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Impossibilidade jurídica

BB não responde por terceirizado, decide TST

Comentários de leitores

4 comentários

Matéria em desacordo com a manchete.

Sérgio Wilian Annibal (Procurador do Estado)

O título dado à matéria não correspondente ao seu conteúdo. A questão da responsabilidade subsidiária do banco pelo pagamento das verbas trabalhistas eventualmente devidas ao funcionário terceirizado não foi objeto da decisão, que reconheceu a falta de interesse de agir (carência de ação) do reclamante, matéria enfrentada como preliminar, extinguindo o feito, portanto, sem resolução de mérito. Esta não é a primeira vez que se constata tal situação neste site, que deveria ser mais cuidadoso ao dar títulos (manchetes) às matérias que publica, evitando equívocos como esse.

ADMITO O ACERTO (MESMO A CONTRA- GOSTO)

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Pelo que entendi duas foram as ações; autônomas portanto. Nesse sentido, em que pese o meu ódio por bancos,devo admitir que o TST julgou acertadamente. É que não se tratou de responsabilidade subsidiária, posto que o Banco não figurou no polo passivo da primeira lide. Já a segunda, foi ajuizada DEPOIS e somente contra o Banco. S.M.J. o autor careceu de interesse processual.

DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS

Gusto (Advogado Autônomo - Financeiro)

Este é um país circense. Outro dia li reportagem em que o TST equiparou um funcionário de empresa de vigilância (entregador e recolhedor de malotes) à atividade de um bancário. Isso porque se tratava de uma instituição financeira não governamental. Mas, como se trata do Banco do Brasil, certamente os cultos Ministros (aqueles dotados de saber jurídico inquestionável, rs.rs.rs.) devem ter algum "interesse" moral (é claro) para a emissão de tão profundo entendimento. E assim caminhamos...

Se o Banco fosse Privado, a JUSTIÇA Seria DIFERENTE

A.G. Moreira (Consultor)

Nada mais a dizer........! ! !

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