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Comentários de leitores

8 comentários

O Haidar só pode estar de gozação

Marcelo (Bacharel)

Dizer que o Brasil é um país diferente da Austrália, da Suíça e da Islândia é chover no molhado. A Austrália também é diferente dos EUA, da Alemanha e da Noruega, mas nem por isso estes países financiam sonegadores. Ao contrário, lá os sonegadores estão atrás das grades, cumprindo penas duríssimas. Pelo que se depreende de seus textos, o brincalhão do Vaidar defende a institucionalização da sonegação.

Truculência arrecadatória da Receita Estadual de S. Paulo

Roberto Rodrigues Ramos (Suboficial da Aeronáutica)

É exatamente isso. Ações injustas, confiscatórias, confusas, contraditórias e acrescento, truculentas. Pois é essa a situação que estamos passando, com relação a Receita Estadual de S. Paulo. Um terreno, recebido por herança, a título de divisão amigável, na cidade de Taubaté-SP, com ITCD recolhido, passado pelo crivo da Receita Federal, Receita Estadual e Municipal e inventário devidamente homologado pelo Sr. Juiz, que por um descuido, teve o valor lançado no IRPF/2005 incorretamente e agora,tudo corrigido conforme valor constante da escritura,lavrada em Cartório. Terreno esse com Certidão de Nascimento, CPF, RG, Domicílio e mais testemunhas, quero dizer, terreno oriundo de herança, inventário homologado, tributos recolhidos, cadastrado na Prefeitura, Registrado em Cartório em 1.999, testemunhas; pelo engano no Lançamento na declaração do IRPF, vem agora, a RECEITA ESTADUAL DE SÃO PAULO, cobrar ITCMD, que foi recolhido. O processo, o tal AIIM da Receita Estadual, passeia desde 04/09/2010 até agora, entre TAUBATÉ e CAMPINAS. Se o nobre Agente Fiscal tivesse lido com atenção, os documentos de Cartório de Registro de Imóveis, constante de minha defesa, teria evitado todo esse transtorno, pois tive que constituir um advogado para fazer a defesa de algo que foi pago. E agora, se o valor declarado no IRPF foi corrigido, conforme documentos de cartório(1.999), pergunto: AIIM de quê? Querem é que eu gaste meus parcos recursos e não durma! Tenho toda a documentação referente ao inventário. A polêmica surgiu somente pelo engano ao lançar um valor incorreto no IRPF de 2005 e já corrigido. Lamentável!

Direto ao ponto, simples e direto, como sempre

Cristiano Candido (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

Dr. Raul, obrigado por continuar compartilhando sua sabedoria conosco.

Artigo atual, preciso e corajoso !

E. Coelho (Jornalista)

Prezado Dr. Raul Haidar:
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Parabéns pelo seu artigo, ele é atual, preciso e corajoso!
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O contribuinte não pode ser tratado como se bandido fosse, por outro lado, num país com milhares de Lei, milhares de Decretos, milhares de Portarias e Resoluções fica difícil, ou quase impossível, obedecer e cumprir tudo nos mínimos detalhes.
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Parabéns !!!

Concordância

Daniel Barbosa (Advogado Assalariado - Tributária)

Concordo em topos os pontos. A Administração Pública tem sido abusiva em diversos atos contra o contribuinte. Falta a compreensão pelos servidores públicos que eles servem ao público, prestam seus serviços ao povo que contribui. O que o autor diz é a indignação que muitos gostaria de se manifestar.

Correto.

André (Advogado Autônomo)

O articulista sempre acerta no tom. Na verdade são as empresas que financiam o governo e ai está incluída a própria Receita Federal, além, evidentemente, da remuneração do SERVIDOR Publico que prestou as infelizes declarações ao Estadão. Caberia ao agentes "pensantes" buscar alternativas que simplificassem o arcabouço tributário do Brasil, mas, pelo contrário, gastam o tempo "maquinando" formas de "meter a mão" no bolso do empresário. Seja por vias legais (talvez inconstitucionais), seja por vias não tão legais.

A voz de muitos

Daniel Barbosa (Advogado Assalariado - Tributária)

Bravo!!Raramente nos deparamos com artigos que representam tão bem a voz do povo. A indignação do tributarista contra a Receita é a indignação de muitos que por vezes são calados pela tamanha arbitrariedade do fisco. Temos nos deparado frequentemente com tamanho abuso por analistas fiscais e também auditores despreparados, que sequer tem conhecimentos de Constituição Federal ou Direto Administrativo. O sistema da RFB quanto a CONSOLIDAÇÃO do REFIS 4 tem sido precário e completamente falho no momento de busca dos referidos débitos dos contribuintes para consolidação, transferindo ao contribuinte este ônus em verificar esta procedência, mas ao que é pior, se deparando com analistas que confessam que o sistema é falho e orientando a entrar com um processo adminsitrativo de revisão. Enfim, parábens ao tributarista pelo artigo e torçamos para que a Receita em um futuro não muito distante consiga sobrepor seus servidores "concursados" por outros qualificados conforme o Estado de Direito, bem como com um sistema da RFB compatível com situações atípícas que porventura aconteçam e com o século XXI, ainda, com servidores que compreendam que o serviço público consiste em um serviço para o público, para a sociedade, não nos visualizando (contribuinte) como inimigo.

Ótimo artigo

RTF (Advogado Autônomo - Tributária)

Parabéns pelo excelente artigo.

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