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Direitos advocatícios

Criminalistas lançam livro sobre prerrogativas

Prerrogativas Profissionais do Advogado, 3ª ed., agora pela Atlas - Reprodução

Os advogados criminalistas Alberto Zacharias Toron e Alexandra Labelson Szafir lançam a terceira edição do livro Prerrogativas Profissionais do Advogado, nesta segunda-feira (8/2), em Brasília. O lançamento está marcado para às 19h na sede do Conselho Federal da OAB.

Demonstrar a atualidade da inviolabilidade da advocacia é um dos objetivos do livro Prerrogativas Profissionais do Advogado. Nas 214 páginas do livro, os advogados fazem uma defesa intransigente dos princípios que asseguram aos advogados uma atuação independente. A obra analisa o conceito e a finalidade das prerrogativas e dá exemplos de casos em que elas foram violadas. O próprio autor do livro, recentemente, precisou de três liminares para conseguir ter acesso aos autos de um inquérito da Polícia Federal contra um cliente.

Toron e Alexandra discorrem sobre a inviolabilidade do advogado por suas opiniões em pareceres, o direito ao exame de inquéritos sob sigilo, o papel do advogado frente às CPIs, as invasões de escritórios, o segredo da relação com o cliente, entre outros direitos legalmente previstos, mas recorrentemente relegados.

Serviço
Prerrogativas Profissionais do Advogado
Data: 8 de março
Horário: 19h
Local: Conselho Federal da OAB - SAS Quadra 5 - Lote 1 - Bloco M

Revista Consultor Jurídico, 8 de março de 2010, 14h46

Comentários de leitores

2 comentários

Obra Oportuna

Orlando Maluf (Advogado Sócio de Escritório)

Nos últimos anos, com certeza o Autor Alberto Zacharias Toron dedicou-se de forma notavel e competente à defesa dos direitos e prerrogativas do advogado e do cidadão brasileiro, tendo se destacado em todo o território nacional nesse dificil mister.
Cumprimento, portanto, a ambos os colegas pela iniciativa.

Boa iniciativa

Yepes (Advogado Autônomo - Tributária)

Reputo excelente a iniciativa dos autores da cartilha; mas, ao mesmo tempo, lamento que a redação clara, evidente, quase-banal da Lei 8.906/94, imprescinda de um texto que venha a aclará-la. Duas conclusões: advogados medrosos, o que é compreensível; e, sobretudo e morbidamente, magistrados e promotores ditatoriais, BURROS, principalmente, pois têm o podre vezo de dar voz de prisão a qualquer advogado que se empenhe na defesa de suas prerrogativas, outorgadas a nós em prol de nossos clientes. Louvo, como já dito, a iniciativa bibliográfica; execro as práticas, lado outro, desses EMPREGADINHOS BEM-REMUNERADOS PELO POVO, no sentido de se reputarem autoridades até na hora de se dirigirem às suas lombrigas e solitárias no vaso sanitário. PORCOS.

Comentários encerrados em 16/03/2010.
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