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Retrospectiva 2011

Não basta a Justiça ser célere, precisa ser acessível

Comentários de leitores

4 comentários

Não basta criar

Dra Cleuza (Advogado Autônomo - Internacional)

A operatividade constitui - se mote principal em qualquer empreendimento. Não basta criar é necessário a concretição,com políticas voltadas ao atendimento ostensivo;entretanto o que deparamos é com a total carencia de determinados muncípios inclusive na implementação de políticas públicas voltadas aos fins específicos. Temos Estados nos quais as Defensorias Públicas são carentes inclusive de pessoal,criando um impasse na ilusória acessibilidade que esbarra sempre na ausencia de pessoal especializado, seriedade no desempenho da função que para muitos redunda em privilegios e parganhas em nome de um poder cujo acesso deveria ser de todos irrestritamente. Faltam juizes, promotores e pessoas comprometidas com um social abrangente a todos, isto sim é isonomia,igualdade e atendimento aos princípios constitucionais de acesso à justiça.

SUCATEAMENTO DO JUDICIÁRIO

roberto rocha (Advogado Associado a Escritório - Tributária)

O QUE FALTA É O JUDICIÁRIO FUNCIONAR EM DOIS PERÍODOS COM JUIZES TRABALHANDO EM DOIS TURNOS, COMO É NA JUSTIÇA DO TRABALHO, UM JUIZ PARA CADA TURNO, DE 08:00 HS ÀS 19:00 HORAS.OS PLANTÕES E FINAL DE SEMANA DEVEM FUNCIONAR DE FORMA EFETIVA COM MAIS JUIZES E MP ATUANDO. FALTA UMA ATUAÇÃO DOS TRIBUNAIS PARA FAZER COM QUE OS JUIZES CUMPRAM O SEUS HORÁRIOS NOS FORUNS E NOS TRIBUNAIS SUPERIORES, O QUE É UMA VERGONHA EM TODO O BRASIL.FALTAM SERVIDORES PARA O CUMPRIMEMTO DE UMA CARGA HORÁRIA INTEGRAU, DAS 08:00 HS ÀS 19:00 HORAS. FALTA UM ATUAÇÃO EFETIVA DA OAB PARA FAZER CUMPRIR AS PRERROGATIVAS DOS ADVOGADOS E AJUDAR NAS FISCALIZAÇÃO DOS TRABALHOS DOS JUIZES,DESEMBARGADORES, MINSITROS E MEMBROS DO MINISTERIO PUBLICO E DE TODO O PODER JUDICIÁRIO EM TODO O BRASIL.

Acesso à justiça

Sargento Brasil (Policial Militar)

Estamos no terceiro milênio e ainda estamos ''planejando'' a acessibilidade aos serviços de justiça. Mas, é válida a idéia que deverá ser acelerada para uma possível solução. Antes tarde do que nunca.

chovendo no molhado !

analucia (Bacharel - Família)

o MJ mantém a judicialização e também a reserva de mercado dos operadores do Direito.
Não há verba para os serviços extrajudiciais e não se repassa verbas para que os Municípios possam ter núcleos de conciliação, nem ONGs.
Acaba por ressaltar o corporativismo da Defensoria que usa pobres e presos para um discurso que na prática não se comprova. Muito melhor nos presídios é quando o serviço era feito por assistentes jurídicos ligados ao próprio presídio, mas agora cada vez mais a Defensoria vai alegando "exclusividade" e a quantidade de condenações e presos vai aumentando.

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