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Departamento de pesquisas

Conselho consultivo do CNJ tem primeira reunião do ano

A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia foi nomeada coordenadora do Conselho Consultivo do Departamento de Pesquisas Judiciárias, órgão do Conselho Nacional de Justiça. A nomeação foi feita nesta quinta-feira (13/1), durante a primeira reunião de 2011 do conselho, aberta pelo ministro Cezar Peluso, presidente do CNJ.

Cármen Lúcia passou a integrar o grupo em dezembro, em substituição ao desembargador aposentado Vladimir Passos de Freitas. Atualmente, ele é assessor especial da Corregedoria Nacional de Justiça.

O Conselho Consultivo do DPJ foi criado no ano passado para examinar e opinar sobre estudos, relatórios, análises e projetos desenvolvidos no departamento, auxiliando na definição das diretrizes metodológicas e na proposição de estudos. Convênios e acordos celebrados com informações dos bancos de dados do Poder Judiciário de todo o país são examinados pelos consultores, que também apoiam a diretoria do DPJ nas relações com as comunidades científicas nacionais e internacionais.

Além da ministra Cármen Lúcia, integram o conselho Armando Manuel da Rocha Castelar Pinheiro, Elizabeth Sussekind, Everardo Maciel, Francisco José Cahali, Kazuo Watanabe, Luiz Jorge Werneck Vianna, Maria Tereza Aina Sadek e Carlos Augusto Lopes da Costa. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-SP.

Revista Consultor Jurídico, 15 de janeiro de 2011, 8h02

Comentários de leitores

1 comentário

Prata da casa

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Fico na dúvida em saber se, de fato, a Ministra Cármen Lúcia tem tempo disponível para cuidar desse assunto, considerando a avalanche de processos aguardando decisão no STF. No mais, é impressionante verificar como os órgãos jurisdicionais brasileiros gostam de manter sempre "alguém do meio" em tudo. Muito melhor andaria o CNJ se nomeasse um professor ou pesquisador independente, com muito mais tempo e know how para a pesquisa. O que se nota, de forma clara, é um medo generalizado em ampliar os horizontes e dar a palavra a quem, eventualmente, pode através da pesquisa e argumentação científica lançar questionamentos contundentes sobre o funcionamento dos próprios órgão do Poder Judiciário. Vale a regra: nada de se criar um cão que amanhã ou depois pode se voltar contra o próprio dono.

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