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Dúvida permanente

Ellen Gracie critica quantidade de impostos no país

"Neste país, nunca se sabe quanto tem que se pagar de impostos. E isso causa infelicidade nos cidadãos e atrapalha o crescimento." A frase é da ministra Ellen Gracie, do Supremo Tribunal Federal, que participou, nesta sexta-feira (12/11) do encerramento do XXI Simpósio Nacional de Estudos Tributários, em Porto Alegre. Segundo ela, os contribuintes precisam saber exatamente quais os custos tributários de suas atividades.

Ellen Gracie fez uma prestação de contas do que o Supremo Tribunal Federal tem feito para resolver os impasses criados pelas questões tributárias no país. "Temos cada vez mais uma quantidade enorme de problemas significativos que afetam a vida dos brasileiros. Precisamos encará-los de frente com a percepção de que podemos ajudar a solucionar cada um deles", afirmou.

De acordo com a ministra, o STF tem a preocupação de ter uma visão ampla e comprometida com o desenvolvimento do país e busca analisar cada situação de acordo com sua particularidade. "Nós, juristas, precisamos estar atentos à realidade sem perder a visão das características do Brasil", revelou.

O simpósio foi uma realização conjunta da Academia Brasileira de Direito Tributário, do Instituto Municipalizar, da Villela Consultoria, da CDP, do Colégio Notarial e do Colégio Registral, contando com a participação de 122 instituições do poder público e da sociedade civil organizada. Com informações da assessoria de imprensa do evento.

Revista Consultor Jurídico, 12 de novembro de 2010, 21h24

Comentários de leitores

1 comentário

Valor dos tributos no país é sempre incógnita

Valor dos tributos no Brasil (Professor)

Realmente precisamos fazer uma reforma tributária com urgência. É inadmissível pagarmos tributos com efeito "cascata" como existe no Brasil, ou seja, pagarmos por exemplo, Imposto de Importação e IPI em cima dos valores de fretes e seguros (que são serviços)no caso de uma importação CIF (Custo, Seguro e Frete). Tudo é uma questão de bom senso e vontade política, a partir do momento em que se moralize as mordomias políticas.

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