Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Instabilidade emocional

TJ-SP nega pedido de semiaberto para Suzane

O pedido de progressão de regime de Suzane Von Richthofen foi negado, nesta quinta-feira (17/6), pelos desembargadores da 5ª Câmara do Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Baseado em laudos de exame psicológico e criminológico, o relator do processo, desembargador Damião Kogan, afirmou que Suzane não tem estabilidade emocional para obter o benefício, “pois demonstrou uma frieza incomum na elaboração e execução do plano”.

Ainda de acordo com ele, Suzane não demonstrou arrependimento pelo assassinato dos próprios pais. E, apesar de alegar ter ótimo comportamento carcerário e prestar atividade laborativa no presídio, o resultado dos laudos a definem como uma pessoa dissimulada, manipuladora e que não mede esforços para atingir seus objetivos. Por isso, fica inviável a concessão do benefício da progressão de pena.

A defesa, que pleiteou a concessão do regime semiaberto, argumentou a importância da progressão no processo de ressocialização e o comprometimento de Suzane com seu processo de reintegração social.       

Os desembargadores Pinheiro Franco e Tristão Ribeiro acompanharam o voto do relator, para negar o Agravo em Execução Penal. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-SP.

Revista Consultor Jurídico, 17 de junho de 2010, 17h15

Comentários de leitores

1 comentário

Dois pesos e duas medidas.

Edmílson Zacarias (Vendedor)

Será que existe algum reeducando que não seja dissimulado? ora, o tipo penal infringido está explicito no CP (HOMICÍDIO QUALIFICADO), a execução na LEP, não tem o que inventar, dura lex sed lex, se o direito existe, tem que ser dado a quem de direito.

Comentários encerrados em 25/06/2010.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.