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4 comentários

Liberdade de opção

Paulo Magalhães Araujo (Advogado Autônomo)

Se determinado advogado se propõe a defender esta ou aquela pessoa (ou instituição) pro bono é um problema exclusivamente dele. Se tem condições econômicas de fazer isso em todos os casos também é opção dele. Querer proibir a alguém de atuar em prol de necessitados ou desassistidos é fazer reserva de mercado com a desgraça alheia. O profissional que quiser, em um país miserável e injusto como o Brasil, advogar pro bono deveria ser aplaudido e incentivado.

Os verdadeiros miseráveis

Felipe Lira de Souza Pessoa (Serventuário)

Gastar combustível, perfume, roupa e tempo para não ganhar nada é pedir demais. A advocacia pro bono parte da idéia de que os advocados são todos muito bem de vida, ganham rios de dinheiro todo mês e precisam dar uma ajudinha a alguém de vez em quando em razão do espírito de solidariedade. Isso é uma grande mentira. Grande parte dos advogados ganha pouco demais e tem que ralar muito pra ter o que comer. A advocacia deveria se preocupar em defender a imagem dos advocados, que é vilipendiada em novelas e na mídia em geral.

Será que tomou limonada sem açúcar e com limão em excesso?

Manente (Advogado Autônomo)

Não entendi?

parabéns ao instituto pro bono

daniel (Outros - Administrativa)

Até que enfim o monopólio de pobre está sendo desmascarado.
Setores da OAB e TODA a Defensoria exploram os pobres e os usam em interesses corporativistas.

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