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Violência no Rio

Para OAB-RJ, ação da polícia não desrespeita direitos

A megaoperação deflagrada pelo governo estadual do Rio de Janeiro contra o crime organizado e as ações que aterrorizam a cidade há cinco dias recebeu o apoio da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no estado. Wadih Damous, presidente da entidade, elogiou o trabalho feito pela polícia nesta quinta-feira (25/11) na Favela Vila Cruzeiro, com a ocupação militar e o uso de tanques.

“A população não pode se deixar intimidar pelo medo e por ondas de boatos”, incentivou Damous. “Continuarmos com a posição histórica da OAB de que o combate à criminalidade pode ser eficaz respeitando-se a lei, respeitando-se os direitos individuais, pois isso não guarda contradição com o combate à criminalidade no Rio de Janeiro ou em qualquer lugar”, disse. “Esperamos que as ações policiais tenham a eficácia de desarticular esses bandos criminosos que há mais de dez anos dominam o território do Complexo do Alemão e da Vila Cruzeiro, libertando a população sofrida dessa área, que são milhares de pessoas subjugadas pela ditadura desses bandidos.”

As operações desta quinta incluíram, além do uso das polícias Militar e Civil, agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), fuzileiros navais e blindados da Marinha.

“A situação no Rio de Janeiro é grave, mas não podemos deixar de reconhecer que as forças de segurança pública estão dando a pronta resposta à ação desses delinquentes. A operação de hoje no Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro nos causa preocupação por conta do risco que correm seus moradores, mas ela não pode deixar de ser realizada”, afirmou Damous.

Damous disse que a OAB apoia também a iniciativa da Secretaria de Segurança Pública de criar Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) nos bairros. Segundo o governo, os ataques são uma reação à instalação dessas unidades em áreas dominadas por criminosos. “A criação da UPP é fundamental para pacificar definitivamente essas comunidades”, disse o presidente. 

Estado de alerta
Desde domingo (21/11), a cidade vê crescer uma onda de violência, com arrastões, veículos queimados e ataques a forças de segurança. Pelo menos 25 veículos foram incendiados somente nesta quinta. A PM afirma ter prendido 11 suspeitos e apreendido três galões de gasolina, seis dinamites e seis espoletas. Oito pessoas morreram.

A polícia do Rio chegou ao topo da favela no bairro da Penha, na Zona Norte da cidade, por volta das 17h desta quinta. Durante a ação, que durou quatro horas, muitos homens fugiram do local com destino ao Complexo do Alemão. A operação é liderada pelo Bope e usa ao menos 350 homens, 200 da Polícia Civil e 150 do Bope, com o apoio da Marinha, que cedeu nove blindados. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB.

Revista Consultor Jurídico, 25 de novembro de 2010, 20h59

Comentários de leitores

7 comentários

BRASIL É RIO DE JANEIRO - QUEIRAM OU NÃO !!!

Luiz Pereira Carlos (Técnico de Informática)

- Orgulho-me de ser Carioca da Gema, de fazer parte do povo que representa o Brasil, ser um MENINO DO RIO aos sessenta anos, um Carioca Esperto, cheio de praias e mulheres lindas e saradas, do samba, da ginga e da malandragem, da alegria de viver.
*
Não se trata de ser marrento e ou fingir ser humilde, ou ser hipócrita. Mas o Rio de Janeiro, e é hoje o representante Maximo desta GAIOLA DE CORRUPTOS durante décadas foi à capital federal, aqui ainda moram os ascendentes de Dom Pedro, dos ex-presidentes da Republica, dos ex-combatentes da revolução de 1964, e com eles os ascendentes de toda imundice política, os ascendentes de toda criadagem desses que um dia mandaram nesse país, e até hoje tem a força e o domínio sobre poder federal.
*
Talvez daqui uns anos, sim, poderão dizer que o Brasil não é mais o Rio de Janeiro. E eu espero que isso aconteça bem antes, fervorosamente eu desejo isso todos os dias, pois acho uma injustiça com outros Estados, onde o povo e a terra são bem melhores que o Rio de Janeiro, está esquecido, ou pouco lembrados proporcionalmente.
*
Mas da verdade não podemos fugir e fingir, mesmo porque se quisermos moralizar o Brasil, isso tem que começar por aqui; - Aqui é onde temos as maiores quadrilhas de autoridades ativas do País, distribuindo ordens por toda nação Brasileira, os mais podres tribunais, os mais venais Ministérios Públicos, os maiores charlatões da medicina, os maiores golpistas e fraudadores e estelionatários do empresariado, dos fundos de pensão, das empreiteiras e da política nacional, e isso hoje é o que representa o Brasil pro mundo, então não ha como negar essa patente, pois negar seria o desejo de permanecer na clandestinidade e manter a impunidade as vistas grossas...

Shaekespeare

Emerson Reis (Bacharel - Criminal)

Para lembrar o nobre AdvRJ sobre Shaekespeare, contar essa frase ultrapassada para a familia do menino João Hélio arrastado por quilometros, entre tantas outras vítimas desses vagabundos. Eu tenho direito, Sr. "advogado", de andar pelas ruas sem ser importundo por vagabundo nenhum. Quem estiver sentido pena,coloque um desses marginais - que alíás há vários estupradores naquele meio - para tomar conta da família. Por tanto eu tenho a minha frase: a língua é o chicote do lombo.

Guerrra Civil no Rio de Janeiro

Zerlottini (Outros)

É a única explicação plausível. O grande problema é que, dos dois exércitos em luta, apenas um - o dos bandidos - atira para matar. Já passou da hora de parar de se falar em DIREITOS HUMANOS de bandidos! DIREITO HUMANO DEVE SER PRIVILÉGIO DE HUMANOS DIREITOS! Como dizia o Estanislau Ponte Preta (o jornalista Sérgio Porto) "passarinho que come pedra sabe o que lhe advém". Ou seja, o sujeito que escolhe trilhar a senda do crime sabe o que DEVERIA esperar! A MORTE, por uma bala - não perdida, mas MUITO BEM achada. As tropas que estão defendendo a sociedade desses marginais deveriam ser liberadas para atirar para MATAR! Adianta? Não. Mas, cada vagabundo morto é um a menos para delinquir! Não adianta ficar transferindo presos de uma prisão pra outra: estejam onde estiverem, eles continuarão a comandar o crime lá de dentro. Através dos celulares, dos "encontros íntimos", dos ADVOGADOS, etc., etc (TALVEZ não sejam todos os advogados - mas, que é a MAIORIA, não resta a mais mínima dúvida).
Quando eu era estudante, um dos coronéis comandantes de um dos malditos IPM's disse que "para acabar com o movimento estudantil, só há uma forma: pegar os LÍDERES, colocá-los dentro de helicópteros do PARASAR e jogá-los em alto mar". Por que não fazer isso com os bandidos? Eles mesmos inventaram a solução: o bom e velho "micro ondas": uma pilha de pneus, gasolina e fogo! E é um vagabundo de menos! E, POR FAVOR, PAREM COM ESSA BABOSEIRA DE DIREITOS HUMANOS DE BANDIDOS! Isso é abusar da inteligência do povo! Isso sim, é desrespeitar os DIREITOS HUMANOS de TODA a sociedade!
Francisco Alexandre Zerlottini. BH/MG.

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