Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Orientação jurídica

CNJ propõe assessoria a detentos por estudantes

Estudantes de Direito poderão ter a oportunidade de prestar assessoria jurídica a detentos na Paraíba. A ideia do Conselho Nacional de Justiça será apresentada, nesta sexta-feira (21/1), na Escola Superior da Magistratura, na capital João Pessoa. O objetivo é firmar um convênio com instituições de ensino do Estado da Paraíba para que esudantes que estão concluindo o curso de Direito prestem assessoria jurídica aos detentos do sistema carcerário local.

O encontro é uma das atividades do Mutirão Carcerário que, desde o último dia 12, o CNJ faz no Estado, em parceria com autoridades locais. O mutirão inclui visitas às unidades prisionais, para verificação das condições de encarceramento, e a análise da situação processual dos detentos, com a identificação dos casos que permitem a progressão de pena, soltura e outros benefícios.

Na reunião, marcada para às 16h, se discutirá a problemática da comunidade carcerária da Paraíba, com a participação de representantes da Corregedoria-Geral de Justiça e dos estabelecimentos de ensino.

Na reunião, o CNJ será representado pelo juiz Paulo Irion, coordenador do Mutirão Carcerário da Paraíba. Segundo ele, a ideia do convênio é que os alunos concluintes do curso de Direito acompanhem toda a vida jurídica dos presidiários, assessorando-os de acordo com a necessidade de cada um.

A reunião será coordenada pelo juiz Bruno Azevedo, da 1ª Vara Mista da Comarca de Guarabira (PB). Ele informou que a modalidade de convênio proposta pelo CNJ será adotada em João Pessoa e também em outras comarcas do Estado, com o propósito de atender, pelo menos, 95% da comunidade carcerária paraibana. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 21 de janeiro de 2011, 12h30

Comentários de leitores

2 comentários

Onde está o gargalo?

AWM (Outros)

Com certeza a vara de execuções também deve estar abarrotada de processos e petições sem apreciação (parecer do Ministério Público e sem decisão do magistrado...pergunto: OS ESTUDANTES DE DIREITO TAMBÉM FARÃO OS PARCERES E REDIGIRÃO AS DECISÕES???

boa iniciativa ! O CNJ deveria ampliar isto

daniel (Outros - Administrativa)

boa iniciativa ! O CNJ deveria ampliar isto !
O ideal seria que o CNJ fizesse termos de Cooperação Técnica com Faculdades de Direito, Ministério da Justiça e Ministério da Educação (isto se a Defensoria não alegar monopólio de preso, pois no MJ tem dezenas de Defensores em desvio de função e prontos para barrarem qualquer iniciativa democrática)

Comentários encerrados em 29/01/2011.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.