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Nova liderança

Diretoria eleita da Ajufesp toma posse no TRF-3

Os juízes federais da 3ª Região Ricardo Geraldo Rezende Silveira e Paulo Cezar Neves Junior tomam posse dos cargos de presidente e vice-presidente da Ajufesp (Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul) nesta segunda-feira (13/6), às 19h30, no Hall Nobre do Tribunal Regional Federal da 3ª Região.

Entre as autoridades confirmadas estão: o presidente da Assembleia Legislativa de SP, deputado Barros Munhoz, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, e o deputado federal Arnaldo Faria de Sá.

Eleição
A Chapa "Ajufesp  Forte Independente e Unida" foi a única inscrita para o pleito pela Diretoria Executiva e Conselho Fiscal da Associação para o Biênio 2011-2013. Foram computados um total de 124 votos, sendo 117 para a chapa, 6 brancos e um nulo.

A comissão eleitoral que fez a apuração foi composta pelos juízes federais, Isadora Segalla Afanasief,  Wilson Zauhy Filho e Victorio Guizo Neto.

Revista Consultor Jurídico, 13 de junho de 2011, 19h58

Comentários de leitores

2 comentários

Igualdade?

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Não entendi porque a cerimônia de posse foi realizada nas dependências do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região, uma vez que a AJUFESP é uma instituição privada, que pela lei sequer precisaria existir. Nunca ouvi dizer que associações de advogados ou de servidores realizam cerimônias nas dependências de algum tribunal, embora formalmente esses recintos sejam igualmente dependências de trabalho de todos.

O deputado mais dos juízes do que dos advogados

Elza Maria (Jornalista)

O deputado Federal Arnaldo Faria de Sá parece mosca de padaria: onde tiver um pão doce, lá está. Gosta de se fazer presente num evento, principalmente se for recheado de outras autoridades. Dizem as más línguas que embora ele seja advogado, nunca fez nada ou fez muito pouco pela classe a que pertence. Seu alinhamento com a advocacia não passa de discurso vazio, pura demagogia. É mais contabilista do que qualquer outra coisa, e tudo que faz entra na contabilidade dos frutos políticos que pode colher. Agora está lá, ao lado daqueles que declaradamente conflagram com a advocacia. Advogado e jornalista que se preza não vota no deputado Arnaldo Faria de Sá.

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