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Ataques no Rio

Decretada prisão de advogados de traficantes

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29 comentários

Estado de Direito

Gilberto Serodio Silva (Bacharel - Civil)

Concordo com a opinião daqueles que entendem não haver provas que justificassem a prisão dos advogados. Por outro lado honorários pagos com dinheiro sujo do crime me parece esquisito. Não vivemos em Estado de Direito e muito menos democrático porque não somos tratados com igualdade e isonomia pelo Judiciário, algums são privilegiados. Para não repetir aquele ex.ministro e presidente do STJ que disse em entrevista na Rádio CBN do Maranhão que prisão no Brasil era para preto, pobre e puta, acrescente traficantes ainda que possam pagar substanciais honorários. O Globo de sexta feira 26/11/2010 pág, 14 traz notícia com o título: CNJ cria pente fino para processos parados. Comissão especial tentará agilizar casos de grande repercussão, como açõa de imporbidade contra o prefeito Zito. Eu pensei que o devido processo legal nos prazos na lei dependessem de informatização do processo e tribunais e novos códigos de rito.Essa reportagem atesta a falência o judiciário e sua desmoralização, ninguém acredita, sequer o povo neófito. A confissão é a rainha da provas e o que temos com essa ccomissão do CNJ, para, verbis, monitorar a tramitação de 200 processos...mas que tramitação? Porque não os meus, os seus e os nossos. Agora retornemos a ilusão ou alucinação que vivemso em um Estado de Direito, protanto, democrático. O Judiciário Brasileiro raríssimas exceções não cumpre o que manda a carta maior de prover justiça na forma da lei com isonomia e impessoalidade. Enquanto não resolverem isso o Brasil não avança, nunca será sociedade democrática de bem estar social. Brasil é fábrica de su raça e a carne mais barata na prça é a humana.

Absurdo

andreluizg (Advogado Autônomo - Tributária)

Claro, se os advogados participaram da ações do tráfico, podem e devem ser presos cautelarmente, caso existam as hipóteses ensejadoras da prisão preventiva.
O que me incomoda é o seguinte parágrafo:
"periodicamente se uniram a eles [Marcinho VP e Elias Maluco] na penitenciária e, através das entrevistas sigilosas, por força de suas profissões, receberam ordens transmitidas por bilhetes e outros escritos, como também no decorrer de suas entrevistas, verbalmente"
Como o juiz, a polícia ou o MP teve acesso às entrevistas dos advogados com os presos? Temos uma prisão de Guantanamo no Brasil? Vi ainda um representante da OAB/RJ justificando e apoiando tais medidas de segregação. Sem problemas. Mas o que está acontecendo é que a notitia criminis está chegando aos ouvidos da polícia através de provas ilegais, e daí se fica fuçando até achar alguma coisa, e realmente encontram.
Além disso, a falha na efetivação da segurança pública do Estado não pode servir de desculpas para a violação de direitos genericamente. O problema não são as ordens dos presos, nem que são repassadas por seus advogados, o problema é a ineficácia do Estado em coibir a atuação destas ordens. Aí está o problema.
Agora, se argumentarem que a criminalidade deve ser combatida pela raiz, ótimo. É só focar em qualidade de vida à população, empregabilidade, apoio à família às crianças, à educação...

Inversão

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

As colocações feitas pelo Procurador 2010 sobre o caso nos mostram, a toda evidência, indícios que justificariam o RECEBIMENTO INICIAL da ação penal, nunca uma DECRETAÇÃO DE PRISÃO. Vejamos: a) "No entanto, entendo que o magistrado não decretaria uma prisão cautelar a esmo."; b) "Ainda que não tenha citado expressamente na decisão o número da folha ou página do inquérito ou processo, parece-me que algum indício de autoria deve de fato existir, tanto que é mencionado inclusive o envolvimento afetivo de uma das advogadas com um dos criminosos."; c) "Isso certamente será melhor avaliado por ocasião da instrução processual, que tanto poderá resultar na condenação ou absolvição dos profissionais.". Impossível se admitir tamanha subversão da ordem constitucional. Ao invés de se formular uma acusação em desfavor dos supostos envolvidos, que deveria ser comprovada através de regular instrução processual, partiu-se do princípio de que são culpados e devem agora provar a inocência. Nitidamente temos uma prisão (que deveria vir ao final, em tese) embasada em suposições e conjecturas, que lastimavelmente acaba sendo apoiada por aqueles que se comprometeram em julgamento a defender a ordem jurídica e o regime democrático. Como disse o prezado colega VITAE-SPECTRUM logo abaixo, 30% dos habeas corpus que chegam ao STF são julgados procedente, o que nãos mostra que "prisão cautelar a esmo" é prática comum no dia-a-dia do funcionamento do Poder Judiciário brasileiro. Melhor andaria todo esse pessoal que se dispõe a querer tornar a Carta Constitucional "papel pintado com tinta" na expressão do Ministro Eros Grau, a buscar condições para que os acusados sejam julgados com brevidade, em regular processo judicial, o que certamente não vai ocorrer.

Cidade Maravilhosa

Le Roy Soleil (Outros)

O Rio de Janeiro está voltando a ser a cidade maravilhosa. Parabenizo o Governador Sérgio Cabral e demais autoridades da segurança pública do Estado pela coragem, profissionalismo e eficiência no enfrentamento dessa chaga destruidora de vidas, que é o narcotráfico.
Quanto aos advogados presos, fica difícil emitir opinião sem conhecer os autos. No entanto, entendo que o magistrado não decretaria uma prisão cautelar a esmo. Ainda que não tenha citado expressamente na decisão o número da folha ou página do inquérito ou processo, parece-me que algum indício de autoria deve de fato existir, tanto que é mencionado inclusive o envolvimento afetivo de uma das advogadas com um dos criminosos. Isso certamente será melhor avaliado por ocasião da instrução processual, que tanto poderá resultar na condenação ou absolvição dos profissionais.
Agora, que fique claro que advogado que se alia a bandido, bandido é. A partir deste momento ele deixa de ser advogado e deve ser tratado como bandido, até para preservar a Advocacia enquanto instituição e a grande maioria dos Advogados brasileiros, formada por homens e mulheres honrados e de bem.

OLHA SÓ QUEM FALA!!!

VITAE-SPECTRUM (Funcionário público)

Não há visão mais enganosa do que a de "juízes de primeiro grau" cujas decisões ferem, dia a dia, os mais comezinhos princípios da CF, na expectativa de que os módulos dos cursinhos massificantes substituam a vontade da Lei Maior. Tantos "errores in judicando" na matéria, que mais de 30% (TRINTA POR CENTO) dos "writs" de "habeas corpus" foram concedidos pelo STF em 2009. Em outras palavras: em praticamente 1/3 das situações, os JUÍZES DE PRIMEIRO GRAU e os Tribunais Inferiores julgaram à sua maneira, em desconformidade com a Lei Processual e com a Constituição Federal. A se adotarem as "regras do jogo", não há maior demonstração de que o maior dos "errores in judicando" se deve à má formação de tais magistrados, os quais não logram separar o "poder da caneta" e o "dever de justiça". De mais a mais, todos os que aqui opinaram contrariamente à ideia de ilegalidade e de abusividade não se referiram senão a teses periféricas, não havendo apontado onde se encontram, no "decreto judicial", os indícios suficientes de autoria e os elementos em que se materializou a acusação. NADA. Uma só palavra não se disse. Não estamos no campo estritamente moral ou moralista iu filosoficamente especulativo. Estamos no campo jurídico. Se isto dependesse da vontade de alguns "juízes de primeiro grau", as prisões cautelares seriam realizadas através de consulta à "buena dicha" ou à tábua OUIJA. Eles intentam, a mais não poder, implantar o regime da República da Toga, à sombra do aforismo do "faça o que mando, mas não faça o que eu faço". Muitos deles gostariam de mandar prender inúmeros advogados que lhes desafiam as decisões, como se isto não fizesse parte do sistema jurídico-processual. Ora! Há povo mais corporativista do que os "juízes de primeiro grau"???!!! Há-os?!

OLHA SÓ QUEM FALA!!!

VITAE-SPECTRUM (Funcionário público)

Não há visão mais enganosa do que a de "juízes de primeiros" cujas decisões ferem, dia a dia, os mais comezinhos princípios da CF, na expectativa de que os módulos dos cursinhos massificantes substituam a vontade da Lei Maior. Tantos "errores in judicando" na matéria, que mais de 30% (TRINTA POR CENTO) dos "writs" de "habeas corpus" foram concedidos pelo STF em 2009. Em outras palavras: em praticamento 1/3 das situações, os JUÍZES DE PRIMEIRO GRAU e os Tribunais Inferiores julgaram à sua maneira, em desconformidade com a Lei Processual e com a Constituição Federal. A se adotarem as "regras do jogo", não há maior demonstração de que a maior dos "errores in judicando" se deve à má formação de tais magistrados, os quais não logram separar o "poder da caneta" e o "dever de justiça". De mais a mais, todos os que aqui opinaram contrariamente à ideia de ilegalidade e de abusividade não se referiram senão a teses periféricas, não havendo apontado onde se encontram, no "decreto judicial", os indícios suficientes de autoria e os elementos em que se materializou a acusação. NADA. Uma só palavra não se disse. Não estamos no campo estritamente moral ou moralista iu filosoficamente especulativo. Estamos no campo jurídico. Se isto dependesse da vontade de alguns "juízes de primeiro grau", as prisões cautelares seriam realizadas através de consulta à "buena dicha" ou à tábua OUIJA. Eles intentam, a mais não poder, implantar o regime da República da Toga, à sombra do aforismo do "faça o que mando, mas não faça o que eu faço". Muitos deles gostariam de mandar prender inúmeros advogados que lhes desafiam as decisões, como se isto não fizesse parte do sistema jurídico-processual. Ora! Há povo mais corporativista do que "juízes de primeiro grau"???!!! Há-os?!

Visão enganosa

Gus (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Quem vê certos comentários no Conjur acha que a advocacia consiste num grupo que foi além do corporativismo para virar um bando de fanáticos, para os quais qualquer coisa é violação às prerrogativas. Felizmente, isso não é verdade. Os advogados que realmente estão ocupados exercendo a profissão sabem a importância de diferenciar quem honra o juramento de quem usa a proteção constitucional para outras finalidades, que não a busca da Justiça. A estes eu bato palmas.

Corporativismo

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Prezado F. Castle. Concordo que há de fato muito corporativismo. Membro do Ministério Público pede prisão de advogado. Juiz concorda sem haver aparentemente elementos de prova ou uma situação fática real que justifique a prisão. Nada mais do que atuação corporativista da magistratura e do Ministério Público, considerando inclusive que no caso de eventual representação por abuso de autoridade a "querela" será resolvida entre a magistratura e o Ministério Público.

Corporativismo canhestro

F. Castle (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Quanto corporativismo, hein?
Que vergonha!

PRISÕES ILEGAIS E ABUSIVAS!!!

VITAE-SPECTRUM (Funcionário público)

Primeiramente, subscrevo "in totum" os comentários do Dr. Sérgio Niemeyer e do Dr. Marcos Alves Pintar. A decisão sobre a prisão acautelatória dos advogados está, em suma, balda de fundamentos e não se atém a uma só "evidência" NÃO circunstancial. Há poucos minutos, ao ouvir entrechos da "interceptação telefônica", não identifiquei uma só frase que pudesse autorizar a exegese judicial para haver-se decretado a prisão preventiva dos "acusados". De mais a mais, impõe-se averiguar:
a) Onde se identificam no "decreto criminal" os indícios SUFICIENTES de autoria?! Onde se encontram os "bilhetes e outros escritos" a se ligarem ao conjunto probatório?! Desse modo, segundo o juiz, os indícios de materialidade do crime estão mormente na "peça da Presentante do MP". Então, a "peça" do MP serve de indício em si mesmo do pedido. Por acaso, trata-se do "venire contra factum proprium", em sentido contrário, aqui se tomando uma espécie de atuação "pro domo sua";
b) A utilização das frases "interceptadas" limitou-se a meríssimas ilações do ilustre magistrado, cuja linguagem exorbita claramente daquela que se lhe deveria exigir ao tomar decisão tão grave. Em outras palavras: aproveitou-se o contexto de "beligerância", no qual está vivendo toda a população do RJ, só para explicar e justificar "fora do contexto processual" uma (forjada) resposta estatal à sociedade fluminense. Onde se pode, na decisão, localizar uma só, singular e solitária alusão lógico-jurídica à ligação entre os "indícios" e a preventiva?! Como o MP sabe, de fato, sobre a existência dos "bilhetes" e dos "outros escritos"?
Independentemente de análise meritória, não há a mais rasteira motivação fático-jurídica a justificar uma prisão CAUTELAR!!! O TJ poderá negar o HC, mas isto irá subir...

A questão das prerrogativas...

Carmen Patrícia C. Nogueira (Advogado Autônomo)

Caso os advogados acusados tenham atuado como cumplices, ou seja, caso tenham praticados crimes, obviamente devem responder por isto.
As prerrogativas devem ser aplicadas, como sabemos, nos casos em que o advogado atua estritamente como técnico do Direito.
Cumplicidade, caso seja provada (não estou acusando ninguém, não sei se são culpados ou inocentes), exclui qualquer prerrogativa.
Afinal, a prerrogativa maior é do nome da advocacia, que deve ser preservado. A maioria dos advogados é honesta.

A falácia da guerra ao terror III

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O que veremos de agora para a frente será uma fictícia guerra ideológica a ser criada pela mídia tendo de um lado a sociedade e a necessidade de repressão ao crime organizado, e de outro os "maléficos" advogados, transformados em terríveis monstros que precisam ser contidos a qualquer custo. Entre um e outro teremos o contraditório e ampla defesa, além das garantias constitucionais dos acusados, que serão tratados pela mídia como empecilho ao objetivo inicial que é trucidar os advogados. Os habeas corpus em favor dos causídicos presos serão interpostos, e assim que concedidos a população será bombardeada por dias seguidos com a alegação de que a Justiça, a Constituição e a Lei se prestam a acobertar criminosos. Daqui a muitos anos, caso os Advogados envolvidos venham a ser considerados como inocentes, ninguém mais se lembrará disso, cabendo aos lesados ingressar com ação de indenização contra o Estado a fim de que seus netos ou bisnetos recebam eventual indenização.

A falácia da guerra ao terror II

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Não conheço nenhum dos Advogados envolvidos. Mas posso afirmar com convicção que independentemente de serem bons ou maus profissionais há centenas de indivíduos querendo trucidá-los a qualquer custo. Os clientes querem a ruína dos Profissionais para não precisar pagar os honorários eventualmente devidos. Os ocupantes de cargos e funções da Ordem querem destruí-los para tomar-lhe o lugar ocupar a função que estão desempenhando na defesa dos clientes (e receber honorários). Juízes e membros do Ministério Público querem prendê-los e desmoralizá-los a todo custo visando enfraquecer a defesa. E assim por diante. Advogados lidam todos os dias com interesses e vaidades. Não tarda para que o profissional destacado reúna um extenso rol de inimigos que na primeira oportunidade existentes estarão prontos para trucidá-lo. É por isso que a Lei instituiu como prerrogativa profissional do advogado a impossibilidade de prisão no curso do processo por ato ligado à profissão, exceto em situação de flagrante. Tudo deve ser apurado através do contraditório e ampla defesa, cabendo inclusive à Ordem prestar o auxílio necessário à defesa considerando inclusive a possibilidade de atuação parcial de magistrados e membros do Ministério Público devido a eventual ódio que adquiriram em desfavor do advogados com os anos de convívio.

A falácia da guerra ao terror

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

É incrível verificar como muitos ainda se rendem ao populismo da guerra ao terror. Fenômeno recente, agentes estatais se aperceberam que utilizando como justificativa a repressão a supostos ferrenhos inimigos da sociedade (traficantes, terroristas, etc.) podem impunemente suprimir direitos e garantias individuais e atacar seus desafetos. O exemplo de mais ampla repercussão recente foi a guerra americana contra o Iraque, capitaneada pelo lunático Bush e suas mentiras sobre armas químicas de destruição em massa. No final das contas se verificou que quem saiu destruído foi na verdade o povo iraquiano. Ora, o que vemos na decisão do Magistrado reproduzida na matéria são apenas CONCLUSÕES tomando por suporte a GUERRA CIVIL EM CURSO no Rio de Janeiro, surgida pela incompetência e irresponsabilidade do Estado. Aparentemente, nenhum dos advogados foi ouvido, ou tiveram oportunidade de apresentar suas versões sobre os fatos mas o Magistrado nitidamente toma por verdade absoluta as alegações do Ministério Público. Não se vê na decisão uma única consideração a respeito do princípio da presunção de inocência, ou alguma outra fundamentação capaz de justificar o afastamento da imunidade profissional dos Advogados e a vedação de prisão sem sentença definitiva prevista em lei. Não sei dizer se os Advogados são culpados ou inocentes (o que deve ser apurado através do devido processo legal), mas a decretação das prisões está motivada, de forma absolutamente clara na sentença, pela GUERRA CIVIL em curso como se fossem os Advogados culpados pela situação. Trata-se de hipótese clara de responsabilidade penal objetiva, inclusive com condenação sumária dos acusados, tudo em nome da guerra ao terror.

BRASIL É RIO DE JANEIRO - QUEIRAM OU NÃO !!!

Luiz Pereira Carlos (Técnico de Informática)

- Orgulho-me de ser Carioca da gema, de fazer parte do povo que representa o Brasil, ser um MENINO DO RIO aos sessenta anos, um Carioca Esperto, cheio de praias e mulheres lindas e saradas, do samba, da ginga e da malandragem, da alegria de viver.
*
Não se trata de ser marrento e ou fingir ser humilde, ou ser hipócrita. Mas o Rio de Janeiro, e é hoje o representante Maximo desta GAIOLA DE CORRUPTOS durante décadas foi à capital federal, aqui ainda moram os ascendentes de Dom Pedro, dos ex-presidentes da Republica, dos ex-combatentes da revolução de 1964, e com eles os ascendentes de toda imundice política, os ascendentes de toda criadagem desses que um dia mandaram nesse país, e até hoje tem a força e o domínio sobre poder federal.
*
Talvez daqui uns anos, sim, poderão dizer que o Brasil não é mais o Rio de Janeiro. E eu espero que isso aconteça bem antes, fervorosamente eu desejo isso todos os dias, pois acho uma injustiça com outros Estados, onde o povo e a terra são bem melhores que o Rio de Janeiro, está esquecido, ou pouco lembrados proporcionalmente.
*
Mas da verdade não podemos fugir e fingir, mesmo porque se quisermos moralizar o Brasil, isso tem que começar por aqui; - Aqui é onde temos as maiores quadrilhas de autoridades ativas do País, distribuindo ordens por toda nação Brasileira, os mais podres tribunais, os mais venais Ministérios Públicos, os maiores charlatões da medicina, os maiores golpistas e fraudadores e estelionatários do empresariado, dos fundos de pensão, das empreiteiras e da política nacional, e isso hoje é o que representa o Brasil pro mundo, então não ha como negar essa patente, pois negar seria o desejo de permanecer na clandestinidade e manter a impunidade as vistas grossas...

Para quem cita os EUA sem querer conhecer...

Ramiro. (Advogado Autônomo - Criminal)

A Suprema Corte dos EUA desce o sarrafo quando tem de descer
http://caselaw.lp.findlaw.com/cgi-bin/getcase.pl?court=US&vol=367&invol=643
MAPP v. OHIO, 367 U.S. 643 (1961)
367 U.S. 643
MAPP v. OHIO.
APPEAL FROM THE SUPREME COURT OF OHIO.
"Nothing can destroy a government more quickly than its failure to observe its own laws, or worse, its disregard of the charter of its own existence. As Mr. Justice Brandeis, dissenting, said in Olmstead v. United States, 277 U.S. 438, 485 (1928): "Our Government is the potent, theomnipresent teacher. For good or for ill, it teaches the whole people by its example. . . . If the Government becomes a lawbreaker, it breeds contempt for law; it invites every man to become a law unto himself; it invites anarchy."
Logo, não tratamos de perfumaria em âmbito de direito de província. A persecução penal não é fácil, em nenhuma época da história foi fácil, e os refrões "quem não deve não teme" são tão insustentáveis quanto as conclusões lógicas de homens das cavernas que ao observarem que todos os dias antes do sol nascer, os pássaros começavam a cantar, induzindo então que seria o canto dos pássaros que despertaria o sol para nascer".
Para concluir, batendo os pregos do caixão nesta história, é só tomar números concretos, quantos advogados a OAB cassou ao longo dos últimos dez anos nos TEDs, e comparar quantos Magistrados e Membros do Ministério Público receberam punições de fato, que não, em extremos casos, aposentadoria compulsória.

Dr. Niemeyer bateu nos pontos sensíveis, com precisão

Ramiro. (Advogado Autônomo - Criminal)

Dr. Niemeyer foi direto ao ponto sensível. Ao invés de suscitar campo para discussões estéreis, corroboram os pontos suscitados pelo comentarista.
"HABEAS CORPUS 95.706-4 RJ
RELATOR: EXMO. MINISTRO RICARDO LEWANDOWSKI
Primeira Turma – Julgamento em 18/08/2009
(...)
Ocorre, porém, que o aresto atacado, ao concluir pela existência de provas aptas a embasar a condenação, não o fez de forma fundamentada, ou seja, não explicitou quais elementos probatórios levou em consideração, tais como depoimentos, degravação de conversas telefônicas ou material áudio-visual, hábeis a demonstrar a efetiva participação do paciente na prática de delito que lhe é imputado, em clara afronta ao dispositivo do art. 93, IX, da Constituição Federal.
(...)
É que o processo de conhecimento exauriu-se, em definitivo, com o pronunciamento final do STM, afigurando-se inadmissível o rejulgamento do paciente tantas vezes quantas necessárias para alcançar-se a sua condenação, mediante o revolvimento do acervo probatório que, em tese, poderia renovar-se ad infinitum, considerada a possibilidade de repetir-se a ausência de fundamentação em novos acórdãos emanados na Justiça castrense.
Isso posto, concedo a ordem para anular do acórdão proferido na Apelação (FO) 2005.01.050058-8-RJ do Superior Tribunal Militar, tornando definitiva a decisão absolutória proferida pelo Conselho Especial da 4ª Auditoria da 1ª Circunscrição Judiciária Militar."
Nos EUA temos
http://caselaw.lp.findlaw.com/cgi-bin/getcase.pl?court=US&vol=367&invol=643

MÃE DINÁ

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

tenho certeza que os advogados detidos são inocentes e as ordens para os ataques partiram dos meliantes detidos com o auxílio de forças do além, de telepatia, dentre outros meios, sempre com auxílio da transcomunicação, auxiliando-se de espíritos do mesmo naipe dos delinquentes e até mesmo de seus advogados.
.
Com o fim do tráfico no RJ, vai acabar a mamata de muitos "devogados" ganharem dinheiro honesto em cima de atitudes sujas de outros.
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Só entrei neste espaço para ver realmente o número de advogados que poderiam sugerir que os advogados dos meliantes seriam inocentes.
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Lamentável.
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Espero que as forças armadas usem lança-chamas no próximo ataque!

Aonde Está o PODER JUDICIÁRIO ? ? ?

A.G. Moreira (Consultor)

Aonde Está o PODER JUDICIÁRIO ? ? ?
Aonde se Encontra a OAB ? ? ? ?
.
Como O Estado pode atuar do modo que está atuando, sem DECRETAR "estado de sítio" (ainda que regional) para justificar e aplicar as Medidas de Exceção ? ? ?
.
Não é só o Estado do Rio de Janeiro que está em guerra, mas, pela movimentação das "Forças Armadas" , é o Brasil inteiro ! ! ! ! ! ! !
.
E aonde estão os DIREITOS dos cidadãos, MAIS DE 400.000 pessoas, que moram na região de tiroteio ? ? ?

Aonde Está o PODER JUDICIÁRIO ? ? ?

A.G. Moreira (Consultor)

Aonde se Encontra a OAB ? ? ? ?
.
Como O Estado pode atuar do modo que está atuando, sem DECRETAR "estado de sítio" ( ainda que regional) para justificar e aplicar as Medidas de Excessão ? ? ?
.
Não é só o Estado do Rio de Janeiro que está em guerra, mas, pela movimentação das "Forças Armadas" , é o Brasil inteiro ! ! ! ! ! ! !
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E aonde estão os DIREITOS dos cidadãos, MAIS DE 400.000 pessoas, que moram na região de tiroteio ? ? ?

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