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Julgamento de Mubarak é interrompido e adiado para 2 de janeiro

28 de dezembro de 2011, 17h14

Por Redação ConJur

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O julgamento do ex-presidente do Egito, Hosni Mubarak, que recomeçou nesta quarta-feira (28/12), foi interrompido e adiado pela terceira vez, segundo notícia da Agência Brasil. A retomada do julgamento será dia 2 de janeiro. O ex-presidente é acusado de ser responsável pelas mortes de manifestantes durante os protestos ocorridos no começo deste ano.

Mubarak, de 83 anos, foi levado por profissionais de saúde à sala do tribunal em uma maca, depois de ser transportado por um avião do hospital militar onde está internado. As informações sobre o estado de saúde do ex-presidente são desencontradas. De acordo com relatos, ele sofre de problemas cardíacos, mas também estaria sendo submetido a um tratamento contra câncer.

O presidente do tribunal, Ahmed Refaat, ouviu declarações dos advogados de Mubarak informando que seu cliente é inocente. O ex-presidente responderá em julgamento também por denúncias de corrupção envolvendo seus filhos Alaa e Gamal. Os manifestantes que acompanharam a sessão desta quarta-feira também reclamaram da atuação da Junta Militar que, desde 11 de fevereiro deste ano, sucedeu o ex-presidente no poder.