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CNJ arquiva reclamação de juízes de Pernambuco

Comentários de leitores

8 comentários

Aprumando a conversa

VRM (Assessor Técnico)

A Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Pernambuco, na gestão 2008/2009, propôs o controle de frequência e assiduidade dos magistrados pernambucanos. Esbarrou, no entanto, em posicionamento então firmado pelo Conselho Nacional de Justiça, no sentido de que a magistratura não deveria ser submetetida a uma rígida jornada de trabalho - trocando em miúdos, o velho argumento de que juiz é juiz 24h. Somente agora, com a sua composição renovada, parece que o CNJ dá sinais de que abandonou esse vetusto entendimento. Aguardemos os desdobramentos dessa pendenga.

Sr. Fernando,

VRM (Assessor Técnico)

VRM são as minhas iniciais (Victor Reithler Marroquim). Sou Pernambucano, nasci e me criei neste e em outros estados do Nordeste. Sou servidor do Poder Judiciário do Estado de Pernambuco. No mais, reitero o que afirmei abaixo. Prova cabal de que o seu comentário tinha nítido conteúdo discriminatório foi a exclusão operada pela redação do Conjur, por violação da política de comentários da publicação.

SR. VRM

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

O senhor sabe o que é discriminação, preconceito? creio que não. Por certo a discriminação, se existe, está na sua cabeça. Eu me referi a tranquilidade do pessoal do nordeste e se o senhor é de lá sabe muito bem do que estou falando. Se não é, vá conhecer a região e depois dê seus pitacos. Quanto a sua indignação, pode ficar com ela toda para o senhor. No que tange a gravidade da conduta, não me parece que expressar opinião seja crime. A própria notícia confirma o meu comentário. Não retirarei porcaria nenhuma,ao contrário, reitero o que disse e se sentiu ofendido, o problema é seu. A propósito, emitir opinião, sem se idenficar, como fez, isso seim é crime. Consulte seu advogado que ele vai lhe informar sobre isso.

Comentário discriminatório

VRM (Assessor Técnico)

Prezado Sr. Fernando José Gonçalves,
Registro a minha indignação com o conteúdo do seu comentário. Assertivas discriminatórias, jocosas ou não, nada acrescentam ao debate que deve ser travado nesse fórum. Acredito que esteja ciente da gravidade conduta, sujeita, até mesmo, à repreensão na esfera penal. Espero que retire voluntariamente o seu comentário desta publicação. Por cautela, cuidei de solicitar a remoção aos responsáveis pela manutenção do sítio eletrônico, em respeito à política de comentários da própria publicação.

Horário de juízes

. (Professor Universitário - Criminal)

Olha a eterna lenga-lenga de sempre. "os juízes levam serviço para casa e trabalham nos finais de semana". Ah, ah, ah. Essa frase feita deles é sempre utilizada para quando alguém diz que vai acabar com as escandalosas férias de 60 dias ao ano. Está tão "batida" que é preciso arranjar outra com urgência.

Nota da redação Comentário editado

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Comentário despublicado por ser ofensivo.

Impressionante (tomara que o Magist2008 esteja lendo)

Sunda Hufufuur (Advogado Autônomo)

Impressionante, realmente, que juízes desejem o descumprimento da lei por via administrativa.
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A verdade é que a ausência dos juízes nem sempre corresponde a um relaxamento ou abuso, porque muitos levam processos para casa e alguns passam até o final de semana trabalhando.
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Não obstante, o cúmulo mesmo, penso, é juízes darem aula fora de período noturno ou ainda se ausentarem para palestrar em algum lugar no momento em que deveriam estar no trabalho, mas qual momento é este? É justamente o que deve ser rigidamente regrado, como o é para qualquer funcionário.
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Estes "juízes palestrantes" e amigos de "noite de autógrafos" geralmente são "politiqueiros" que facilmente conseguem, assim, indicações para os tribunais superiores, etc. (não que não tenhma mérito, mas...)enquanto há outros que laboram silenciosamente carregando o tribunal nas costas. Por isso mesmo é que deveria haver regras e horários rígidos.
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Melhor do que magistrados levarem processos para casa seria haver uma divisão de horário, ou seja, horário para despachar, sentenciar e receber advogados e horário para audiências, etc., com relógio de ponto.
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É, meu amigo Magist2008, que corrige erros de português que não são erros ou já estavam corrigidos e que não sabe sequer interpretar um texto, pelo menos no seu espírito de pequeno homem de ofício, sem maiores perspectivas, deve ser um bom "trabalhador-juiz" (pelo menos esforçado ele parece ser, né?). Estarei certo?

Fim dos tempos

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

É o cúmulo do absurdo. Alguém entrar com um procedimento administrativo objetivando o descumprimento da Lei, como se isso fosse um direito. O mais grave de tudo é que incumbe a esses julgar nossos direitos.

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