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Livros distribuidos pelo Governo ensinam errado

Comentários de leitores

15 comentários

Pior do que está sempre fica.

Daniel Lobo (Outros - Tributária)

Como não sou polido como o autor do artigo,acrescento que não foi apenas o art.13 da CF que foi violadomas todos os incisos do art. 3º também.Aprendendo a falar errado, a sociedade será ainda mais injusta,pois o VERDADEIRO idioma será um luxo de poucos(inciso I);logo,o desenvolvimento nacionar ficará ainda mais comprometido(II);ocasionando a proliferação da pobreza e das desigualdades sociais(III) e por fim,serão vítimas do próprio ensino que tiveram, pois ao concorrerem com alunos de escola que ensinaram o português corretamente,não terão qualquer chance.Temos ainda afronta aos art.205;206,VII e obviamente o art.1º,III. Mais dinheiro circulando não é sinal de desenvolvimento,mas de mero aumento no consumo. Somente com educação um país avança, a violência diminiu e a tolerância cresce.
Como dizia Monteiro Lobato, "um país se faz com homens e livros", ele deve estar se revirando no caixão. Fica o consolo de quem não está presenciando a morte de seu país. Tiririca se enganou, pior do que está, fica, SEMPRE FICA.

PREZADO APEDEUTA CANANÉLES, VULGO BACHAREL

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Se não for bacharel em Direito, pior ainda, pois pelo vernáculo empregado (típico de quem escreve com o dicionário no colo), seja lá qual o curso que efetuou, é preciso um pouco mais para falar difícil. É necessário saber o que se está dizendo e o "porque". É aí que residem "as ignorâncias" - como você prefere-
Não faz mal, nem tudo pode ser perfeito. O importante é ter saúde.

Os livro dos inguinorante!!!

Denise Maria Perissini da Silva (Psicólogo)

Nem háo que se discutir, penso que "os livro" tprecisam ser retirados do mercado. Como se não bastasse o fato do Brasil estar em 85º lugar em educação e ninguém reclama, foi eliminado da Copa América e todo mundo ficou triste!
Olha, não sou advogada, sou psicóloga, autora de 5 livros e dezenas de artigos em Psicologia Jurídica, e tenho vergonha e preocupação com a língua portuguesa ensinada nas escolas, corrijo meus filhos todas as vezes porque sempre aparece algum coleguinha menos instruído e fala algo errado, incentivado por pais "inguinorantes".
Salvo engano meu, um dos motivos mais fortes de reprovação na OAB consiste em erros de gramática, ortografia e lógica redacional. Quem defende "os livro dos inguinhorantes" deveria parar e repensar isso!
Conheço comunidades que incentivam a "inguinhorança" porque, quando uma criança começa a estudar mais e quer falar corretamente, é vista como "fresca" Dá para entender? Coincidentemente, são comunidades onde falta educação, saúde, infra-estrutura, saneamento básico, alto índice de homicídios (embora os moradores "inguinhorante" não queiram asfalto nas ruas para não atrair ladrões(que vêm de "heliocópto", "é craro"!!!

Fernandinho, o desconexo.

Cananéles (Bacharel)

Caro Fernandinho, quem falou em curso de Direito? O Bacharelado é uma titulação acadêmica, que não está relacionada, somente, ao curso de Direito. Eu, hein, é como você mesmo disse: não sabe sequer o básico!

Lamentável a troca de ofensas pessoais

Flávio Ramos (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

O raciocínio do autor é simplista e apressado, mas está correto seu repúdio ao patrocínio estatal à obra com esse conteúdo. Enquanto que o autor do livro tem direito, e, concedo, até alguma razão, à sua interpretação das palavras não flexionadas como uso legítimo do idioma, o professor tem a obrigação de seguir e deixar claro qual é a norma culta. Falar errado é comum, é normal, é típico de uma realidade linguística, pode ser legítimo e até aceitável, mas não é correto. Sustentar que não há diferença entre certo e errado, aceitar que tudo vale, só tem diferentes conveniências, é um erro e um desserviço à educação.

AO PRETENDENTE A ADVOGADO - NA LINGUAGEM CHULA 'MEIA BOCA"

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Gostei do "SUAS IGNORÂNCIAS" , no seu 'ignorante', pretensioso e desconexo comentário, típico de quem não tem capacidade sequer para o "básico" (em se tratando de candidato a advogado): "passar no exame da OAB". Continue tentando, mas sem muita expectativa: já há milhares de candidatos melhores do que você ainda sem a carteirinha. Sds.

Os comentários dos netinhos

Cananéles (Bacharel)

O articulista deixou claro, tão-somente, que sabe dois ou três artigos da CF e quase nada de estudos linguísticos. Também pudera, o camaradinha é advogado!O mais engraçado, ainda, é o coro fascistóide dos comentaristas, que desfilam desavergonhadamente as suas ignorâncias - linguística, sociológica, epistemológica etc -, e responsabilizam o PT por um descaso com a educação brasileira que já dura mais de quinhentos anos! É claro que os comentaristas não estão falando sério; na verdade, estão lançando chistes, gags e gracejos propedêuticos. Não fosse essa a intenção, jamais um comentarista misturaria Didática("a estratégia do PT é manter o populacho na ignorância extrema"), Política Econômica ("a bolsa família é composta de migalhas de reais") e Direito Eleitoral ("a bolsa família é prática contumaz de crime eleitoral") num mesmo parágrafo! Seguindo a programação humorística, outro comentário - ferindo, por completo, a lógica cartesiana -, afirmou que os intelectuais brasileiros - por suposição, pois não deixou claro -, são burros de esquerda (?!), seguindo com uma dissociação esquisita entre termos absolutamente xipófagos: conhecimento e cidadania. Sem falar, claro, da confusa correlação histórica inserta na expressão "idiota revolucionário", pois o próprio Hitler - um belíssimo exemplar de um revolucionário idiota de direita -, se amolda perfeitamente à precária definição "filosófica" do comentarista. Daí a certeza de que ninguém sequer folheou o livro da professora; nem outros de linguística; tampouco alguns de filologia românica. E já que adentramos no mundo das cartilhas escolares, de ver-se, escancarado - na infantilidade intelectual dos comentários -, o resultado de uma educação à moda antiga, cujos netinhos continuam vendo a uva do vovô.

O livro é bom.

Edevaldo de Medeiros (Juiz Federal de 1ª. Instância)

Concordo integralmente com Paulo, o livro é muito bom. A crítica ao seu conteúdo teve início por má-fé, na medida em que a imprensa, inicialmente, divulgou os trechos escritos "de forma equivocada", sem apresentar o contexto em que eles se inseriam. Depois, vieram algumas críticas nitidamente puritanas, pregando que os brasileiros deveriam ignorar sua própria cultura, da qual faz parte a língua falada, categoria na qual se insere o texto acima. Por fim, há outros erros no texto além dos referidos por Paulo, como pode existir algum, ou alguns, nesse meu comentário, o que serve somente para demonstrar que o bom uso da linguagem ocorre quando se atinge o seu objetivo precípuo: a comunicação, e não para acentuar diferenças sociais ou culturais.

e a vírgula?

Rodrigo Esteves S. Pires (Advogado Sócio de Escritório)

Prezados,
Está correto o uso da vírgula depois de "aceitar", como o fez o subscritor?
É que, salvo engano meu, não se deve separar, por vírgula, o verbo do objeto (no caso, direto) da oração.
Mas eu entendi perfeitamente o texto, que está muito bem escrito etc.

Discordo do texto. Vocês leram o livro? Eu li.

Paulo Pereira da Costa (Outros)

As críticas são precipitadas. O livro não estimula nem falar nem escrever errado. Mostra a forma certa e adverte para a necessidade de muita leitura para dominar a norma culta do idioma, pois há situações em que não se pode afastar dela. No Capítulo I mostra-se que escrever é diferente de falar. E é mesmo. É possível fazer-se entender sem atender plenamente às regras gramaticais e ortográficas. A língua falada sofre variações regionais. "Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa, uma das maiores obras-primas da literatura, deve ser banida? Várias composições antológicas da MPB deixam de lado o português formal. “Saudosa Maloca”, de Adoniran Barbosa, “Vaca Estrela e Boi Fubá”, de Patativa de Assaré. Quem não entende? Aprende-se a falar em casa, muito antes de ir à escola. A função da escola é ensinar a ler e escrever, e é óbvio que tem de fazê-lo segundo as regras oficiais, primar pela técnica, mas é salutar que o aluno, ao mesmo tempo em que aprende regras formais, tenha oportunidade de desenvolver o senso crítico. Saber pensar tem de vir antes de saber falar. O aprimoramento da linguagem falada cabe ao aluno, como efeito natural do domínio da escrita. Ao referir-se à fala popular como uma variante da língua, o livro é honesto, deixa a cargo do aluno a escolha de quando empregar, convida-o a pensar. Não se recusa um convite assim. Mais contato com a linguagem correta propicia mais naturalidade no seu uso falado ou escrito. É essencial ler muito, pensar. O brasileiro lê pouco, tem preguiça de mexer os neurônios. Vejo erros crassos no texto acima: "pelos mesmos se tratarem de uma linguagem popular", "não traz benefícios a qualquer (nenhuma) pessoa", "por" (verbo pôr) Quem critica precisa ter conhecimento. A propósito: não sou petista nem professor.

QUEREM TORNAR O POVO CULTO ? - QUE ABSURDO-

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

P.... mas se forem publicar o livro com o português correto, existirá grande possibilidade de os jovens aprenderem também a falar e se comunicar corretamente. Isso, numa operação em cadeia, abrirá espaço para que outros, que lhes sucedam, também tenham a mesma visão correta da língua e, com isso, o país irá se modificar para melhor. Sabendo ler e escrever fluentemente, o poder de cognição dos problemas e das mazelas brasileiras será facilmente aferido e 'novas cabeças' poderão tentar corrigir os erros, impedir os abusos,protestar pelo que é certo e até aprender a votar !!!! Já imaginaram o perigo que um simples livro, bem redigido e responsavelmente criado poderá trazer para os políticos desta Nação ? Lembrem-se: povo inculto é povo cativo, pacífico e não oferece qualquer perigo, permitindo que se perpetue todo tipo de marginalidade provinda daqueles que exercem o poder que os aprisiona.

Apologia da ingorancia

Nicoboco (Advogado Autônomo)

Por que um livro de Português leva o título "Por uma vida melhor?" Esta na mentalidade burra de esquerda, predominante no meio intelectual, priorizar o ensino de "cidadania" em detrimento do conhecimento da matéria. Estamos criando idiotas revolucionários, não educando. Hoje muitos jovens incorporam esse espírito de esquerda, calcado no antiamericanismo infantilizado, vitimismo histórico, politicamente correto, apologia da ignorância, entre outras bocalidades defendidas por professores mais interessados em mudar o mundo do que transmitir o saber.

Paradoxo

Wilson Unger (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Eu nasci há dez mil anos atrás, quando a escola pública era infinitamente melhor que a particular. Aliás, o discriminado era o aluno da escola particular, pois, a ele se atribuía estar na escola particular onde, dizíamos, quem pagava passava.
Hoje os tempos, infelizmente são outros, pois, tal distribuição de livros é destinada às escolas públicas fomentando a formação de levas e levas de analfabetos funcionais, que posteriormente serão incluídos em cotas em universidades, pois por óbvio não podem concorrer com alunos vindos de escolas particulares. Este é o triste paradoxo do ensino no nosso (nosso???) planeta Brasil.

Requentando

revolta (Outros)

Por que estamos discutindo notícia velha? Tal fato já foi amplamente discutido na mídia, quando ficou claro que se analisou apenas um recorte destaa obra destinada á educação de adultos não se analisando todo o contexto.

Manter as massas na ignorância

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A estratégia do que chamam de "Partido" dos Trabalhadores é manter a população no nível mais elevado possível de ignorância, aguardando as migalhas do bolsa família em troca de votos. Cartilhas e livros ensinando errado, diante da ausência completa de qualquer responsabilização, passarão a ser a praxe de agora em diante, enquanto o aluno bate na cara da professora (que se ao menos se defender é demitida e processada criminalmente).

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