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Sabatina da ministra

Rosa Maria defende independência do Judiciário

A ministra do Tribunal Superior do Trabalho, Rosa Maria Weber, defendeu nesta terça-feira (6/12) a atuação independente do Judiciário, segundo informações do site de notícias da Agência Brasil. Indicada pela presidente Dilma Rousseff para o Supremo Tribunal Federal, a gaúcha de 63 anos, passa por sabatina na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. "Da dignidade do juiz depende a dignidade do próprio direito", salientou a ministra.

Rosa Maria Weber deve ocupar a vaga aberta com a aposentadoria da ministra Ellen Gracie. Antes de chegar ao TST, em 2006, ela atuou durante 30 anos na Justiça do Trabalho, no Rio Grande do Sul. O senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado, defendeu a aprovação do nome da ministra, afirmando que o currículo dela "mostra o acerto da indicação de seu nome, feita pela presidente da República”.

Durante um discurso de 30 minutos, Rosa Maria defendeu também um judiciário mais célere e, essencialmente, a informatização dos processos. "O juiz deve aplicar a lei com isenção, livre de pressões e com independência”, disse a ministra. A votação da indicação da futura ministra do STF ocorre no momento em que os ministros da Suprema Corte se queixam de estar sobrecarregados.

Uma vez aprovada a indicação de Rosa Maria, os senadores se reúnem e encaminham o parecer ao plenário do Senado para nova votação. Aprovada pelo Senado, a ministra deve integrar a Primeira Turma do STF compondo o grupo dos ministros Marco Aurélio Mello, Cármen Lúcia, José Antônio Dias Toffoli e Luiz Fux. 

Revista Consultor Jurídico, 6 de dezembro de 2011, 11h37

Comentários de leitores

2 comentários

DISCURSO INCOMPLETO

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

(.....) "DA DIGNIDADE DO JUIZ DEPENDE A DIGNIDADE DO PRÓPRIO DIREITO" ,mas faltou acrescentar: assim como da austeridade e do EXEMPLO dos juízes decentes depende a existência de uma sociedade mais honesta ou, ao menos mais temerosa quando se tratar de delinquir.

Seria a vez do MP.

Antônio Macedo (Outros)

No meu entender, o preenchiemnto da vaga no STF deveria ser feito por um representante do ministério público. Pois, com a posse da ilustre nova ministra, a composição do STF fica da seguinte forma: cinco ministros oriundo da magistratura, 04 ministros oriundo da advocacia, e 02 ministros oriundo do ministério público.

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