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Complexo do Alemão

Para OAB-RJ, ocupação da área foi coberta de êxito

Para a Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro, a operação deste domingo (28/11) no Complexo do Alemão “foi coberta de êxito”. Em pronunciamneto oficial, o presidente da entidade, Wadih Damous, a ocupação da área “mostrou vários aspectos da ação integrada ao Estado”.

“A combinação de forças policiais – militar, civil,federal e dos bombeiros - com as Forças Armadas, com o Poder Judiciário, com o Governo do Estado, com a Prefeitura, mostrou um avanço imenso em termos de métodos de combate à crfiminalidade urbana”, disse o presidente.

A OAB-RJ elogiou a forma como as forças de segurança ocuparam a comunidade, sem que houvesse derramamento de sangue, “dando uma lição de que é possível combater a criminalidade dentro da lei”. Ainda de acordo com o presidente, “é preciso ter agora serenidade para entender que os problemas da cidade não se resolvem só com a polícia”.

Além dos problemas da segurança pública, a entidade lembra que há outras questões a serem resolvidas, como as milícias e a corrupção policial. “O governo precisa tomar algumas medidas urgentes, como reestruturar a polícia, equipá-las, trabalhar com dados de inteligência, melhorar os salários e melhorar a situação de trabalho dos policiais”, disse.

Já em relação às Unidades de Polícia Provisória, Damous disse que elas precisam ser fortalecidas, não podendo se transformar em instrumentos de força de ocupação. “As UPPs tem que ser um dos instrumentos de ocupação social por parte do Estado nessas comunidades pobres. É mais do que urgente – vai ser um trabalho dificílimo – instalar a UPP no Complexo do Alemão e nas favelas da Penha. O governo terá ainda uma longa caminhada. Esse foi um passo importante mas não foi o passo definitivo. Não foi o último passo. Mas, se continuar assim, estará no caminho certo”, finalizou.

Revista Consultor Jurídico, 28 de novembro de 2010, 19h07

Comentários de leitores

3 comentários

Estórias para boi dormir

Armando do Prado (Professor)

A Globo consegue fazer lavagem cerebral baseada no triunfalismo e ufanismo de um falso patriotismo. Houve luta de guerrilhas, e na guerrilha não se conquista território. Elementar. O inimigo evaporou-se. Simples: estão se rearranjando com outros grupos e,principalmente, com as milíicas e parte do pp. Estado.
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Quando vão atacar os verdadeiros estrategistas do tráfico de drogas e armas que se homiziam em Ipanema, na Vieira Souto, na Paulista, Miami, etc??

QUE O JUDICIARIO TAMBEM SE CUBRA DE EXITOS...

Luiz Pereira Carlos (Técnico de Informática)

Beltrame falou ainda que modestamente, falou! Que o Estado Político deve agir pra que a situação não retorne a estaca zero e que os Bandidos, não confundam a opinião popular, como Heróis e salvadores da opressão Estatal, dos crimes hediondos cometidos pelas autoridades do MPERJ e do JUDICIARIO, omissos e contumazes na defesa do cidadão. POVO QUER HOSPITAIS, ESCOLAS, EMPREGOS, MORADIA DIGUINA E MÃOS LIMPAS, todos os dias, dia e noite.
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Afinal se nossos entes queridos morrem a míngua nos hospitais, se não temos a mesma oportunidade de alfabetizar os nossos filhos, se moramos em condições subumanas, se somos tratados como ratos de esgoto, se fomos cooptados pelo crime em todos os níveis e ai inclui-se a corrupção, isso não é na totalidade culpa da Policia nem do seu vizinho, que, de modo geral são também vitimas desse sistema. Muito embora não estejamos 100% isentos dessa responsabilidade social, por comodidade, omissão ou submissão intencional pessoal, ou simplesmente por absoluta falta de condições junto às autarquias que desdenham das nossas reivindicações como em alguns setores do MINISTERIO PUBLICO, etc.

Inviolabilidade do Domicílio

mioto (Professor Universitário)

Pensei que ouviria algo da OAB-RJ sobre a declaração do comandante da operação de que a polícia vasculharia todas as casas do Complexo do Alemão, independentemente da autorização do morador. Além disso, pensei que ouviria algo da OAB-RJ sobre prisões para averiguação, instituto francamente inconstitucional. Mas pelo que leio, para a OAB-RJ vale a lógica do fim justificando qualquer procedimento.

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