Consultor Jurídico

Comentários de leitores

4 comentários

honorários de advogado trabalhista

José Zanotti (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Concordo plenamente com o colega Marcos Alves. Essa caldeira dos... foi infeliz em seu comentário!

Honorários não é gorjeta

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Imagina o caldeira (Funcionário público) que honorários advocatícios são esmoladas ou gorjeta. Como ele é funcionário público, recebendo vencimentos todos os meses pagos por nós, sem desembolsar um tostão sequer, ele não sabe que para desenvolver sua atividade o advogado suporta inúmeras despesas como aluguel, telefone, água, luz, tributos, etc., etc., e é da atividade que tira seu sustento. Aliás, ele ignora que na Justiça do Trabalho o reclamante pode entrar sozinho com a ação, sem a necessidade de advogado, mas só loucos na prática acabam querendo enfrentar sozinho um juiz trabalhista. No mundo imaginado pelo caldeira (Funcionário público), os advogados não devem ser sujeito de direitos. Não devem ter casas, ternos, carros, nem escritório. Devem ser mendigos acampados nas portas dos fóruns trabalhistas, aguardando aparecer algum trabalhador querendo propor uma reclamação e ao final receber cinco ou dez reais como gorjeta.

Injustiçados são os desempregados não os advogados.

caldeira (Funcionário público)

Grande injustiça para com os pobres dos reclamantes, desempregados, e que veem, ao final, o valor da condenação do reclamado reduzir drastiamente.
De coitados os advogados não têm nada. Isto porque, a menor percentagem que o mesmos cobram é de cerca de 30% do valor da condenação e em alguns casos, 50%.
Elogiáveis são os Juízes intimoratos que, em sintonia com os ditames da justiça, condenam os reclamados a pagar indenização com supedâneo no Código Civil, em favor do reclamanete, como forma de minimizar tão injusta e nefasta situação que, enfatize-se, penaliza apenas os reclamantes e não os advogados.

Desumanidade

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A desumanidade não é só contra o advogados trabalhista, mas também contra os reclamantes. Se há sucumbência, o advogado pode cobrar um percentual menos de seus clientes, ou até mesmo não cobrar nada. Vamos ver agora o velho adágio do "quem paga perde" finalmente seja uma realidade.

Comentar

Comentários encerrados em 20/08/2011.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.