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Revista Veja não terá de indenizar o filho de Lula

Comentários de leitores

7 comentários

INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA

Gilson Raslan (Advogado Autônomo - Criminal)

A que ponto a nossa justiça chegou! Uma pessoa é acusada pela prática de um fato anti-ético. Na justiça, ao invés do acusador provar a acusação, é o acusado que tem que provar que é inocente.
Por esta e por outras é que a credibilidade de nossa justiça está caminhando, inexoravelmente, para o esgoto.
É triste!

DITADORES DE PLANTÃO (RETIFICAÇÃO)

Enos Nogueira (Advogado Autônomo - Civil)

Não gosto de partidos políticos, portanto, sou insuspeito, no entanto, adoro a liberdade de expressão, só que parece que alguns stalinistas querem proibir a imprensa de falar a verdade, pois quando fala bem, do seu partido, a mídia presta, mas quando fala mal, dizem que ela pertece a outro partido. Também não acredito em presquisar eleitorais,nem nas urnas eletrônicas, mas não falo que as pequisas são fabricadas ou que as urnas poderiam ser programadas para beneficiar alguns políticos. Não falo isso porque tenho responsabilidade e não posso fazer prejulgamento de quem quer que seja, pessoas ou partidos políticos, mas de uma coisa eu tenho certeza, aqueles que querem proibir a liberdade de expressão, deveriam mudar-se para Venezuela ou para Cuba. SÃO DITADORES DE PLANTÃO... VIVA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO!!!!

DITADORES DE PLANTÃO

Enos Nogueira (Advogado Autônomo - Civil)

Não gosto de partidos políticos, no entanto, adoro a liberdade de expressão, só que parece que alguns stalinistas querem proibir a imprensa de falar a verdade, pois quando fala bem do seu partido a mídia presta, mas quando fala mal, diz que ela é desse ou daquele outro partido. Também não acredito em presquisar eleitorais e nas urnas eletrônicas, mas não falo que as pequisas são fabricadas ou que as urnas poderiam ser programadas para beneficiar alguns políticos. Não falo isso porque tenho responsabilidade, só acho que se alguém acha que a imprensa deve falar bem desse ou daquele político, esse alguém deveria mudar-se para Venezuela ou para Cuba.

INVERSÃO DE PREMISSAS DO ESTADO DE DIREITO

omartini (Outros - Civil)

Sem atentar à qualidade do julgamento, pois existem tribunais a que cabe ao sucumbente recorrer, resta analisar em tese a inversão do princípio de inocência alegada por comentário.
O princípio de inocência, por basilar, milita a favor do acusado: a Revista Veja.
E é propedêutico em Direito que quem acusa (no caso o autor, filho do presidente da república) deve produzir prova do malfeito do réu – o que não o fez. Menos ainda o fez na medida apontada pelo nobre comentarista Auditor Fiscal, quanto ao dano sofrido. Se tentasse, dificilmente restaria comprovado, em que cabe o prestígio crescente do autor – fato notório – desmoronando qualquer tese de danos morais.

Revista Partidária.

Diego. S. O. (Advogado Autônomo - Civil)

Essa revista já teve uma certa credibilidade - há alguns anos atrás, mas depois que se tornou a revista do PSDB começou a cair muito de qualidade.

Dançou

JCláudio (Funcionário público)

Pois é, a figurinha tentou tirar dinheiro da Veja e se deu mal. Mais uma vez ficou demonstrando como opera este tipo de gente. É gente que prática todo tipo de ilegalidade e ainda acha que tem direitos. A revista agiu corretamente mostrando como operam estes espertinhos, que fazem da estrutura pública para obterem certas vantagens espúrias. A Juíza fez o seu julgamento e entendeu que não procedia a reclamação, portanto mandou o lulinha as favas.

Inversão do princípio da inocência

Sandro Couto (Auditor Fiscal)

Sem discutir os fatos e o personagem envolvido ou o mérito da causa,i.é,se são verdadeiros ou não os fatos,fiquei simplesmente estarrecido com a decisão da meretíssima juíza e explico o porque.
Bem sabemos que uma notícia veiculada seja em um grande jornal ou revista ou em qualquer outro instrumento de mídia de massas significativo tem um alcance incomensurável.É,às vezes, pior que a caneta de um juiz que apenas pode expropiar patrimônio ou então suprimir a liberdade de um cidadão qualquer, pois pode condenar a pessoa ao ostracismo social ou repúdio da sociedade,sendo possível até mesmo gerar um perigo para à vida,tamanha a comoção social que uma notícia pode causar.Dessa forma,é impossível aceitarmos o posicionamento da magistrada na decisão quando afirma que quem deveria provar sua "inocência" ou a inverdade dos fatos seria àquele de quem se noticia.Ora,é ridículo que os cidadãos, seja figura pública ou não,estarem à mercê de possíveis irresponsabilidades da imprensa,seja por simples negligência e desídia na execução da atividade ou,pior,por pura má-fé mesmo.Sem dúvida que a liberdade de informação é primordial e, consequentemente, a liberdade de imprensa é importantíssima para a democracia e jamais nos colocaríamos contra tais princípios.Porém,a libertinagem irresponsável deve ser debelada,até mesmo para qualificar e reforçar a ampla liberdade de imprensa, e o mínimo a se exigir desta é o zelo em suas reportagens, que deverão ser bem fundamentadas, sob pena de estarmos brincando c/ a liberdade da imprensa.Logo,ñ dá p/ concordar com a posição da juíza quando entende que quem deve provar a inverdade da notícia seja o noticiado e ñ a imprensa é que deve provar os fatos que veicula. Isto atenta contra o estado de inocência,também princípio constituc.

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