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Comentários de leitores

7 comentários

HC x Roubalheira x Democracia.

Gilberto Serodio Silva (Bacharel - Civil)

O número de 100 mil HC em três anos mostra que estão roubando mais os cofres públicos nas a democracia continua firme e o judiciário alerta na defesa dos direitos dos ladrões....e da democracia...kkkkkkkk
Rouba, alivia, acobertem, sed lcoupletem mas não esculacha.....kkkkkk G Serodio
A investigação nos crimes de colarinho branco
Por Marcelo Auler
Cerca de 30 advogados, juízes, membros do Ministério Público Federal e policiais federais estão reunidos no Rio de Janeiro, durante esta sexta-feira (10/6), para debater o combate à criminalidade no seminário “O Estado Brasileiro e o Crime Organizado”, promovido Instituto Innovare, cujo presidente do Conselho Superior é o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos.
O subprocurador da República, Wagner Gonçalves, abriu os debates e destacou a banalização do uso dos Habeas Corpus que, segundo ele, está desvirtuado. “Hoje ele serve para tudo, para discutir qualquer questão da Ação Penal e não só a liberdade de locomoção, de ir e vir, que é da essência dele”, disse.
Gonçalves destacou estatísticas do STJ, segundo as quais, em 19 anos a corte recebeu 100 mil HCs e só nos últimos três anos recebeu mais 100 mil. “A continuar assim, o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal passarão a ser Superior Tribunal Penal e Supremo Tribunal Penal”, afirmou. Ele também comentou a questão da execução da pena, defendendo que ela comece após o julgamento de segundo instância, como prevê a PEC dos Recursos de autoria do ministro Cezar Peluso.

Hilário o editorial de O Globo

Gilberto Serodio Silva (Bacharel - Civil)

Que democracia cara palidas?
Fazem o que fazem por excesso de democracia e libertinagem. Porque não contam sobre quem financiou o PROJAC...

princípio errado

PauloP (Engenheiro)

Tecnicalidades para aumentar a impunidade.
Se uma prova foi obtida de forma ilegal ela não deveria ser desconsiderada (a menos que seja false, é claro), ela deveria ser considerada, mas dar origem a outra investigação sobre o porque dela ter sido obtida de forma ilegal.
Ao desqualificar investigações, evidências e provas porque elas não satisfizeram o rito, o juiz passa a mensagem de que o rito é mais importante que a justiça.

Juiz deve ser Juiz e não justiceiro

E. Coelho (Jornalista)

Na democracia o Juiz deve ser Juiz e não justiceiro, parabéns ao STJ !

E assim vai

dinarte bonetti (Bacharel - Tributária)

E assim vão se encontrado soluções tecnicas para manter bandidos de colarinho branco fora das grades.
Como é difícil montar uma democracia moderna que funcione.

Chaga aberta

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O Brasil vive uma fantasia, uma ilusão. Imagina-se que o país possa se tornar seguro, justo, democrático, nos termos do sonho do Constituinte e aspiração da maioria dos homens de bem, mas mantém incólume o tema dos abusos praticados por agentes públicos e a correspondente responsabilização. Na prática, a situação concreta que temos difere em pouco de quando Cabral aportou por essa terras. Engana-se quem imagina que basta modificar leis ou a Constituição para que a Justiça de fato seja uma realidade entre nós. Desnecessário leis quando os juízes podem, impunemente, negar a vigência de acordo com os interesses políticos, econômicos ou mesmo pessoais de cada uma. Ou se ataca essa chaga que ataca o coração da República, ou estaremos condenados ao atraso e subdesenvolvimento humano.

Engatinhando

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Lembro que na época o STF determinou o envio de ofício ao CNJ a fim de que fossem tomadas providências contra o então Juiz Federal Fausto de Sanctis. Isso levou mais de cem juízes federais e ele ligados, vinculados ao TRF3, a fazer um ruidoso manifesto em horário de trabalho, enquanto estavam sendo pagos para cumprir o que a lei determina ao invés de promover manifestos. Com muito custo o então Arquivador (digo, Corregedor) do TRF3 determinou a intimação de todos os juízes federais que participaram do manifesto, a fim de que esclarecessem porque estavam fazendo manifestou ao invés de cumprirem as funções para os quais são pagos. No minuto seguinte a "juizada" batia às portas do Conselho da Justiça Federal, que logo barrou as providências visando à responsabilização. Os anos se passaram e o tempo demonstrou que Fausto de Sanctis agiu com abuso, mas se livrou da punição supostamente pelo fato de ter sido promovido a Desembargador. No final, da história, ficou comprovado que os juízes federais que participaram do manifesto na verdade queriam seguir os mesmos trilhos de Fausto de Sanctis, cometendo irregularidades sem serem punidos, e nenhum deles acabou respondendo por coisa alguma. Alguns dizem que a democracia brasileira ainda dá os primeiros passos, mas o que digo é que ela na verdade ainda nem aprendeu a engatinhar, sendo certo que agente públicos se comportam, tal como ocorrida na época da monarquia, como indolentes nobres em seus feudos.

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