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Torcida organizada

TJ-MG recebe denúncia contra torcedores do Atlético

Por entender que estão presentes os requisitos, o 2º Tribunal do Júri de Belo Horizonte recebeu denúncia contra 12 torcedores do Atlético mineiro acusados de matar um torcedor do Cruzeiro. Ele foi agredido com barras de ferro e cavaletes de trânsito por integrantes da torcida organizada Galoucura. Os outros 29 indiciados pela polícia não foram denunciados pela promotoria por falta de provas.

O juiz determinou a expedição de alvarás de soltura e o recolhimento dos mandados de prisão ainda não cumpridos. “No ato da soltura, os acusados deverão informar o endereço no qual poderão ser encontrados, ficando cientes de que devem comunicar eventual mudança de endereço e comparecer a todos os atos processuais para os quais forem intimados”, disse o juiz. Ele não viu motivos suficientes apresentados pelo MP para decretar a prisão preventiva dos acusados.

Ao receber a denúncia, o juiz citou decisões de tribunais superiores e salientou que “ao intérprete e aplicador da norma cabe a frieza necessária no enfrentamento dos fatos que lhe são apresentados”. Além disso, o juiz destacou que o inquérito que acompanha a denúncia “ainda não esclareceu algumas circunstâncias envolvendo os fatos tratados”.

Uma câmera de segurança registrou o episódio, que ocorreu em frente a uma casa de shows no bairro Savassi: o torcedor do Cruzeiro, que também era integrante da torcida organizada Máfia Azul, foi pisado, levou chutes na cabeça e foi atingido com uma placa de trânsito. Ele não resistiu aos ferimentos, apesar de ter sido levado ao hospital. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-MG.

Processo: 0024.10.286813-0

Revista Consultor Jurídico, 13 de janeiro de 2011, 4h37

Comentários de leitores

1 comentário

JUSTIÇA TAPADA

Gusto (Advogado Autônomo - Financeiro)

Eu digo e repito: o Brasil, republiqueta onde até os pés de bananas estão se recusando a frutificar, é o único país onde as leis não servem para serem cumpridas, mas sim interpretadas. Tem cabimento um juiz colocar em liberdade assassinos de tamanho quilate? Então para qual propósito o "júri popular" se não vão mais sequer ouvir falar nos malditos? Ah, mas o "deus de toga" determinou, dentro de sua autoridade, que os criminosos declinem os seus endereços... É para rir até os pulmões se esfacelarem!

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