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Prática irregular

Rio contabiliza 95 ocorrências e 39 prisões

O último boletim divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro no início da tarde informou que já foram registradas 95 ocorrências de irregularidades nas eleições no estado e que 39 pessoas foram presas. As informações são da Agência Brasil.

No caso considerado mais grave pelo órgão, dois cabos eleitorais de um candidato, ainda não divulgado, utilizavam uma casa em Campo Grande, na zona oeste da cidade, localizada próximo a uma comunidade de baixa renda e a uma zona eleitoral, como um miniescritório para cadastrar eleitores e reter seus títulos. O juiz do TRE-RJ Luiz Márcio Pereira, coordenador da propaganda no estado, informou à agência que ainda não se sabe se eram oferecidos benefícios em troca, mas a irregularidade é flagrante.

“Havia muitos eleitores no local. Quando os fiscais chegaram, perceberam uma movimentação diferente e verificaram a que os eleitores estavam sendo captados. No local, também havia farto material de campanha”, informou.

Mais irregularidades
No início da votação, o TRE-RJ informou que cerca de 100 pessoas haviam sido detidas acusadas de crimes eleitorais. Houve ainda a detenção de duas candidatas suspeitas de fazerem boca de urna. A vereadora Lucinha (PSDB), que concorre ao cargo de deputada estadual, foi flagrada em Campo Grande, zona oeste, e levada para prestar depoimento na 35ª DP, no mesmo bairro.

O outro caso ocorreu em Volta Redonda, município da região do Médio Paraíba, onde a deputada federal Cida Diogo (PT), que também concorre a uma vaga na Assembleia Legislativa do estado do Rio, foi detida pela mesma prática e encaminhada à Polícia Federal.


 

Revista Consultor Jurídico, 3 de outubro de 2010, 15h02

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