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Defesa de Battisti esclarece que não atacou Peluso

Comentários de leitores

7 comentários

Destemor

Cavv (Advogado Sócio de Escritório)

Certa vez, ao sustentar uma apelação cível no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, a matéria, polêmica, levou a um acalorado debate, com diversos pedidos de manifestação "pela ordem" de minha parte. Findo o julgamento, vitorioso mas desconfortável, me dirigi ao presidente da seção e pedi desculpas pela insistência. Eu recém formado tive uma lição: O Desembargador Francisco Oliveira Filho se virou para um grupo de estudantes que assistia ao julgamento e disse que o que mais despreza é o advogado que assiste a sessão passivamente. A marca do advogado deve ser o destemor, dentro dos limites do respeito, pois é isso que o patrocinado dele espera. Não há hierarquia, e mesmo a forma de tratamento que temos no Brasil não é praxe em países como a Alemanha por exemplo, onde Juíz é tratado por senhor e não excelência.

Destemor

Cavv (Advogado Sócio de Escritório)

Certa vez, ao sustentar uma apelação cível no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, a matéria, polêmica, levou a um acalorado debate, com diversos pedidos de manifestação "pela ordem" de minha parte. Findo o julgamento, vitorioso mas desconfortável, me dirigi ao presidente da seção e pedi desculpas pela insistência. Eu recém formado tive uma lição: O Desembargador Francisco Oliveira Filho se virou para um grupo de estudantes que assistia ao julgamento e disse que o que mais despreza é o advogado que assiste a sessão passivamente. A marca do advogado deve ser o destemor, dentro dos limites do respeito, pois é isso que o patrocinado dele espera. Não há hierarquia, e mesmo a forma de tratamento que temos no Brasil não é praxe em países como a Alemanha por exemplo, onde Juíz é tratado por senhor e não excelência.

Vício

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

No Brasil há um costume permanente de tentar qualificar como "ofensiva" toda forma de irresignação legítima. A míngua de condições técnicas de discutir os termos do inconformismo, seja por sequer conhecer o caso, seja por não estar em condições de refutar as alegações, qualifica-se o agente como "agressor", "desrespeitoso", e outros termos pejorativos. Trata-se de velha tática de combater o ARGUMENTADOR, e não o ARGUMENTO.

BEM FEITO AO SR. LUIZ ADAMS

opinião sincera (Outros)

BEM FEITO AO SR. LUIZ ADAMS, QUE DEVERIA TER ATUADO COMO UMA AUTORIDADE DE ESTADO E NÄO A SERVICO DE UM GOVERNO, DE CLARA POSICAO IDEOLOGIGA, AO PRODUZIR UM PARECER ENCOMENDADO, SE APOIANDO EM ARGUMENTOS DE CONTORCIONISMOS E MALABARISMOS EXEGETICOS. DE NADA ADIANTOU A BAJULACAO, POIS NAO OBTEVE A FINALIDADE PARA A QUAL ASSIM SE PORTOU.

Soberania

Francisco (Advogado Autônomo)

A questão é bem menos intríseca do que parece ser.
Se o presidente do Brasil resolveu pela não extradição, está resolvido.
Não foi assim quando o Brasil solicitou a extradição do banqueiro Cartiola e a Itália negou ?
O que o STF está fazendo é desrespeitar uma prerrogativa constitucional inerente ao chefe do executivo federal.
Ou será que o presidente do STF quer fazer as vezes do presidente ? Agora vem falar em ofensa por parte da defesa.
Quem muito se abaixa, o fundilho aparece. O Brasil não deve satisfações sobre a sua decisão soberana, tanto quanto a Itália não deve a nós e demonstrou isso no caso Cartiola.

QUEM DISSE QUE ELE ATACOU?

Cláudio João (Outros - Empresarial)

Foi o próprio Peluzzo? Caso verdadeiro, deveria o ministro ater-se somente aos termos jurídicos, nunca colocando-se na posição de divindade inatacável e onipresente. Caso fosse somente por comentários paralelos da mídia ou do meio jurídico, também não seria o caso, a não ser que o distinto advogado temesse por represália, descabida, já que o caso será resolvido, certamente, pela composição integral, não monocrático. De um jeito ou de outro, é imprescindível que os partícipes da contenda, atenham-se somente aos argumentos constitucionais que regem a questão, deixando de lado vaidades de egos que não cabem, de tão grandes, nos personagens.

Desvio de Foco

J.A.Tabajara (Advogado Autônomo)

Melindres à parte, a forma usada para requerer a soltura de Battisti é absolutamente IRRELEVANTE! E o próprio julgador - no uso da necessária impessoalidade - deve se colocar acima de imputações pejorativas eventualmente assacadas pelo advogado. E pode, no uso das prerrogativas
do cargo, REJEITAR o petitório, considerando-o inexistente; NULO por desvio do fato jurídico em causa.
E se quizer - após desvestir a toga - "chamar às falas" o ofensor!
A gravidade da questão central não permite que a Justiça deste grande país se ocupe com "picuinhas". É urgente a correção do fragoroso erro jurídico e diplomático DEBITADO AO BRASIL, mas cuja prática nasceu da subserviência de "DOUTOS" mais preocupados em adivinhar a vontade do "cumpanhêro" do que defender o Estado de Direito Democrático que rege a sociedade brasileira.

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