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Palestra na OAB

Ayres Britto defende qualificação do Congresso

O ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto, destacou nesta quarta-feira (17/11), durante o Seminário "Reforma política - Um projeto para o Brasil", a preocupação da Ordem dos Advogados do Brasil com a qualificação da vida política brasileira. “Pensar o Brasil, em termos de depuração dos nossos costumes eleitorais e de aperfeiçoamento das instituições políticas, é uma postura meritória da OAB, que merece nosso aplauso”.

Ayres Britto conduziu painel sobre o sistema eleitoral durante o evento, realizado em Brasília. Ele afirmou ainda que o povo precisa se sentir bem representado “legislativamente e executivamente”. “Precisamos qualificar a representação brasileira no Congresso Nacional para que o nosso regime representativo seja autêntico, verdadeiramente democrático e mais ético”, disse.

O painel conduzido por Ayres Britto foi o segundo na programação desta quarta-feira do seminário, que está sendo promovido em homenagem aos 80 anos de criação da OAB. Conduz os trabalhos o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, e o relator geral do seminário, o constitucionalista Luís Roberto Barroso. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB nacional.

Revista Consultor Jurídico, 18 de novembro de 2010, 11h19

Comentários de leitores

1 comentário

Como qualificar a representação?

Ricardo Cubas (Advogado Autônomo - Administrativa)

Só existe uma forma de melhorar nossa representação no Congresso Nacional: renovabilidade.
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Renovabilidade é uma idéia que assombra, que aterroriza e que poderia dar um basta no intitulado "político profissional". É no político profissional que reside a origem de todas as mazelas de nosso sistema democrático. É ele que impede que avanços legislativos significativos aconteçam. Esses indivíduos existem para deixar tudo como está e para manter seus ganhos fisiológicos, se possível, ao longo de toda uma vida.
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E como dar um duro golpe nessa subespécie de político garantindo a renovabilidade? Simples, basta não votar em nenhum político que tenha exercido mais de três mandatos eletivos.
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Como diz o ditado popular: um é pouco, dois é bom, três já é demais, MAS, quatro já é uma excentricidade, uma insanidade. E esse ditado popular se aplica ao voto.
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"No Brasil, a carga tributária é alta porque a corrupção é estratosférica". (Ricardo Cubas)

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