Consultor Jurídico

Comentários de leitores

9 comentários

PODER???

STS Federal (Outros)

Será qual poder que alguns dizerm que os EPF'S e APF'S querem???
Não se trata de poder e sim de organização gerencial e administrativa.
Os EPF's E APF's, só querem reconhecimentos, pois imaginem quem é que faz todo o serviço de RUA, ANÁLISE, INTELIGÊNCIA, LEITURA DE IPL's, PASSAPORTE, VISTORIAS NOS PRODUTOS QUÍMICOS, SEGURANÇA, PORTE DE ARMA,PRISÕES EM FLAGRANTES, RELATÓRIOS, ETC, ETC. ETC.
O JOSIAS expressa aqui poucas palavras em que dá um norte para quem quer se aprofundar na REAL situação da Polícia Federal Brasileira.
Quem realmente tiver interesse neste órgão, deveria estudá-lo com mais afinco e saber como está o DPF atualmente.
LEIAM sobre o OPF e veja como a polícia federal poderá ser mais útil para a sociedade.
Para alguns que acham que os EPF'S e APF'S querem poder, esclarece-se desde já que podem ficar com o poder, porém deixem os EPF's e APF's trabalharem, pensarem, dirigirem as suas próprias operações.
A palavra PODER não está no dicionário do OPF (novo cargo proposto) e sim a palavra MUDANÇA - valorizar quem deve ser valorizados.
Se os DELEGADOS querem o bem da polícia federal tá aí uma boa oportunidade para apoiarem o OPF e brigarem juntos com os EPF's e APF's por essa mudança.

Quem paga a conta ...

Rivadávia Rosa (Advogado Autônomo)

No País da corrupção em que os criminosos, sobretudo os de ‘colarinho branco’ quando pegos com a ‘boca na botija’ imaginam-se acima da Lei e se auto julgam (in) justiçados.
O fato é o trabalho da Polícia, qualquer polícia, é sujeito ao crivo do Ministério Público, dos Juízes e Tribunais, da sociedade, da imprensa e, também dos sindicatos principalmente os com vocação política partidária.
Porém, não é de se estranhar uma ‘nova geração de direitos’ engendradas pelas novíssimas vítimas, a exemplo das milhares'vítimas' da ditadura militar
que recebm polpudas indenizações e gordas pensões, sem sequer pagar imposto de renda.

Crise de identidade

Lúcia Machado Castralli (Delegado de Polícia Federal)

Só não erra quem nada faz. De qualquer sorte, todo servidor público está sujeito a responder civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições. Lembrando que a responsabilidade civil tem índole patrimonial e indenizatória. Os infratores são passíveis de representações e seus atos são apuráveis judicialmente. Contudo, o que o texto assoma, de forma cristalina, é a imensa mágoa revanchista de seu autor. A entidade que representa (Fenapef), lamentavelmente, tem como objetivo principal a desestabilização da carreira de Delegado, embora todos os seus dirigentes tenham um dia cobiçado tornar-se Autoridade Policial, sem êxito. Sentar e estudar, nem pensar. Fracassaram nas provas e na tentativa de driblar o concurso público. Inconformados, buscam apoio político, urdem projetos diversos, visando buscar uma equiparação de mando e salarial que os Delegados obtiveram por mérito. O sabor amargo da incompetência e da inveja fomentam a crise de identidade aqui escancarada. Está na hora do Agente Josias mudar de profissão, quem sabe advogar para alguns dos investigados que defende, porque o seu desgosto está afetando o dever primordial de um Policial: o de honrar e ser leal à instituição que serve. Lúcia Castralli - Delegada de Polícia Federal

Quem paga a roubalheira, sonegação, fraude fiscal e outros?

Gilberto Serodio Silva (Bacharel - Civil)

Esclareça o autor quem paga o prejuizo dos cofres públicos coma roubalheira generalizada sendo exposta nessa caso do Ministério dos Transportes comandado pelo PR - Partido da Roubalheira e tantos outros que a PF sabe - só não sabem do que não querem ou mandam não querer - e não chegam a mídia e conhecimento do público.
Essa operação Satiagraha foi uma farsa. Nos conte os autor o que aconteceu copm o IPF das famosas contas CC% do Banestado e Banco do Brasil em Foz do Iguaçu, que levou o senador Alemão ameaçar de morte o PGR Luiz Francisco de Souza dentro do congresso em uma dessas CPI de acobertamento que não resulta em nada igual auditoria do TCU?
Melhor não falar mais isso, com certeza não interessa ao banqueiro Daniel Dantas. Quem pode manda quem tem juizo obedece e puxa saco sempre que possível.
Quando começarem julgar apenar e condenar e colocar na cadeia os deliquentes do colarinho branco o Brasil começa tomar jeito, sermos todos iguais perante a lei por que até agora uns são mais.
A propósito, tdosja sabem das roubalheiras, corrupção descarada prevaricações naquele ministerio dos transportes, DINIT ex DNER, mudaram os nomes, mudam as moscas mas a patifaria é a mesma. Perguntinha para encerrar pois estou farto de alavancar a mídia do parcial CONJUR: e os corruptores do DINIT quem são? As empreiteiras certo? Não aquelas dos paremntes dos defenestrados mas as grandes. Sobre esses vocês não querem falar certo? Por favor, nos poupem, mais noticias de julgamentos, jurisprudências e menos sobre essas farsas espetaculosas e 171: iludir a boa fé do póvo em benefício proximo, data venia. Bom domingo a todos e cuidado com os ladrões de todos os tipos que assolam o país. O mal exemplo vem de cima.

Ações de regresso?

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A Polícia Federal, na verdade, é a Polícia Política do Palácio do Planalto. Toda a atuação do órgão é visando à satisfação dos interesses do grupo político que domina a União, sejam legítimos ou não. Exemplo: milhares de inquéritos instauradas em relação a fraudes concedendo benefícios previdenciários a segurados da Previdência, mas nenhum instaurado visando apurar fraudes cometidos por servidores públicos indeferindo os benefícios, mesmo quando a conduta ilícita do servidor é comprovada em juízo. Assim, nenhuma ação regressiva vai ser proposta pela AGU, que também é comandada pelo Planalto, uma vez que os agentes agiram, mais das vezes, cumprindo "ordens de cima", ainda que prolatadas tacitamente.

BRIGA

Karla sinova (Advogado da União)

Quem paga a conta é a União, em última instância a sociedade brasileira. A AGU - não a Administração da Policia Federal, pode e deve , se for o caso, cobrar a conta em regresso ao policial causador do dano. O artigo do APF traz discussões importantes, mas diante dos ataques diretos a Delegados, parece ser mais um capítulo da eterna disputa de poder no âmbito da PF, , tendo de um lado Agentes e Escrivães e de outro os Delegados Federais.

É o que o povo quer

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Ora, enquanto houve plateia para prisões ilegais e submissão de cidadão a situação de indignidade, a Polícia Federal, em conluio com a Justiça Federal e o Ministério Público Federal vão continuar a realizar mega operações acusando inocentes, e alimentando o noticiário diário com prisões sem provas, com o intuito único de dar entretenimento às massas. Em países democráticos esses reiterados abusos seriam punidos severamente, POR PRESSÃO POPULAR. Aqui, ninguém se importa se a pessoa presa ou acusada é inocente ou culpada. Independentemente do caso, prisões são comemoradas sempre, e enquanto houver essa aspiração do povo nada vai mudar.

Infelizmente!!!

Manente (Advogado Autônomo)

Nós pagamos a conta!!!

O CIPÓ DE AROEIRA NO LOMBO DE QUEM MANDOU DAR

Luiz Carlos de Oliveira Cesar Zubcov (Advogado Autônomo)

A Fenapef informa em sua página da internet que o APF Josias Fernandes Alves responde a dois processos disciplinares e a um inquérito por sua atuação de sindicalista, entretanto, a sua postura e coragem é de um profissional comprometido com a realidade dos fatos. As suas defesas ultrapassam os interesses da classe que representa com firmeza e denodo.
As ameaças por meio da instauração desses procedimentos não lhe demudaram o caráter, por isso, a instituição servil ao poder não deterá a sua marcha exemplar de encarar e divulgar a verdade.
Parabéns!
As operações factóides - responsáveis por injustiças de toda espécie - tiveram por objetivo principal o marketing eleitoral para continuidade da facção política instalada, mediante a cumplicidade da cegueira voluntária de personalidades patológicas, culminando com a promoção da mediocridade.

Comentar

Comentários encerrados em 30/07/2011.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.