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Passos do Judiciário

Evento debate a morosidade da Justiça brasileira

A celeridade – ou não – da Justiça é tema de debate que será feito nesta quarta-feira (20/10), às 10h, na Universidade Nove de Julho, campus Vergueiro (SP). Mediado pelo jornalista Paulo Markun, o Debates Uninove conta ainda com a participação de especialistas e de representantes de instituições do Judiciário brasileiro. Quem não puder comparecer, poderá acompanhar a transmissão ao vivo, pelo site do portal Jornal de Debates.

O evento tem nomes como Maria Tereza Sadek, diretora de pesquisa do Centro Brasileiro de Estudos e Pesquisas Judiciais, Davi Eduardo Depiné Filho, 1º subdefensor público-geral do Estado, Antônio Carlos Alves Braga Jr., juiz auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça, e Jarbas Machioni, conselheiro da OAB de São Paulo.

No Brasil, 86 milhões de processos tramitam em todas esferas do Judiciário — o que dá mais de um processo por pessoa. Na Austrália, por exemplo, o Poder Judiciário recebe um processo para cada 6,4 mil cidadãos.

O Debates Uninove chega, assim, ao seu quinto debate. Em edição anterior, o projeto reuniu candidatos ao Senado Federal por São Paulo. Compareceram Aloysio Nunes (PSDB), posteriormente eleito com a maioria dos votos no estado, Ricardo Young (PV), Alexandre Serpa (PSB), Ciro Moura (PTC), Dr. Redó (PP), Ana Luiza (PSTU) e Ernesto Pichler (PCB). 

Serviço:
Evento: Debates Uninove
Data: Quarta-feira (20/10)
Horário: 10h
Local: Campus Vergueiro, na rua Vergueiro, números 235 e 249

Revista Consultor Jurídico, 19 de outubro de 2010, 18h45

Comentários de leitores

2 comentários

Morosidade processual

xxxxxxxxxxxxxxx (Outros)

Sobre morosidade processual, em 2006 o Jornal o Estado de São Paulo publicou, de minha autoria a matéria a seguir:
“Morosidade Processual”
Não sou funcionário público e nem tenho parentes ou qualquer relacionamento com a magistratura. Digam o que disserem, penso que a tão propalada morosidade na tramitação processual no Judiciário não guarda relação nem aos magistrados e nem aos serventuários. A morosidade existe. Gera alto custo social e frustra ao jurisdicionado na demora da efetiva prestação jurisdicional. A meu ver, o cerne da questão, dentre outros fatores, reside na ultrapassada legislação processual, que, entre outras deficiências, admite no curso da ação uma série quase que interminável de recursos. Somem-se a isso o espaço físico inadequado, os recursos técnicos por implantar e a quantidade insuficiente de juízes e servidores em relação aos milhões de processos em curso e a avalanche de outros milhares que diariamente são protocolados. Sem ter nenhuma pretensão de originalidade, creio que a solução do problema deva passar pelo Congresso Nacional a quem compete elaborar leis compatíveis com a realidade dos dias que correm. MARIO PALLAZINI - São Paulo – SP – e-mail:mpallazini@hotmail.com

a causa do excesso de processos no Brasil é

daniel (Outros - Administrativa)

a causa do excesso de processos no Brasil é a banalização da justiça gratuita e o descumprimento do art. 12 da lei 1060/50, pois o Judiciário não tem comunicado à FAzenda Pública a justiça gratuita concedida.
Além disso, bacharéis em direito não querem concorrência, e por isto lutam para que os meios extrajudiciais não dêem certo.

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