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Segundo não

Acusado de mandar matar juiz não consegue HC

O desembargador Mário César Ribeiro, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, negou o segundo pedido de liminar em Habeas Corpus impetrado pelo empresário Josino Guimarães. Ele é acusado de ser o mandante do assassinato do juiz Leopoldino Marques do Amaral, em 1999, no Paraguai. Ainda há outro pedido de revogação da prisão preventiva na 7ª Vara Criminal da Justiça Federal de Mato Grosso, que deve receber parecer do Ministério Público Federal. As informações são do site G1 de Mato Grosso.

Josino também é suspeito de arquitetar um plano para questionar a morte do magistrado, por meio de um inquérito falso. O delegado da Polícia Civil, Márcio Pieroni, é acusado de ter ajudado o empresário. Os dois estão detidos desde o dia 9 de maio.

Segundo a investigação do MPF, o delegado Pieroni tentou tumultuar o processo em que Josino é réu. O delegado teria pedido até a exumação do corpo do juiz assassinado, na tentativa de provar que ele ainda estava vivo — e que o crime não ocorreu, portanto.

Além dos dois, foram interrogados também Clóves Guimarães, irmão do empresário, Abadia Paes Proença e o agente Gardel Lima. Eles são acusados de formação de quadrilha, denúncia caluniosa, falsidade ideológica, fraude processual, interceptação telefônica não autorizada, quebra de sigilo funcional e violação de sepultura.

Revista Consultor Jurídico, 6 de julho de 2011, 14h55

Comentários de leitores

1 comentário

Grave violação a direitos humanos

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Creio que o caso do assassinato do juiz Leopoldino é um dos muitos que deveriam ser avocados, investigados e julgados, por um órgão federal criado especialmente para essa finalidade. Os anos passam, várias pessoas são acusadas e presas, e não se chega a nenhuma conclusão. Será certamente mais um crime na qual o Brasil deve ser responsabilizado na Comissão Americana de Direitos Humanos.

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