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MEC suspende 11 mil vagas em cursos de Direito

Comentários de leitores

4 comentários

Finalmente

dinarte bonetti (Bacharel - Tributária)

Finalmente o MEC inicia um trabalho de depuração que a OAB nunca se dispôs a incentivar.
Resta saber se a ação vai atingir faculdades de direito caça níqueis, de propriedade de figurões da própria OAB.
Assim que se depurar essas faculdades fajutas, o exame de ordem passará a ser desnecessário, acabando com suas injustiças e patranhas.
E a OAB poderá descansar em paz, e cuidar realmente dos interesses da classe.

Desigualdade

Flávio Souza (Outros)

Gente, o massacre moral em desfavor dos bacharéis em direito poderia ser comparado ao bullying a que tanta classe social reclama. Ora, isso acontece porque somente a área jurídica é submetida ao Exame, aliás, a área de ciências contábeis já fez a primeira prova e lá o resultado tb é quase comparável as reprovações visualizadas no Exame da OAB, e olha que no caso de ciências contábeis foi aplicada somente uma fase. Daqui uns tempos esses profissionais tb serão alvos de chacotas e ameaças de fechar cursos. Esperem para ver. Enquanto isso, nas demais profissões nada disso ocorre, aliás até parece que tudo vai as mil maravilhas. Defendo a permanência do Exame, todavia que essa igualdade seja extensível a todas as profissões, e a partir daí verificaremos qual a qualidade de cada uma, inclusive das escolas seja ela pública ou privada. A título de curiosidade, vejam na URL qual foi o resultado do concurso para procurador do Estado (http://www.tudorondonia.com.br/noticias/pge-divulga-resultado-da-prova-escrita-objetiva-,22235.shtml). Se um dia o Congresso Nacional fixar Exame a todas as profissões, uma coisa é certa ou a educação melhora ou a meta do governo de igualar índices de matriculas no ensino superior a outros países vai por água abaixo.

Assustador

Fabiano Bichara (Advogado Autônomo)

É simplesmente assustador o nível dos atuais estudantes de Direito.

Só?

Guilherme Pulis (Advogado Associado a Escritório - Civil)

O MEC deveria cortar mais vagas e autorizar a abertura para nichos aonde o Brasil realmente precisa como para criação de tecnologia. Evidente que a abertura de novas vagas depende da demanda das Universidade que decorre da demanda popular. Logo, o Ministério da Educação deveria formular plano de ação direcionando, por exemplo, os incentivos de FIES e Pró-uni para tais nichos removendo-os da área de humanidades como Direito!

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