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De olho na Caixa

Caso do bolão da Mega-Sena vira alvo do MPF

A Procuradoria REgional da República em Nova Hamburgo iniciou o levantamento de informações para apurar o ocorrido com um grupo de apostadores da cidade que reclama receber o prêmio de mais de R$ 50 milhões que teria ganho na Mega-Sena. Segundo o grupo de 40 pessoas,  elas fizeram a sequência de números vencedora do concurso, mas a casa lotérica onde o jogo foi feito não registrou a aposta. A 2ª Delegacia de Polícia Civil de Novo Hamburgo abriu inquérito para investigar o caso. 

O procurador da República Ângelo Roberto Ilha da Silva expediu ofícios para requisitar informações do inquérito e também para apurar irregularidades e responsabilidades da Caixa Econômica Federal e da casa lotérica Esquina da Sorte. O MPF quer saber se a CEF fiscaliza devidamente a prática próibida dos bolóes patoricnados pelas casas lotéricas. Além disso, quer saber se há alguma cobrança das lotéricas para a organização dos grupos de apostadores. O prazo para a Caixa se manifestar é até o próximo final de semana.

Um grupo de 40 pessoas fez uma aposta conjunta - um “bolão” – na lotérica Esquina da Sorte, no centro de Novo Hamburgo. Os números foram sorteados mas o grupo não levou o prêmio. Uma funcionária da lotérica confessou ter se equivocado e deixou de registrar os números apostados pelo grupo. Os ex-novos ricos já comemoravam a fortuna quando descobriram que o jogo que os deixaria milionários não tinha sido jogado. Com informações da Assessoria de Imprensa da Procuradoria da República no Rio Grande do Sul.

Revista Consultor Jurídico, 3 de março de 2010, 2h06

Comentários de leitores

2 comentários

Repercussão

olhovivo (Outros)

Mas o caso já não está sendo apurado em inquérito policial? Não seria melhor aguardar sua conclusão? Oras!

SE A PF INVESTIGAR, ENCONTRARÁ A MAIOR ROUBALHEIRA ! ! !

A.G. Moreira (Consultor)

A bem da verdade, a CEF tem a obrigação de pagar, pela "falhas ou falcatruas" das Lotéricas , porque elas se aproveitam da "credibilidade e boa fé" do cidadão, que joga com o "dinheiro contado" , para tentar melhora a vida difícil e, sem a menor fiscalização da CAIXA, ninguém sabe, quantas CENTENAS DE MILHARES DE BOLÕES, NUNCA FORAM REGISTRADOS E REPASSADOS PARA A C.E.F.,...... mas os senhores proprietários ou gerentes, FICARAM COM O DINHEIRO DO POVO ! ! !
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A CEF tenta se isentar da culpa e responsabilidade, mas esquece que as LOTÉRICAS SÃO EXTENSÕES DA C.E.F., que foram CREDENCIADAS PELA CAIXA ( para a Representarem, com Exclusividade) e são os únicos estabelecimentos que recebem apostas lotéricas, até porque, nem a CEF, em suas agências, recebe estes jogos ! ! !
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A C.E.F., sendo uma Instituição Governamental, não pode deixar de assumir as suas responsabilidades, pelos atos criminosos, que os seus Representantes cometem, principalmente, contra o povo ! ! !
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Se a moda pega, um Representante comercial, faz uma cobrança a um Cliente, que lhe paga, mas ele decide ficar com o dinheiro e, a Empresa credora, mesmo tendo provas de que seu Representante cobrou do Cliente, continua cobrando, alegando que não reconhece a cobrança , porque os valores não entraram no Caixa da Empresa ! ! !

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