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Comentários de leitores

11 comentários

Perdidos no Espaço

www.eyelegal.tk (Outros)

"sair às ruas agitando bandeiras a favor da prisão e da cassação do governador pego com a boca na botija ou atuar para que os advogados de tal governador tenham garantidas as condições para defendê-lo contra a prisão e a cassação?"
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É obvio que é atuar para os advogados. É para isso que a OAB existe.
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A prioridade é defender a independência dos advogados.
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É disso que as pessoas estão precisando para ter um pouco mais de justiça.

A OAB defende apenas os grandes escritórios e advogado patrã

analucia (Bacharel - Família)

A OAB defende apenas os grandes escritórios e advogado patrão, por isto quer massacrar os pequenos ao apoiar a Defensoria.
Tanto é que a OAB não fala no piso salarial para o advogado, pois quem pagaria é o advogado patrão que controla a OAB.

E se não houvesse Ordem?

Lima (Advogado Autônomo - Tributária)

Depois de ler a entrevista, perguntei a mim mesmo, e se não houvesse Ordem? Como seria e estaria hoje a carreira de advogado e a defesa de nossos interesses de classe.. Por um lado até consegui encontrar argumentos bons contrários à existência da OAB, porém, no final, cheguei à conclusão, que ruim com ela, mas, pior sem ela. Para terminar, lembrei também que a OAB é bem mais do que os homens cheios de defeitos e soberba que por vezes inundam seus quadros, sejam nacionais, estaduais ou municipais. A OAB é uma Instituição que fortelece o Estado Democrático de Direito vigente em nossa Nação e que está aí para defender-nos (nós, advogados), dos comuns desmandos do Poder Judiciário e de outras Instituições não menos provalecidas com os direitos alheios. Não é a OAB então que é ruim, ruim são seus quadros, quase sempre tomados por pessoas com claro intuito de se promover política e socialmente em detrimento daquilo que realmente deveriam lutar e defender.Mas, já que sou advogado, parcial sou e estou no caso em questão, e desse modo, posso bem, estar enganado.

O que a OAB fará em relação à ADI 1.105?

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Tomando por base a declaração do insigne Presidente da OAB, segundo a qual dentre «suas finalidades corporativas, deve a OAB ser intransigente na defesa das prerrogativas do exercício profissional, exigindo respeito e impedindo que a autoridade pública, seja ela qual for, cerceie esse exercício», indago: o que acha do acórdão proferido na ADI 1.105 e o que pretende fazer a respeito disso?
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No artigo de minha lavra, publicado In WWW.URL: http://www.conjur.com.br/2010-jun-07/pedido-peticao-adi-1105-extenso-causa-pedir, faço uma análise do caso e sugiro a solução, aliás, em meu modesto ponto de vista, a única possível para se corrigir um erro gritante cometido pelo STF.
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Espero que a OAB não perca o prazo para a interposição dos competentes Embargos de Declaração em defesa das prerrogativas dos advogados nesse caso, que é de cinco dias e expira na sexta-feira, dia 11/06/2010.
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(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito e doutorando pela USP – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

PEQUENAS CAUSAS

themistocles.br (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)

A problemática das pequenas causas é que ao invés de resolver, vem causando mais problemas. Tudo fica na primeira instância, o que é péssimo, pois as partes ficam mais expostas a decisões, muitas vezes, curiosas. Tem recurso, mas, ainda que colegiado, é para a própria primeira instância, péssima sistemática adotada pela justiça brasileira. Talvez a presença de advogados pudesse inibir a adoção de decisões estapafúrdias, pois sempre paira a fiscalização da OAB por trás, que sempre pode tomar alguma medida contra as famosas "novidades" da primeira instância. Mas surge outro problema, pois os custos para a parte com a presença obrigatória de advogado, pode acabar servindo de desestimulo para que direitos considerados "menores" sejam reinvidicados na justiça, pois as despesas derivadas do processo judicial podem sair mais custosas que o direito em si. As pequenas causas têm provocado grandes problemas e talvez fosse o caso de a OAB acabar propondo a extinção das pequenas causas, pois sem advogados, as arbitrariedades são grandes, mas com advogados, pode ser inviável para a parte.

Normal

Olho clínico (Outros)

A OAB acha que as prerrogativas dos advogados valem mais que as dos outros profissionais do ramo jurídico...uma pergunta...prestam contas pra quem??

Sindicato de Advogados

Fyodor Dostoevsky (Outros)

É isso que hoje é a OAB, um imenso sindicato. Não cumpre a função inserta na Constituição de defesa da cidadania. Entre os interesses maiores da sociedade e as prerrogativas advocatícias, está sempre com estas. Deveria ser retirada do rol dos legitimados para a ADIN genérica.

Sindicato de Advogados

Fyodor Dostoevsky (Outros)

É isso que hoje é a OAB, um imenso sindicato. Não cumpre a função inserta na Constituição de defesa da cidadania. Entre os interesses maiores da sociedade e as prerrogativas advocatícias, está sempre com estas. Deveria ser retirada do rol dos legitimados para a ADIN genérica.

Parabéns pela entrevista.

Carmen Patrícia C. Nogueira (Advogado Autônomo)

Parabenizo a CONJUR pela entrevista com nosso presidente.
De minha parte, concordo com a atuação do presidente da OAB.
Não dá para nossa entidade se fazer de cega, surda e muda aos anseios da sociedade.
Assim como deve defender as prerrogativas dos advogados dentro de um Estado Democrático de Direito, também não pode ficar omissa perante fatos relevantes nacionais.
Parabéns Dr. Ophir. Continue assim.

Quanto corporativismo .....

daniel (Outros - Administrativa)

O tempo vai mostrar a verdadeira cara da OAB, a qual tenta de tudo para dificultar o acesso ao Judiciário para justificar reserva de mercado de trabalho.
Até mesmo os juizados de familia e as medidas extrajudiciais são barradas pela OAB no Congresso, pois quer criar dificuldades e labirintos processuais para ampliar o mercado dos seus filiados.

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Guilherme G. Pícolo (Advogado Autônomo - Civil)

Haja corporativismo!
No jornalismo, é a mesma coisa. Querem reduzir a liberdade de expressão apenas a um seleto grupo com diploma do curso de jornalismo. Assim, um advogado não poderia ser colaborador de um periódico jurídico, um médico não poderia ser editor de uma publicação na área, um pedagogo não poderia escrever sobre educação e um ex-jogador não poderia comentar jogos na TV regularmente...
O problema, no direito, tal como no jornalismo é um só e chama-se "reserva de mercado". O resto é blá-blá-blá para justificar a defesa dos interesses financeiros de meia dúzia junto à opinião pública.

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