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Comentários de leitores

19 comentários

Ao Rodrigommm

Directus (Advogado Associado a Escritório)

Meu caro, acesse outros artigos do Conjur e veja que eu, ao contrário do que você afirmou, já disse que sou CONTRA as férias de 60 dias dos magistrados.
Ignorância sua, portanto, falar sobre o privilégio comigo, nesse tom.
Entretanto, juízes possuem mais carga de trabalho do que as demais carreiras. Isso é lógico e numérico. Suas responsabilidades também são muito maiores. A culpa sempre é de quem decide, ao contrário do mérito, não é mesmo?
Então, a menos que se queira nomear meros decorebas como juízes, a carreira tem que ser a mais bem remunerada e a mais estruturada. E NÃO É.
Por fim, eu não pertenço a uma "classe". Já fui advogado e hoje sou juiz. Antes disso, porém, sou um homem honesto. Não defendo juízes, defendo a magistratura. Não ataco instituições, critico os maus profissionais. E imunidade não é escudo para mau- caratismo de nenhuma espécie. É a proteção para o trabalho livre e honesto do advogado.
Juiz que ofende advogado ou que dá chilique em audiência, ou carteirada (a não ser para ajudar a evitar uma ilegalidade)não está´preparado para o cargo. O mesmo vale para os advogados.

Ao Rodrigommm

Directus (Advogado Associado a Escritório)

Meu caro, acesse outros artigos do Conjur e veja que eu, ao contrário do que você afirmou, já disse que sou CONTRA as férias de 60 dias dos magistrados.
Ignorância sua, portanto, falar sobre o privilégio comigo, nesse tom.
Entretanto, juízes possuem mais carga de trabalho do q

Corporativismo manifesto

Rodrigommm (Outros)

Um Juiz escrevendo para defender sua classe...
E o contrário?
E quando os Juizes xingam os advogados, usam de sarcasmo, dão chiliques em audiência, isso pode?
Advogado, Juiz, Promotor, cada um puxa a sardinha para o seu lado.
Pelo menos uma coisa você falou bem:
As regras são claras. Quer fazer o concurso faz. Não quer procura outra profissão. Tem muita gente querendo ser Juiz e aceitando o CNJ, a imunidade do advogado entre outros.
OAB mesma coisa. Quer ser advogado tem que fazer exame de ordem. Não quer procura outra profissão.
Acabou-se o tempo do carteiraço. Estas regras vieram para ficar. Os dinossauros estão morrendo de velhice ou se aposentando compulsoriamente. Os novos tem que entrar na linha e aceitar regras transparentes e igualitárias.
Suas férias de 60 dias estão com os dias contados, pode apostar.

Espero que a passagem abaixo ajude algumas almas perdidas

Gustavo P (Outros)

Uma das causas mais influentes de nossa infelicidade é a inveja. Falar de inveja é falar de comparação.
Quando uma pessoa se compara a outra e se sente inferior, em algum aspecto está com inveja. A inveja é a vivência de um sentimento inferior sob a forma de frustração, de tristeza, de mal-estar, por nos sentirmos menos do que outros, por não sermos o que os outros são.
É o desequilibro íntimo oriundo de um sentimento de inferioridade, fruto da comparação que se faz em relação a outra pessoa. Quando tentamos derrubar os outros, estamos tentando esconder todas as nossas frustrações pessoais.Aferir nosso potencial perante outrem sempre será doloroso, e quanto maior for o sentimento de estarmos aquém de alguma expectativa ou de determinada pessoa, maior será a inveja.
Quanto maior for o complexo de inferioridade de uma pessoa, mais combustível é liberado para aumentar a chama da inveja,àquelas pessoas que são fracas.
A verdade é que muitas pessoas não estão preparadas para administrar suas próprias frustrações e ficam absortas pela fúria pelas coisas boas dos outros.
É muito difícil para elas admitir o sucesso de uma outra pessoa e o sentimento resultante é a inveja.
As pessoas sempre procuram se identificar com o vencedor e muitas sofrem de um terrível medo de, a cada dia, estar mais distante desse ideal internalizado.
A inveja é um dos sentimentos mais difíceis de ser aceito pelo ser humano, embora em nossos tempos e nos meios corporativos talvez seja o mais vivenciado.

Impressionante...

Gustavo P (Outros)

É chocante e surreal o desfile de preconceitos e visões estereotipadas que algumas pessoas limitadas (ou de má-fé) destilam nesse site a respeito de juízes.
Sempre esse mesmo papo-furado de "se acham deuses, etc, etc"...
Quanta conversa para boi dormir!
Qualquer pessoa mais séria sabe que não é assim! Há muitos bons juízes, embora alguns não sejam...porém, assim é em qualquer carreira, seja de juiz, promotor, advogado, médico, dentista, gari, professor, pedreiro, etc, etc!
Esse conjur deveria cobrar consulta psicológica de alguns advogados...aliás, só falta colocar à disposição destes travesseiros e/ou almofadas, para que certos frustrados e/ou com questões mal resolvidas consigo mesmo possam despedaça-los(as) e, desse modo, descarregar todas as suas frustrações (que, pelo jeito, não são poucas) perante suas vidas.
Enfim, não deve se tratar meramente de inveja, mas sim de algo mais complexo e triste, como o reconhecimento próprio, no íntimo do ser, de que se é menos, beeem menos do que se gostaria de ser...
No entanto, que fique bem claro, nenhum juiz tem culpa no fracasso alheio!!! Ou juízes tem responsabilidade integral (conforme o risco integral) sobre isso tudo, segundo alguns comentaristas deste site?

Megalonanico

Directus (Advogado Associado a Escritório)

Sr. Sunda.
Quem primeiro falou em cargo foi você. Mas a noção primária - que você mostra desconhecer - permanece a mesma: Cargo, de juiz, não tem honra subjetiva. Órgão, ou Juízo, também não tem honra subjetiva. Quem tem honra subjetiva é o agente público investido de jurisdição: o juiz, a pessoa do juiz. Estude direito administrativo novamente.
Quanto à outra discussão, na qual você ficou mais perdido do que cego em tiroteio, insisto: ironia com base em fatos falsos (convocação inexistente) também é falsidade. E a notícia não precisa ser falsa para ser controlada: basta que extrapole o dever de informar, passando a ofender. Eu já lhe mostrei a doutrina (que o senhor, "por erro de leitura", confundiu com jurisprudência) respectiva naquela mesma discussão.
Em todo caso, volte aos bancos universitários. Você foi vítima de uma fraude ao receber um falso diploma de bacharel em Direito.
Finalmente, torno a dizer: juízes devem ser imparciais, honestos, de moral à toda prova. Os que não o são, que sejam expulsos da magistratura e processados. Mas será que os bons juízes, a maioria, não merece respeito? Pode-se chamar um juiz de covarde ou tendencioso só porque julgou contra o interesse da parte, AINDA QUE O TENHA FEITO DE FORMA INCOMPETENTE???
Pode um juiz chamar um advogado de salafrário ou inapto quando pede uma prova protelatória ou perde um prazo? CLARO QUE NÃO!!!
Tanto o Direito quanto a Ética respondem negativamente. Educação pura e simples.

Heróis e corajosos...

Lima (Advogado Autônomo - Tributária)

Ficou faltando dizer ainda, semi deuses, imparciais, injustiçados e mal pagos.. Pobres coitados! Esse foi o pior e mais cretino artigo pseudo jurídico que li nos últimos dois anos aqui no CONJUR. Parabéns magistrado!

Resposta ao Magist Juiz

Sunda Hufufuur (Advogado Autônomo)

Prezado Magist, estou com saudades de nossa última discussão, na qual vc. se msotrou incapaz de entender até um metáfora e demorou muito ainda a compreender que não estávamos falando de informação falsa, mas do acento irônico sobre informação verdadeira a respeito dos magistrados.
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Foi interessante ver como, diante da tua fragilidade argumentativa você fez o contrário do que prega abaixo, alegando baixeza moral minha e partindo vergonhosamente, deste modo, para o ataque pessoal, dado que não deve estar acostumado a ver demolirem tuas teses e sobretudo, assim, tocarem na crença que você tem em sua própria inteligência atestada pelos concursos.
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Logo tentou, por uma falha de leitura minha (vi o nome do Gilmar e nem li o resto, pensei que era um voto e não doutrina) dizer – ahahaha - que eu não sei a diferença entre jurisprudência e doutrina. Uma ninharia hilária. Tudo isto salta à vista quando fala em invejosos.
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Sim, todo juiz, quando vê criticada a sua capacidade logo recorre ao status que o Estado lhe deu mediante os concursos pretendendo a inveja dos demais, como se a inveja fosse o único móvel da detecção de uma deficiência intelectual deles. E de aí estão a um passo de um processo judicial.
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O que você reputa como primário é primário mesmo, e o articulista não o equaciona, sendo por isso fraco o artigo. Cargo não tem honra, merecendo um reparo técnico ainda a sua manifestação, mostrando como mesmo no que é primário vc. erra: aí não seria cargo, mas órgão, porque o juiz é órgão jurisdicional e a crítica foi dirigida à atuação do órgão em sua função típica e não ao homem o chamando de algo por coisa alheia a sua função. Ponto final e a discussão termina aí. Você tem algo a responder sobre isso? Duvido, mas ...sou todo ouvidos.

teste

Sunda Hufufuur (Advogado Autônomo)

teste

Deidades concursadas e mascarados do sofisma.

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

O artigo é medíocre. Lança suas sapatas sobre uma base formada exclusivamente de falácias. Deplorável. Prova-o o último parágrafo, onde o articulista expõe seu entendimento de que todo juiz é um herói corajoso. Essa afirmação já permite concluir duas coisas: 1) são do tipo mascarado; 2) procede a crítica de que muitos são justiceiros. “Herói” que se preza é justiceiro e mascarado, vide: Homem-Aranha – justiceiro mascarado; Capitão América – justiceiro mascarado; Demolidor – justiceiro cego e mascarado; Fantasma – justiceiro mascarado; Batman – justiceiro mascarado; etc. Na república das bananas, Juiz – justiceiro mascarado.
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O verdadeiro juiz age como Lord Denning, que uma vez proclamou: “Let me say at once that we will never use this jurisdiction as a means to uphold our own dignity. That must rest on surer foundations. Nor will we use it to suppress those who speak against us. We do not fear criticism, nor do we resent it. For there is something far more important at stake. It is no less than freedom of speech itself”.
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Diferentemente do que pensa o articulista, a decisão unânime, tanto do STJ, no HC 129896/SP, quanto do STF, no HC 98237/SP, fortalecem a verdadeira magistratura, que é composta por juízes vocacionados, imbuídos de plena consciência do seu mister e que cultivam virtudes como o recato, a indulgência, a serenidade, tolerância, temperança, condescendência, longanimidade, conciliando-os com a firmeza e a austeridade de sua postura e dos valores morais sobre os quais se sustenta.
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(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito e doutorando pela USP – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

Os melhores sabem

Directus (Advogado Associado a Escritório)

Os melhores advogados e os cidadãos com boa formação familiar sabem ou intuem que a imunidade é relativa. Os que não sabem são apenas os invejosos, os mal formados, os complexados ou os canalhas por natureza - aqueles que Nelson Rodrigues qualificava de "cretinos fundamentais".
O mais importante é que, antes de ser uma regra jurídica, a proibição de ofender é uma regra de educação. Por isso, toda pessoa bem educada sabe que não pode ofender o próximo.
Nunca vi magistrado chamar advogado de BURRO, DE SAFADO NEM DE MERCENÁRIO em sentença. Então, porque será que o Juiz pode ser ofendido como COVARDE, PARCIAL, ETC?
Na verdade, a arrogãncia e o autoritarismo são daqueles que querem decidir no lugar do juiz e não aceitam a sentença como pessoas civilizadas. Reagem como vermes.
Graças a Deus, fui advogado por quase uma década, integrei a Procuradoria do Estado, tenho elogio formal até do Ministério Público por minha conduta naquela época. O motivo é que nunca ofendi ninguém.
CARGO NÃO SE OFENDE. CARGO NÃO TEM HONRA SUBJETIVA. INJÚRIA OFENDE HONRA SUBJETIVA. QUEM TEM HONRA SUBJETIVA É O CIDADÃO QUE OCUPA O CARGO.
ISSO É DE CONHECIMENTO PRIMÁRIO.
E, se alguém quiser, trarei aqui lições doutrinárias dos melhores constitucionalistas e penalistas do país.
Tem gente que precisa aprender e não sabe (gente, pra essa gente, é até elogio).

O tapa na cara de uma postura

Sunda Hufufuur (Advogado Autônomo)

Juízes se ofendem muito. Juízes querem se ofender. Querem se ofender para perseguir e assim empreender a vindita por aquilo que a falta de argumentos não lhes brinda.
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O articulista não enfrenta, porque sucumbiriam suas alegações, a necessária distinção entre o homem e o órgão.
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O juiz é órgão da justiça, não é homem, o juiz é e o Estado funcionando mediante uma de suas expressões, que é o Poder Judiciário, é o Estado-juiz.
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Assim é que nenhuma das expressões do HC 129.896/SP dirigia-se ao homem, mas ao órgão judicante da primeira instância.
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É costumeiro nesse país o juiz alegar covardemente a ofensa quando recebe críticas porque sabe que serão seus pares a julgar qualquer processo, formando-se um circuito amordaçador, anti-ético e ditatorial escudado na lei.
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É este Poder, conjugado com a presunção de sapiência mediante os concursos, o que forma a intolerância, empáfia e presunção desse órgão, tratando mal advogados e partes e abusando rotineiramente da sua autoridade.
(continua abaixo)

(continuação do comentário acima)

Sunda Hufufuur (Advogado Autônomo)

Peca ainda o articulista porque condena a adjetivação sobre o magistrado supondo que todo ad hominen é falacioso. Não o é, quando a adjetivação deflui de argumentos que a sustentam vindo ela a ser uma conclusão pelo que se alegou.
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Isto ocorre em sentenças, nas quais o magistrado declara que o réu agiu de forma vil insidiosa, traiçoeira, etc., concluindo isto da análise de sua contuda, que pelas razões expendidas torna justificado o adjetivo. O mesmo ocorre com magistrados, quando o advogado demonstra que o julgamento foi conduzido de tal forma que outra não pode ser a qualificação aplicável ao Estado-juiz neste caso..
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Recentemente julgada ADIN sobre o estatuto da Ordem, o STF reconheceu como constitucional ao artigo que prevê não existir injúria ao juiz no exercício da profissão, pelo que este artigo já nasceu anacrônico e obsoleto.
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Finalizando, diga-se que não sei que coragem vê o articulista nos magistrados; possuem todos os privilégios, proteção, as demais autoridades a ele curvam-se até quando não deveriam (veja se você discutir com um juiz na via pública e um policial ali passar, dando-lhe o juiz voz de prisão, se o policial não o obedecerá imediatamente...), contam com seus pares na hora de serem julgados, etc.
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Ora, corajoso foi o advogado do HC supramencionado, porque poderia ter se retratado, confrome facult ao CPP para o crime de injúria, mas preferiu ir até o fim, arriscando-se às piores conseqüências, fazendo isto em nome da consciência de seus direitos, enquanto outros teriam recuado muito antes.
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Pensando bem, o referido HC foi um bom tapa na cara de uma postura que deve mudar.

COMENTÁRIO PRECISO.

Raul Haidar (Advogado Autônomo)

O dr. Morris fez um comentário preciso. O relacionamento entre juiz e advogado há de ser respeitoso. Mas respeito é via de duas mãos. Já testemunhei várias atitudes grosseiras, arrogantes e mesmo ofensivas de juizes que simplesmente não tem educação. Não a acadêmica (um até é doutor e professor de direito) mas a "de berço". Há juizes que não respondem sequer a um "boa tarde"...Por isso cultivo o salutar hábito de só falar por petição. O mais divertido e irônico disso é tratar certas pessoas de "excelência" ! Não há subordinação entre juiz e advogado. Sejamos educados, sim. Não sejamos grosseiros. Mas não podemos nos acovardar.

O autor se contradiz...

Émerson Fernandes (Advogado Autônomo - Civil)

No texto encontramos o seguinte:
"O exercício da importante prerrogativa profissional da intangibilidade profissional do advogado, calcada na garantia dada para que, na defesa do seu cliente, não tenha receio de afirmar algo que possa importar na vitória da demanda, há de se dar com destemor, mas com educação."
Ora, permitir uma ação penal apenas para punir uma "má educação"?

complemento - parabéns

seduvim (Outro)

AInda bem que o STF continua a decidir que a imunidade do advogado, é sim, relativa.

Parabéns

seduvim (Outro)

Parabéns ao articulista.
Já postei aqui diversos comentários sobre este tema, mas ao que me parece, algumas pessoas ainda insistem em querer enfraquer as instituições democráticas brasileiras.
A quem interesse ver um judiciário covarde e enfraquecido? Mais do que os próprios magistrados, os advogados necessitam de um judiciário forte e corajoso como bem colocado no artigo. Um judiciário fraco significa enfraquecer a própria democracia como um todo.
Além do mais, se não tivermos um mínimo de ordem, o dia a dia do fórum viraria um caos. Imaginem só, uma audiencia onde advogados, membros do mp e magistrados pudessem se difamar sem que houvesse consequências de seus atos.
Ainda bem que o STF como guardião maior da CF, continua a decidir q

VIXI !!!

JOHN098 (Arquiteto)

Olhem a "qualidade" da crítica: "interpretação meramente doutrinária e manifestamente ilegal ante a lei vigente". Interpretação ilegal? Onde? E ilegal ante a lei nem chega a ser pleonasmo: é falta de estudo mesmo... Além do mais, se a lei dispensa doutrina (argumento típico de quem não lê nem bula de remédio), ela não dispensa o processo de transformação de texto em norma: e isso quem faz, em última instância, são os Tribunais (apesar de ter certeza que o comentarista abaixo adoraria ter a última palavra). E o STF, dentro desse contexto, já decidiu há muitos anos que a crítica tem que ter relação com a causa (RT 610/426; nota ao art. 142 no CP Comentado de Celso Delmanto, Saraiva, 2010, p. 516. A imunidade tem limites sim, Morris. Faça concurso para IMPERADOR e talvez você possa falar abóbora sem arcar com nenhuma responsabilização!

IMUNIDADE ADVOCATÍCIA TEM LEI E DISPENSA DOUTRINA

themistocles.br (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)

As considerações feitas pelo articulista são pertinentes apenas quanto a um debate de idéias para eventual futura alteração legislativa, pois no vigente Direito Penal, o art. 142, I, do Código Penal, é expresso em dizer que a imunidade do advogado quanto aos crimes de difamação e injúria não têm exceção. Dizer que tal imunidade tem limites é uma interpretação meramente doutrinária e manifestamente ilegal ante a lei vigente. Apenas quanto ao crime de calúnia é que tem sentido avaliar se a narrativa feita pelo advogado visou apenas a narrar ou visou ofender. Mas isso apenas quanto à calúnia. No que se refere à difamação e à injúria legalmente não existe a distinção mencionada no artigo publicado e nem seria conveniente, pois onde a lei não distingue, não cabe ao articulista distinguir.

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