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Cargo técnico

Liminar assegura que candidato faça prova prática

Candidato a cargo técnico em concurso do Ministério Público da União pode participar da prova prática mesmo sendo reprovado no teste de aptidão física. O entendimento é do ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello, que concedeu liminar a um candidato a cargo na área de transporte, que pediu anulação do teste de aptidão física.

O ministro considerou que a decisão liminar é necessária para impedir que se concretize, em caráter irreversível, lesão ao direito reivindicado pelo candidato, aprovado em sétimo lugar na primeira fase do concurso, mas reprovado no teste de aptidão. Com a liminar, o autor da ação terá garantida sua participação na prova prática de direção veicular no concurso do MPU, até o julgamento final do Mandado de Segurança.

O caso
O candidato entrou com um Mandado de Segurança contra o chefe do MPU, procurador-geral da República, alegando omissão devido à ausência de resposta a um requerimento formulado por ele. No documento, o candidato pedia para que não fosse submetido ao teste de aptidão física.

O autor da ação alegou que apesar de o teste estar previsto no edital do concurso, a Lei 11.415/2006 (que dispõe sobre as Carreiras dos Servidores do Ministério Público da União) não exige, como requisito para se ocupar o cargo de técnico na área de transporte, que o candidato seja aprovado em teste de aptidão física.

Como a resposta ao requerimento não foi dada a tempo, o candidato teve de se submeter ao teste e foi reprovado. Por isso, pediu a anulação da avaliação, por entender que não é justo, razoável ou proporcional exigir-se de um candidato a técnico de apoio especializado em transporte que se submeta a teste de aptidão física, que é “totalmente dispensável em decorrência da natureza do cargo”. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.

MS 29.455

Revista Consultor Jurídico, 9 de novembro de 2010, 7h55

Comentários de leitores

6 comentários

O EDITAL NORMATIZA O CERTAME QUANDO NÃO IMPUGNADO

Nattoc (Advogado Assalariado - Tributária)

O edital do 6º Concurso Público do MPU trouxe bem claro as regras do concurso, bem como sua abrangência e forma, não violando o princípio da transparência, da ampla acessibilidade às funções públicas, por limitar a inteligibilidade das regras do certame. Neste ato, a Administração forneceu os critérios objetivos e suficientes, com espeque à seleção dos melhores candidatos.
Creio com a devida vênia aos discordantes que o edital do concurso em todas as suas disposições, regras, exigências e fases atenderam plenamente e de modo coadunado à impessoalidade, isonomia, eficiência, publicidade, moralidade e razoabilidade. Em havendo um edital de concurso público com estas características, estar-se-á dando cumprimento à finalidade do concurso, que é a melhor e justa seleção.
A decisão do ministro neste caso concreto, com todo respeito, traz insegurança jurídica e desrespeito às regras impostas pela instituição, o que ensejará milhares de ações, banalizando até mesmo às instituições.
Se o douto ministro impugnasse o edital, logo a partir do momento de sua publicação, ou seja, desde que se apresentem as regras, acessíveis a todos os interessados, seria com certeza uma decisão justa e sábia.
PENSEMOS: Se o referido ministro fosse candidato entre muitos outros candidatos a disputar uma vaga de presidente do STF e para tal pretensão fosse necessário correr 2400 metros em 12 minutos, imposição do edital, ao qual ele se submeteu e conseguiu quase que desmaiando após muito esforço.
Seria justo uma pessoa inapta que não se submeteu aos esforços empreendidos, passar para uma última fase sem ter feito o mínimo de esforço e concorrer com suposta igualdade? È justo? Se justo for, no mínimo será imoral!

O EDITAL NORMATIZA O CERTAME QUANDO NÃO IMPUGNADO

Nattoc (Advogado Assalariado - Tributária)

O edital do 6º Concurso Público do MPU trouxe bem claro as regras do concurso, bem como sua abrangência e forma, não violando o princípio da transparência, da ampla acessibilidade às funções públicas, por limitar a inteligibilidade das regras do certame. Neste ato, a Administração forneceu os critérios objetivos e suficientes, com espeque à seleção dos melhores candidatos.
Creio com a devida vênia aos discordantes que o edital do concurso em todas as suas disposições, regras, exigências e fases atenderam plenamente e de modo coadunado à impessoalidade, isonomia, eficiência, publicidade, moralidade e razoabilidade. Em havendo um edital de concurso público com estas características, estar-se-á dando cumprimento à finalidade do concurso, que é a melhor e justa seleção.
A decisão do ministro neste caso concreto, com todo respeito, traz insegurança jurídica e desrespeito às regras impostas pela instituição, o que ensejará milhares de ações, banalizando até mesmo às instituições.
Se o douto ministro impugnasse o edital, logo a partir do momento de sua publicação, ou seja, desde que se apresentem as regras, acessíveis a todos os interessados, seria com certeza uma decisão justa e sábia.
PENSEMOS: Se o referido ministro fosse candidato entre muitos outros candidatos a disputar uma vaga de presidente do STF e para tal pretensão fosse necessário correr 2400 metros em 12 minutos, imposição do edital, ao qual ele se submeteu e conseguiu quase que desmaiando após muito esforço.
Seria justo uma pessoa inapta que não se submeteu aos esforços empreendidos, passar para uma última fase sem ter feito o mínimo de esforço e concorrer com suposta igualdade? È justo? Se justo for, no mínimo será imoral!

O EDITAL NORMATIZA O CERTAME QUANDO NÃO IMPUGNADO

Nattoc (Advogado Assalariado - Tributária)

O edital do 6º Concurso Público do MPU trouxe bem claro as regras do concurso, bem como sua abrangência e forma, não violando o princípio da transparência, da ampla acessibilidade às funções públicas, por limitar a inteligibilidade das regras do certame. Neste ato, a Administração forneceu os critérios objetivos e suficientes, com espeque à seleção dos melhores candidatos.
Creio com a devida vênia aos discordantes que o edital do concurso em todas as suas disposições, regras, exigências e fases atenderam plenamente e de modo coadunado à impessoalidade, isonomia, eficiência, publicidade, moralidade e razoabilidade. Em havendo um edital de concurso público com estas características, estar-se-á dando cumprimento à finalidade do concurso, que é a melhor e justa seleção.
A decisão do ministro neste caso concreto, com todo respeito, traz insegurança jurídica e desrespeito às regras impostas pela instituição, o que ensejará milhares de ações, banalizando até mesmo às instituições.
Se o douto ministro impugnasse o edital, logo a partir do momento de sua publicação, ou seja, desde que se apresentem as regras, acessíveis a todos os interessados, seria com certeza uma decisão justa e sábia.
PENSEMOS: Se o referido ministro fosse candidato entre muitos outros candidatos a disputar uma vaga de presidente do STF e para tal pretensão fosse necessário correr 2400 metros em 12 minutos, imposição do edital, ao qual ele se submeteu e conseguiu quase que desmaiando após muito esforço.
Seria justo uma pessoa inapta que não se submeteu aos esforços empreendidos, passar para uma última fase sem ter feito o mínimo de esforço e concorrer com suposta igualdade? È justo? Se justo for, no mínimo será imoral!

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