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Sinais de embriaguez

MP investigará procuradora que atropelou mulher

O Conselho Nacional do Ministério Público instaurou nesta quarta-feira (12/1), reclamação disciplinar, para apurar a conduta funcional da procuradora regional do Trabalho Ana Luíza Fabero. A investigação ficará a cargo da Corregedoria-Geral do Ministério Público do Trabalho, que tem 120 para concluir a apuração. Nesta segunda-feira (10/1), a procuradora bateu num ônibus e atropelou uma empregada doméstica ao entrar pela contramão na Rua Paul Redfern, em Ipanema, no Rio de Janeiro. A vítima, Lucimar Andrade Ribeiro, foi imprensada contra uma árvore e levada por amigos para o Hospital Miguel Couto, na Gávea, como contou o jornal O Globo.

De acordo com testemunhas e PMs que estiveram no local do acidente, Ana Luiza apresentava sinais de embriaguez, dificuldade de equilíbrio e fala enrolada. Ela dirigia seu Honda Civic na faixa central da rua e fechou o ônibus, que estava na faixa da direita, ao entrar pela contramão. O motorista do coletivo não conseguiu frear a tempo e bateu na traseira do Honda. Ana Luiza perdeu o controle do carro e atingiu a pedestre, que havia acabado de sair do trabalho. Ao prensar a vítima na árvore, a procuradora ficou imóvel dentro do carro, aparentando estar em choque.

A reclamação disciplinar será enviada à Corregedoria-Geral do Ministério Público do Trabalho, que terá o prazo de 120 dias para concluir a apuração, segundo o artigo 74 do Regimento Interno do CNMP. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNMP.

Revista Consultor Jurídico, 12 de janeiro de 2011, 19h01

Comentários de leitores

2 comentários

No meio da semana

andreluizg (Advogado Autônomo - Tributária)

Poxa, em plena quarta...
E engraçado e interessante esse negócio da bebida.. Para dirigir é fraqueza moral, para o direito do trabalho (principalmente) é doença...

Presunção de inocência

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Vi a reportagem ontem. É difícil dizer com convicção, considerando ainda a possibilidade de edição das imagens, mas pareceu que realmente a Procuradora demonstrava sinais de ter consumido bebida alcoólica. De qualquer forma, independentemente da conduta ou culpabilidade, eventual responsabilização vai depender do jogo político dentro da Instituição.

Comentários encerrados em 20/01/2011.
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