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Comentários de leitores

5 comentários

Decisão às Avessas

Douglas Sabongi Cavalheiro (Advogado Sócio de Escritório - Trabalhista)

Intrigante a novel decisão da 5 Turma do TST.
Além de intrigante é inovadora em aceitar o processamento do Recurso de Revista sem procuração do advogado subscritor.
Todas as decisões da 5 Turma do TST e do próprio TST são unânimes em denegar seguimento ao Recurso de Revista por falta de pressuposto extrínsico, no caso em tela, a procuração outorgada ao advogado da Agropecuária.
A Justiça é do povo para o povo.
O Judiciário deve atender aos aclamos sociais dos ex-trabalhadores da VASP e distribuir a Justiça com celeridade, revendo a decisão e não conhecer do Recurso de Revista, conforme reiterada e maciça jurisprudência do C. TST.
A contratação de ex-ministros da Corte Especial para advogarem em caráter particular no próprio Tribunal deveria ser vedada, pois não há como negar a existência de favorecimentos.
A decisão às avessas não é intrigante?

SURRUPIADO

ACosta Filho (Outros)

A justiça fecha os olhos para quem foi SURRUPIADO e abre para quem SURRUPIOU, é o BRASIL, já dizia meu velho pai "A RAPADURA É DOÇE MAS NÃO É MOLE NÃO", vai comendo Raimundo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

MÔRRO E NÃO VEJO TUDO

ACosta Filho (Outros)

O que o Sr.Canhedo tem de tão preciosidade que a justiça sempre está do lado dele ? Mesmo sabendo que ele é caloteiro, digo CALOTEIRO porque eu sou prova de fui roubado por ele...........

CONSTITUIÇÃO FEDERAL

Martins (Advogado Autônomo)

Parabéns Consultor Jurídico. A Constituição Federal vale mais - e muito mais - que nossos interesses individuais. Só se constrói uma nação - e a nossa, como visto, está por ser construída - com imprensa livre. Sigam em frente!

Não é com eles

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O CNJ não possui poder para impedir o julgamento ou afastar os Magistrados, mas tão somente para instaurar processo administrativo disciplinar e aplicar as penalidades por parcialidade no julgamento. Pelo que consta, a exceção de suspeição ainda não recebeu processamento no TST, mas a prática mostra que em casos graves de parcialidade o costume do juiz suspeito é rechaçar a exceção e dar continuidade ao julgamento, embora a lei determine o afastamento imediato dos autos até que a exceção seja decidida pela instância superior. Óbvio que a questão é das mais intrigantes nos últimos anos, uma vez que a atuação parcial de magistrados é um dos pilares que mantém o Poder Judiciário como o conhecemos, e o CNJ certamente tudo fará para conter a sangria após o pessoal ter posto o dedo na ferida.

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