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Conciliação e modernidade

Anuário de Minas Gerais é lançado nesta segunda

Conciliação é a palavra-chave em Minas Gerais. Na Semana Nacional de Conciliação, ano passado, foram homologados acordos no valor de R$ 42 milhões. Das 296 comarcas, 256 contam com centrais de conciliação. Elas foram responsáveis por 101 mil audiências, das quais 67 mil terminaram em acordo. Esta é uma das faces da Justiça mineira retratada no Anuário da Justiça Minas Gerais 2010, que será lançado nesta segunda-feira (4/10). A cerimônia está marcada para as 18h30, na sede da Associação dos Magistrados Mineiros (Amagis), em Belo Horizonte.

A Justiça mineira concilia o novo e a tradição. Dona do terceiro maior mercado de trabalho na advocacia, possui desembargadores que prezam pelas tradições, mas que não abrem mão de um modelo de gestão voltado à celeridade. Considerado um dos tribunais mais ágeis do país, conquistou a marca de julgar cerca de 80% de seus processos, em média, em até seis meses. Ao mesmo tempo, é um dos que mais tem investido em tecnologia da informação. Fez, inclusive, a primeira sessão de julgamento transmitida em rede sem fio.

O foco principal da publicação é o Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Mas a publicação abre espaço também para os demais órgãos e instituições que compõem o Judiciário mineiro. Um dos destaques do Anuário é o perfil de 125 desembargadores, além da composição e das tendências de pensamento das 18 câmaras cíveis e sete câmaras criminais de Minas Gerais.

O Anuário traz, ainda, a resenha de 60 julgamentos ocorridos no Tribunal de Justiça mineiro. A seleção leva em conta a importância jurídica das causas, o potencial de inovação, a influência na jurisprudência, a repercussão social e o impacto econômico. Para facilitar a consulta, cada decisão contém o número do processo, as partes, a data de entrada e de encerramento do processo, a matéria julgada, o resultado e a importância da decisão. Todas as informações são respaldadas por especialistas em diversas áreas do Direito Público e Privado.

A seleção, feita pela equipe da ConJur, levou em conta os informativos publicados pelo TJ-MG com as decisões mais relevantes tomadas entre 1º de março de 2009 e 30 de junho de 2010. No entanto, os desembargadores também puderam indicar decisões que considerassem relevantes, de acordo com a metodologia e os critérios adotados pela ConJur.

Há um mês foi lançado o Anuário de Justiça Rio de Janeiro. Ainda neste ano serão lançados os de São Paulo e Rio Grande do Sul. Já para o início de 2011 está marcada a 5ª edição do Anuário de Justiça nacional. Os interessados nas publicações podem encontrá-las em livrarias e no site da Livraria ConJur.

Para reservar o seu exemplar do Anuário da Justiça Minas Gerais, clique aqui.

Revista Consultor Jurídico, 4 de outubro de 2010, 11h03

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