para essas empresas que contratam milhares de advogados empregados e correspondentes pagando valores ínfimos e contribuindo para a desvalorização da advocacia.
A OAB deveria tomar uma posição quanto essas grandes bancas de advocacia que acabam com a advocacia, pois com a quantidade de advogados no Brasil em cada um dos seus estados já é difícil de concorrer, imagine os advogados que já tem uma concorrência grande em sua região tendo que concorrer com escritórios que praticamente vendem serviços por brasil inteiro e depois repassam suas obrigações para outros advogados. Claro que isso só serve para destruir mas os advogados que lidam diretamente com os seus contratados e ainda contribui para uma precarização maior da advocacia.

Boutique?

Parra (Advogado Associado a Escritório - Civil)

1. Concordo absolutamente com o comentário tecido pelo colega, um escritório com esse porte nunca será uma boutique jurídica, que sem dúvida exige um trabalho artesanal, sem aqueles conhecidos Ctrl C/ Ctrl V dos grandes escritórios, em que inúmeros erros são cometidos.
2. A última foto exibida na matéria é do advogado Fábio Romeu Canton Filho e não do Dr. Carlos Roberto, redação corrija o erro crasso.

Data venia

Lucas Hildebrand (Advogado Sócio de Escritório)

Data venia, boutique com 3,2 mil processos por todo o país não se classifica como boutique.

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Comentários encerrados em 5/04/2011.
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